Humor e Frases de Chaves
Este conjunto cobre frases marcantes e momentos cômicos da série clássica Chaves. É ideal para fãs e entusiastas do humor.
Cartões · 52
- Foi sem querer querendo!
- Resposta padrão do Chaves para se justificar sempre que faz uma besteira ou bate em alguém sem querer.
- Isso, isso, isso!
- Chaves balança o indicador para cima e para baixo confirmando entusiasticamente a ideia de alguém.
- Ninguém tem paciência comigo!
- Chaves chora e reclama quando todos brigam com ele após suas trapalhadas costumeiras na vila.
- Tá bom, mas não se irrite!
- Dito por Chaves para tentar acalmar Seu Madruga logo após tirá-lo do sério.
- Zás, zás, zás!
- Expressão usada por Chaves para descrever movimentos rápidos de luta ou planos mirabolantes em suas brincadeiras.
- O que você tem de burro, você tem de burro!
- Frase de indignação do Seu Madruga ao constatar uma lógica completamente sem sentido dita por Chaves.
- Não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar!
- Filosofia de vida do Seu Madruga ao justificar sua recusa constante a arrumar um emprego formal.
- A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena.
- Conselho moral do Seu Madruga para as crianças, quase sempre esquecido logo em seguida por ele mesmo.
- Só não te dou outra porque...
- Seu Madruga ameaça bater de novo no Chaves com uma desculpa absurda, como minha avozinha era trapezista.
- Com licencinha pro Madruguinha que vai tomar um cafezinho!
- Desculpa clássica do Seu Madruga para fugir da cobrança do aluguel pelo Seu Barriga.
- Cale-se, cale-se, você me deixa louco!
- Quico grita histérico sacudindo os braços quando Chaves ou Chiquinha o irritam profundamente.
- Gentalha, gentalha, pprrr!
- Quico insulta o Seu Madruga com um som labial antes de entrar triunfalmente na casa da Dona Florinda.
- Você não vai com a minha cara?
- Pergunta arrogante e desafiadora do Quico inflando as bochechas diante de quem o contraria.
- Diz que sim, não seja mau, sim?
- Chantagem emocional que Quico faz choramingando para convencer os adultos a lhe darem algo.
- Pois é, pois é, pois é!
- Bordão do choro escandaloso da Chiquinha com soluços altos para chamar atenção e comover o pai.
- O que você quer, seu pirralho?
- Chiquinha se impondo de braços cruzados diante dos meninos para manipular suas brincadeiras e lanches.
- Uê, uê, uê, uê!
- Choro fingido e exagerado da Chiquinha ao ser desmascarada em alguma armação contra Quico ou Chaves.
- Não quer entrar para tomar uma xícara de café?
- Convite charmoso de Dona Florinda para o Professor Girafales, esquecendo completamente a briga anterior.
- Não seria muito incômodo?
- Resposta tímida e previsível do Professor Girafales ao convite de café da Dona Florinda com um buquê na mão.
- E da próxima vez vá fazer isso com a sua avó!
- Dona Florinda após dar um tapa estalado na cara do Seu Madruga por achar que ele bateu no Quico.
- Vá pra casa, tesouro! Não se misture com essa gentalha!
- Ordem diária de Dona Florinda puxando Quico pela mão após insultar Seu Madruga.
- Tá, tá, tá, tá, TÁ!
- Grito repetido do Professor Girafales batendo o pé ao perder completamente a paciência com os alunos na escola.
- Eu só me engano uma vez: quando penso que estou enganado!
- Demonstração de vaidade pedagógica e arrogância intelectual do Professor Girafales em sala de aula.
- Pague o aluguel!
- Exigência clássica do Seu Barriga ao pisar na vila, cobrando incansavelmente os 14 meses de atraso do Seu Madruga.
- Tinha que ser o Chaves de novo!
- Grito de dor e revolta do Seu Barriga toda vez que é atingido por Chaves ao entrar no pátio.
- E como é que é? E como é que fica?
- Cobrança indignada do Seu Barriga ao ver Seu Madruga inventando desculpas esfarrapadas para não pagar.
