Fases do Desenvolvimento Psicossexual de Freud

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Este conjunto aborda as fases do desenvolvimento psicossexual de Freud, sendo indicado para estudantes de psicologia.

50 cartões Português Nível: Ensino superior Psicologia Publicado
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Fase Oral
Do nascimento aos 18 meses; zona erógena é a boca, lábios e língua; prazer obtido pela sucção, deglutição e mordida.
Fase Anal
De 1 a 3 anos; zona erógena é a região anal e esfíncteres; prazer ligado ao controle, retenção e expulsão das fezes.
Fase Fálica
De 3 a 6 anos; zona erógena são os genitais; marcada pela curiosidade anatômica e pelo Complexo de Édipo.
Período de Latência
Dos 6 anos à puberdade; sem zona erógena predominante; energia libidinal canalizada para aprendizagem e socialização.
Fase Genital
Da puberdade em diante; zona erógena são os genitais; maturação sexual voltada para relações afetivas e reprodução.
Zona erógena da Fase Oral
Boca, lábios, mucosa oral e língua.
Zona erógena da Fase Anal
Ânus, reto e musculatura do controle esfincteriano.
Zona erógena da Fase Fálica
Genitais (pênis e clitóris).
Zona erógena da Fase Genital
Órgãos genitais maduros.
Faixa etária da Fase Oral
Do nascimento até aproximadamente 18 meses de vida.
Faixa etária da Fase Anal
Aproximadamente de 1 a 3 anos de idade.
Faixa etária da Fase Fálica
Aproximadamente de 3 a 6 anos de idade.
Faixa etária do Período de Latência
Aproximadamente dos 6 anos até o início da puberdade (11 a 12 anos).
Faixa etária da Fase Genital
A partir da puberdade e estendendo-se por toda a vida adulta.
Subfase Oral Passiva (ou Receptiva)
Primeiros meses; prazer ligado à sucção, amamentação e ingestão de alimentos.
Subfase Oral Sádica (ou Canibalesca)
Surge com a dentição; prazer associado a morder, mastigar e destruir com a boca.
Subfase Anal Expulsiva
Prazer obtido pelo alívio da defecação e descarte descontrolado das fezes.
Subfase Anal Retentiva
Prazer alcançado pela retenção deliberada das fezes e autocontrole corporal.
Complexo de Édipo
Fase Fálica (3-6 anos); atração pela mãe e rivalidade inconsciente contra o pai.
Complexo de Electra
Termo de Jung para a versão feminina do Édipo fálico; atração pelo pai e rivalidade com a mãe.
Angústia de Castração
Fase Fálica; medo inconsciente do menino de perder o pênis como punição paterna.
Inveja do Pênis
Fase Fálica; percepção infantil feminina da diferença anatômica e sentimento de desvantagem biológica.
Resolução do Complexo de Édipo
Renúncia ao objeto proibido e identificação com o progenitor do mesmo sexo, formando o Superego.
Conceito de Fixação
Estagnação da libido em uma fase anterior devido a gratificação excessiva ou frustração intensa.
Conceito de Regressão
Retorno a padrões comportamentais de uma fase psicossexual anterior diante de conflitos ou angústias.
Personalidade Oral Passiva
Fixação oral gerando dependência excessiva, passividade, ingenuidade e busca por aprovação.
Personalidade Oral Agressiva
Fixação oral sádica gerando sarcasmo, agressividade verbal, cinismo e hábito de roer unhas.
Personalidade Anal Retentiva
Fixação anal caracterizada por rigidez, obstinação, avareza e ordem compulsiva.
Personalidade Anal Expulsiva
Fixação anal manifestada por desorganização, impulsividade, rebeldia e desleixo.
Fixação na Fase Fálica
Pode resultar em narcisismo exacerbado, exibicionismo, vaidade extrema ou insegurança de gênero.
Definição de Libido
Energia psíquica que move as pulsões sexuais e de vida em direção a diferentes zonas erógenas.
Definição de Zona Erógena
Região do corpo com sensibilidade acentuada cuja estimulação gera prazer e alívio pulsional.
Treinamento do toalete na teoria freudiana
Foco central da fase anal; primeira demanda social externa de autocontrole imposta à criança.
Sublimação no Período de Latência
Desvio da energia sexual para atividades socialmente aceitas, como estudo, esportes e amizades.
Função do Superego no desenvolvimento
Consolida-se no fim da fase fálica ao internalizar normas morais, proibições e ideais dos pais.
Diferença entre Fase Fálica e Fase Genital
A fálica é autoerótica e pré-genital; a genital busca o objeto sexual externo com maturidade afetiva.
Amamentação na teoria psicodinâmica
Principal experiência de conexão e satisfação erógena na fase oral, definindo confiança básica.
Comportamentos adultos de Fixação Oral
Fumo compulsivo, alcoolismo, compulsão alimentar, morder objetos e necessidade constante de fala.
Comportamentos adultos de Fixação Anal
Mania de limpeza, perfeccionismo inflexível, colecionismo obsessivo ou desordem crônica.
Objetivo final do desenvolvimento psicossexual
Atingir a fase genital madura, integrando afeto e sexualidade para amar e trabalhar plenamente.
Papel do Id nas fases iniciais
Predomina nos primeiros anos, exigindo gratificação imediata de pulsões orais e anais.
Emergência do Ego
Desenvolve-se a partir da fase oral e anal para mediar desejos instintivos e limites da realidade.
Autoerotismo nas fases pré-genitais
Obtenção de prazer no próprio corpo, sem a necessidade de um objeto sexual independente.
Deslocamento da pulsão na latência
Redirecionamento do afeto para pares do mesmo sexo e atividades intelectuais e criativas.
Sexualidade infantil segundo Freud
Existência precoce de pulsões biológicas de prazer desde o nascimento, desvinculadas da procriação.
Origem da culpa na teoria freudiana
Surge com o Édipo pela internalização do medo da castração e autoridade moral do Superego.
Curiosidade sexual infantil
Ápice na fase fálica; investigações sobre nascimento, diferenças anatômicas e cenas primitivas.
Pulsão de Vida (Eros)
Força motriz por trás da libido que busca preservação, coesão, prazer e continuidade da vida.
Escolha de objeto na Fase Genital
Direcionamento da pulsão para indivíduos fora do núcleo familiar em relações de reciprocidade.
Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade
Obra de 1905 de Freud na qual formulou pioneiramente o conceito de fases do desenvolvimento psicossexual.

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