Expansão Marítima e Colonização

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Estudo sobre a expansão marítima europeia e o processo de colonização. O material aborda causas, pioneirismo e o contexto histórico para estudantes.

54 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio História moderna Publicado
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Cartões · 54

Objetivo comercial europeu no Oriente
Adquirir especiarias, tecidos finos e artigos de luxo contornando intermediários para reduzir custos e elevar lucros.
Intermediários das rotas orientais na Idade Média
Comerciantes árabes e cidades mercantis italianas, como Veneza e Gênova.
Causas econômicas da expansão marítima
Busca por rotas alternativas para as Índias, acesso direto a especiarias e obtenção de metais preciosos.
Causas políticas da expansão marítima
Fortalecimento das monarquias nacionais e centralização do poder régio.
Causas religiosas da expansão marítima
Desejo de expansão da fé cristã e conversão de novos povos ao catolicismo.
Inovações tecnológicas das grandes navegações
Uso da caravela, da bússola magnética, do astrolábio e de mapas cartográficos mais precisos.
Pioneirismo português nas navegações
Centralização política precoce, posição geográfica litorânea voltada ao Atlântico e tradição náutica.
Conquista de Ceuta (1415)
Marco inicial da expansão marítima portuguesa no norte da África.
Feito de Bartolomeu Dias (1488)
Primeira travessia do Cabo da Boa Esperança, contornando o sul do continente africano.
Viagem de Cristóvão Colombo (1492)
Chegada à América navegando a serviço da Coroa espanhola em busca de uma rota ocidental.
Tratado de Tordesilhas (1494)
Acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as novas terras por um meridiano a 370 léguas de Cabo Verde.
Objetivo do Tratado de Tordesilhas
Evitar conflitos armados entre Portugal e Espanha na posse das terras descobertas.
Feito de Vasco da Gama (1498)
Descoberta do caminho marítimo direto para Calicute, na Índia.
Expedição de Pedro Álvares Cabral (1500)
Chegada oficial dos portugueses ao território que hoje constitui o Brasil.
Consequências da expansão marítima europeia
Mundialização do comércio, formação de impérios coloniais e fortalecimento do capitalismo comercial.
Definição de mercantilismo
Conjunto de práticas econômicas adotadas pelos Estados absolutistas para enriquecer a Coroa.
Metalismo
Princípio mercantilista que mede a riqueza de uma nação pela quantidade de ouro e prata acumulados.
Balança comercial favorável
Meta econômica de manter as exportações em valor superior ao das importações.
Protecionismo alfandegário
Aplicação de taxas sobre importações para encarecer produtos estrangeiros e defender a produção local.
Intervenção estatal na economia moderna
Controle direto exercido pelo monarca sobre produção, preços, concessões e monopólios comerciais.
Colonialismo mercantilista
Exploração das colônias como fontes de riquezas subordinadas aos interesses da metrópole.
Pacto Colonial (exclusivo metropolitano)
Regra em que a colônia só podia comerciar com sua metrópole, vendendo matérias-primas e comprando manufaturas.
Mercantilismo da Espanha
Foco na exploração e acumulação de grandes volumes de ouro e prata retirados das colônias americanas.
Mercantilismo de Portugal
Exploração inicial do comércio asiático e do pau-brasil, seguida pela economia açucareira e mineradora no Brasil.
Relação entre mercantilismo e absolutismo
Os lucros mercantis financiavam a burocracia real, o exército permanente e a manutenção do poder monárquico.
Civilização Maia
Povo pré-colombiano organizado em cidades-Estado com notável conhecimento de matemática e astronomia.
Civilização Asteca
Império militarmente forte e centralizado no México, cuja capital era Tenochtitlán.
Civilização Inca
Grande império andino com complexa rede administrativa, engenharia agrícola e sistema viário.
Conquista do Império Asteca (1521)
Tomada de Tenochtitlán liderada pelo conquistador espanhol Hernán Cortés.
Conquista do Império Inca (década de 1530)
Submissão do território andino sob o comando militar de Francisco Pizarro.
Superioridade bélica espanhola
Uso de armas de fogo, armaduras de metal, espadas de ferro e cavalos contra armamentos indígenas.
Epidemias na conquista da América
Doenças como varíola e sarampo dizimaram populações nativas desprovidas de imunidade biológica.
Alianças estratégicas de Cortés e Pizarro
Apoio militar de povos indígenas submetidos e rivais dos impérios dominantes para derrubá-los.
Conselho das Índias
Órgão central sediado na Espanha encarregado da legislação, justiça e administração colonial.
Vice-reinos espanhóis
Grandes divisões administrativas na América administradas por um representante direto do rei.
Audiências na América espanhola
Tribunais superiores com funções de administração da justiça e controle de governantes.
Cabildos
Câmaras municipais da América espanhola responsáveis pela administração política e fiscal das cidades.
Minas de Potosí
Rico centro minerador de prata na atual Bolívia que gerou imensa receita à Coroa espanhola.
Encomienda
Direito régio concedido ao colonizador de exigir trabalho e tributo nativos sob dever de catequese.
Mita colonial
Trabalho indígena forçado e temporário em troca de pagamento irrisório, comum na mineração espanhola.
Haciendas
Grandes propriedades rurais espanholas destinadas à agricultura e criação de gado.
Chapetones
Espanhóis nascidos na península que monopolizavam os mais altos cargos políticos, militares e religiosos.
Criollos
Descendentes de espanhóis nascidos na América, economicamente prósperos, porém afastados dos cargos régios de topo.
Mestiços e indígenas na sociedade colonial
Camadas sociais subordinadas que realizavam trabalhos braçais e sofriam forte discriminação e controle.
Papel da Igreja Católica na América espanhola
Conversão forçada de povos indígenas, aculturação e legitimação da dominação colonial ibérica.
Período pré-colonial no Brasil
Fase entre 1500 e 1530 em que Portugal não estabeleceu ocupação e colonização sistemática do território.
Desinteresse inicial português pelo Brasil
Foco no rendoso comércio oriental de especiarias e ausência de metais preciosos visíveis no litoral.
Exploração do pau-brasil
Primeira atividade econômica litorânea voltada à extração de tinta vermelha têxtil da madeira nativa.
Escambo
Trabalho indígena de corte e transporte de madeira em troca de artigos manufaturados, como machados e espelhos.
Feitorias no litoral colonial brasileiro
Postos fortificados provisórios usados para guardar pau-brasil, reabastecer caravelas e fazer comércio.
Ameaça francesa no litoral brasileiro
Presença clandestina da França negociando madeira com nativos e desrespeitando o monopólio luso.
Expedição de Martim Afonso de Sousa (1530)
Missão enviada para combater corsários estrangeiros, patrulhar a costa e iniciar a colonização efetiva.
Vila de São Vicente (1532)
Primeira vila formal fundada por portugueses no Brasil, iniciando o povoamento regular.
Criação das capitanias hereditárias (1534)
Divisão da colônia em faixas de terra concedidas a fidalgos particulares para acelerar a ocupação.

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