- O senhor não quer comprar esta revistinha?
- Tentativa desesperada do Seu Madruga de vender artigos sem valor ao Seu Barriga em troca do perdão da dívida.
- Não me diga Seu Madruga, me chame de 'Seu Rei'!
- Seu Madruga tirando sarro das crianças quando acha que elaborou um plano infalível para ganhar dinheiro.
- Prefiro morrer do que perder a vida!
- Pérola de raciocínio contraditório dita por Chaves diante de um suposto perigo sobrenatural.
- Tome! E só não te dou outra porque...
- Cascudo clássico aplicado pelo Seu Madruga na cabeça do Chaves, seguido pelo choro piripaque.
- O piripaque do Chaves
- Paralisia cômica do Chaves em pose estátua por causa de susto, desfeita somente com um copo de água fria no rosto.
- Já chegou o disco voador!
- Grito de alerta cômico do Seu Madruga para avisar que Dona Florinda ou Seu Barriga estão se aproximando.
- Empresta uma xícara de açúcar?
- Desculpa de Dona Clotilde para puxar conversa e tentar seduzir o 'Madruguinha' na casa dele.
- Satanás! Satanás! Cadê você?
- Dona Clotilde chamando seu cachorro na vila, aterrorizando as crianças que acham que ela invoca demônios.
- Bruxa do 71!
- Grito apavorado das crianças fugindo sempre que Dona Clotilde sai da sua porta vestida de azul.
- Que coisa, não?
- Expressão mansa e resignada do Seu Madruga ao ouvir um absurdo incontestável e preferir não retrucar.
- Silêncio! Silêncio! O homem das cavernas!
- Godinez responde na aula uma pergunta aleatória sem prestar atenção nenhuma ao conteúdo da matéria.
- Eu não fiz nada, professor!
- Godinez levantando a mão e se defendendo antes mesmo de ser chamado ou acusado pelo Professor Girafales.
- Pipipipipipipi!
- Onomatopeia do choro agudo e desolado do Chaves sentado no chão com o braço no rosto.
- Ai, cala a boca, cala a boca, você me deixa louco!
- Variação de desespero do Quico com a voz desafinada quando Chiquinha tenta trapacear nas brincadeiras.
- Seu Madruga, sua avó era toureira?
- Chaves questionando as justificativas absurdas de Seu Madruga sobre as profissões de sua falecida avó.
- Estou falando com a mula, não com os carrapatos!
- Ofensa afiada dita por Seu Madruga para cortar as intromissões infantis durante discussões sérias.
- Que que foi, que que foi, que que há?
- Bordão com dancinha do Seu Madruga ao chegar desconfiado diante de uma roda de fofoca na vila.
- Foi culpa do Chaves!
- Acusação automática e unânime de Quico e Chiquinha para escapar dos castigos dos pais.
- Seu Madruga sapateiro
- Episódio onde Seu Madruga tenta consertar sapatos e as crianças colam os dedos e as ferramentas com graxa e cola.
- Os churros da Dona Florinda
- Seu Madruga come todos os churros da barraca achando que Chaves os estava roubando secretamente.
- O sanduíche de presunto
- O maior objeto de desejo e sonho gastronômico do Chaves, que quase nunca consegue comê-lo em paz.
- Suco de limão que parece de tamarindo e tem gosto de groselha
- A famosa confusão de sabores e cores dos refrescos vendidos pelo Chaves a um centavo na calçada.
- O festival da boa vizinhança
- Episódio festivo em que Chaves recita o poema do cão arrependido repetidas vezes sem parar.
- Volta o cão arrependido...
- Poema cômico declamado por Chaves: 'Com suas orelhas tão fartas, com seu osso roído e com o rabo entre as patas'.
- Os espíritos zombeteiros
- Sessão espírita improvisada na casa de Seu Madruga com pratos voando e pratos de sopa sumindo misteriosamente.
- Boa noite, vizinhança!
- Canção emocionante de encerramento da viagem da vila para o hotel em Acapulco.