Dependência nas Redes Sociais

Compartilhado por um usuário do Flashcards.gg · gerado com IA · Denunciar este conjunto

Conceitos, gatilhos psicológicos e causas da dependência em redes sociais, voltado para estudantes e interessados em psicologia.

50 cartões Português Psicologia Publicado
Toque no cartão para virar

Cartões · 50

Dependência de redes sociais
Uso compulsivo e descontrolado de plataformas digitais que prejudica a rotina, o trabalho e o bem-estar psicológico.
Papel da dopamina
Neurotransmissor ligado à recompensa liberado a cada notificação ou curtida, incentivando a repetição do comportamento.
Reforço intermitente
Mecanismo psicológico onde recompensas imprevisíveis mantêm o usuário checando o app continuamente.
Rolagem infinita (infinite scroll)
Design sem pontos de parada que elimina a decisão de interromper o consumo de conteúdo.
Mecanismo 'puxe para atualizar'
Gatilho de ação similar a uma máquina caça-níqueis que explora a expectativa de novidade.
FOMO (Fear of Missing Out)
Medo patológico de perder novidades, eventos ou interações sociais importantes ao ficar desconectado.
Validação social
Necessidade humana de aprovação e pertencimento suprida quantitativamente por curtidas e comentários.
Economia da atenção
Modelo de negócios focado em capturar e reter o tempo do usuário para monetização por anúncios.
Notificações 'push'
Gatilhos externos que interrompem tarefas para direcionar a atenção de volta ao aplicativo.
Comparação social ascendente
Tendência de se comparar a perfis com vidas aparentemente perfeitas, gerando baixa autoestima e frustração.
Hiperestimulação sensorial
Bombardeio contínuo de estímulos rápidos que sobrecarrega o cérebro e reduz o limiar de tolerância ao tédio.
Gatilhos internos de uso
Emoções desconfortáveis como tédio, ansiedade e solidão que levam ao uso automático do celular como alívio.
Algoritmo de recomendação
Sistema preditivo projetado para entregar conteúdo hiperpersonalizado e manter o usuário engajado.
Evasão da realidade
Uso de plataformas como fuga de problemas concretos, do estresse diário ou de dores emocionais.
Curadoria de identidade
Criação de personas digitais idealizadas para receber aceitação que o indivíduo sente faltar fora das telas.
Tolerância digital
Necessidade de passar cada vez mais horas conectado para sentir o mesmo nível de satisfação inicial.
Sintomas de abstinência
Irritabilidade, ansiedade, inquietação e angústia ao ser privado do uso de redes sociais.
Vulnerabilidade na adolescência
Fase em que o córtex pré-frontal imaturo favorece a impulsividade e a busca intensa por aceitação dos pares.
Prejuízo no sono
Atraso no repouso causado pela luz azul e pelo estado de alerta mental, gerando insônia e cansaço crônico.
Déficit de atenção induzido
Fragmentação constante do foco causada pelo hábito de alternar rapidamente entre conteúdos curtos.
Nomofobia
Angústia ou pânico irracional provocado pela impossibilidade de usar o telefone celular ou estar conectado.
Síndrome do toque fantasma
Ilusão sensorial de que o celular está vibrando ou tocando no bolso devido à hipervigilância constante.
Automonitoramento compulsivo
Hábito de checar métricas de publicações repetidamente nos minutos seguintes à postagem.
Efeito manada (efeito de rede)
Pressão social para aderir a plataformas porque a maior parte do círculo social já está presente nelas.
Gamificação nas redes
Uso de elementos de jogos como pontos, sequências diárias e selos para condicionar a fidelidade do usuário.
Perda do senso de tempo
Estado de imersão passiva que distorce a percepção temporal e rouba horas de atividades prioritárias.
Isolamento social real
Paradoxo de se sentir hiperconectado digitalmente enquanto se afasta de interações interpessoais presenciais.
Dismorfia corporal digital
Insatisfação extrema com a própria imagem devido ao uso constante de filtros de embelezamento nas redes.
Solidão como causa subjacente
Uso da rede social como substituto superficial para a falta de conexões afetivas profundas no mundo real.
Contrato social invisível
Obrigatoriedade implícita de responder a mensagens e interações imediatamente para não parecer grosseiro.
Design persuasivo
Prática de design que utiliza falhas cognitivas humanas para induzir hábitos de navegação involuntários.
Dark patterns (padrões obscuros)
Interfaces criadas intencionalmente para dificultar o cancelamento de contas ou a limitação do tempo de uso.
Procrastinação estrutural
Substituição de tarefas complexas e exigentes pela gratificação imediata e sem esforço das redes sociais.
Câmaras de eco
Ambientes fechados onde algoritmos reforçam crenças prévias, alimentando viés de confirmação e dependência ideológica.
Fadiga de decisão
Esgotamento mental causado pela enxurrada contínua de escolhas de conteúdo e interações rápidas diárias.
Erosão da empatia
Dificuldade gradual de ler pistas não verbais e se conectar emocionalmente devido ao excesso de contato textual.
Recompensa variável e o cérebro
Mecanismo biológico que amplifica a busca por novidade quando o resultado de uma ação não é garantido.
Loop de hábito digital
Ciclo comportamental formado por deixa (notificação ou tédio), rotina (abrir app) e recompensa (novidade).
Depressão e uso excessivo
Relação bidirecional em que sintomas depressivos levam ao refúgio nas telas e o isolamento agrava a depressão.
Padrão de uso compensatório
Uso de plataformas para compensar déficits emocionais, carência afetiva ou insegurança no ambiente presencial.
Detox digital
Abstinência voluntária temporária de dispositivos para quebrar o ciclo de dependência e restaurar a atenção.
Higiene do sono e redes
Prática de afastar telas antes de dormir para permitir a produção natural de melatonina pelo corpo.
Fricção deliberada
Estratégia de dificultar o acesso aos apps (remover atalhos, usar tela preto e branco) para reduzir a impulsividade.
Falta de autorregulação emocional
Incapacidade de gerir frustrações sem recorrer a distrações digitais instantâneas como anestésico mental.
Declínio da produtividade
Queda no rendimento devido a microinterrupções constantes que impedem o alcance do estado de foco profundo.
Consumo zumbi (mindless scrolling)
Navegação automática e inconsciente sem nenhum objetivo concreto além de preencher o tempo ocioso.
Substituição de lazer ativo
Troca de atividades enriquecedoras como leitura, esportes e hobbies pelo consumo passivo de telas.
Conexão x Comunicação
Diferença entre o alto volume de contatos superficiais online e a verdadeira profundidade relacional offline.
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Abordagem clínica eficaz para reestruturar pensamentos automáticos e mudar o comportamento compulsivo online.
Uso intencional
Postura ativa de utilizar as redes como ferramenta com tempo e propósito definidos, sem deixar o algoritmo guiar.

Conjuntos relacionados

Mais em Psicologia →