Jonas
Este conjunto aborda a história bíblica do profeta Jonas, seus personagens e eventos relacionados em português.
Cartões · 50
- Jonas
- Profeta hebreu, filho de Amitai, enviado por Deus para profetizar contra a cidade de Nínive.
- Amitai
- Pai do profeta Jonas, mencionado na abertura do livro bíblico.
- Nínive
- Capital do Império Assírio, conhecida por sua maldade, para onde Jonas foi inicialmente enviado.
- Társis
- Cidade portuária distante para a qual Jonas tentou fugir a fim de escapar da ordem divina.
- Jope
- Cidade portuária onde Jonas embarcou em um navio com destino a Társis.
- A fuga de Jonas
- Ato de desobediência em que Jonas viajou na direção oposta a Nínive para fugir da presença de Deus.
- A grande tempestade
- Tormenta violenta enviada por Deus contra o navio de Jonas durante sua fuga para Társis.
- Os marinheiros
- Tripulantes pagãos que temeram pela vida, oraram a seus deuses e tentaram salvar o barco.
- O capitão do navio
- Homem que acordou Jonas adormecido no porão e exigiu que ele clamasse ao seu Deus.
- O lançamento de sortes
- Método usado pelos marinheiros para identificar o culpado pela tempestade, apontando para Jonas.
- A confissão de Jonas
- Momento em que Jonas revelou ser hebreu, adorador do Deus criador, e pediu para ser jogado ao mar.
- O lançamento de Jonas ao mar
- Ação dos marinheiros que imediatamente acalmou a fúria da tempestade.
- A conversão dos marinheiros
- Temor reverente e sacrifícios oferecidos ao Deus de Israel após a tempestade cessar.
- O grande peixe
- Criatura preparada por Deus para engolir Jonas vivo e impedir seu afogamento.
- Três dias e três noites
- Período em que Jonas permaneceu no ventre do grande peixe em oração.
- A oração no ventre do peixe
- Súplica de Jonas expressando arrependimento, gratidão e votos de obediência a Deus.
- A libertação de Jonas
- Momento em que o grande peixe vomitou Jonas em terra firme sob a ordem divina.
- O segundo chamado a Nínive
- Renovação da ordem de Deus para que Jonas pregasse contra a grande cidade de Nínive.
- A caminhada de três dias
- Expressão usada para descrever a vasta extensão territorial da cidade de Nínive.
- A mensagem de Jonas em Nínive
- Proclamação de que a cidade seria destruída no prazo de quarenta dias.
- Quarenta dias
- Prazo estabelecido pela profecia de Jonas para o juízo iminente sobre Nínive.
- O rei de Nínive
- Monarca assírio que desceu do trono, vestiu panos de saco e ordenou o jejum de toda a cidade.
- O arrependimento de Nínive
- Decisão coletiva de jejum, oração e abandono da violência por todos os cidadãos e governantes.
- O jejum dos animais
- Decreto do rei que proibiu até os animais domésticos de comer e beber água em sinal de luto.
- O perdão de Deus a Nínive
- Decisão misericordiosa do Senhor de revogar a punição diante do arrependimento do povo.
- A indignação de Jonas
- Revolta e desagrado do profeta com a misericórdia demonstrada por Deus aos assírios.
- O abrigo a leste da cidade
- Cabana rústica construída por Jonas para esperar e ver o que aconteceria a Nínive.
- A planta (quicaiom)
- Vegetal que Deus fez crescer rapidamente para proporcionar sombra e alívio a Jonas.
- A alegria de Jonas com a planta
- Sentimento efêmero de grande contentamento do profeta pelo conforto da folhagem.
- O bicho ou verme
- Criatura enviada por Deus no dia seguinte para secar e destruir a planta.
- O vento oriental quente
- Vento sufocante enviado por Deus que, junto ao calor do sol, fez Jonas desmaiar.
- O desejo de morte de Jonas
- Pedido insistente do profeta para morrer devido à perda da planta e à frustração com Deus.
- A lição da planta
- Contraste divino entre a compaixão de Jonas por uma planta e a falta de dó por uma metrópole.
- Cento e vinte mil pessoas
- Número de habitantes inocentes de Nínive mencionados por Deus que não sabiam discernir a mão direita da esquerda.
- Muitos animais
- Criação mencionada no último versículo do livro como objeto da compaixão e cuidado de Deus.
- Sinal do profeta Jonas
- Referência de Jesus ao sepultamento e ressurreição ao comparar seus dias na terra com Jonas no peixe.
- Contexto geopolítico assírio
- Cenário histórico em que a Assíria era o império inimigo mais temido e cruel contra Israel.
- Pano de saco
- Veste rústica usada no Antigo Oriente para demonstrar luto, aflição e arrependimento público.
- Cinza
- Elemento sobre o qual pessoas se assentavam para simbolizar profunda humilhação perante Deus.
- Soberania divina sobre a natureza
- Tema recorrente ilustrado pelo controle de Deus sobre a tempestade, o peixe, a planta e o verme.
- Universalismo da graça
- Mensagem central do livro que mostra a misericórdia de Deus estendida além das fronteiras de Israel.
- Nacionalismo religioso
- Atitude egocêntrica de Jonas que rejeitava a ideia de Deus salvar uma nação inimiga.
- Gat-Héfer
- Cidade natal de Jonas, situada no território da tribo de Zebulom em Israel.
- Segundo Livro dos Reis 14:25
- Passagem histórica do Antigo Testamento que confirma a existência e o ministério de Jonas sob Jeroboão II.
- Jeroboão II
- Rei de Israel durante o período histórico em que o profeta Jonas exerceu seu ministério.
- A compaixão divina
- Atributo supremo de Deus revelado ao poupar Nínive e ensinar a tolerância a Jonas.
- A confissão teológica de Jonas
- Declaração de Jonas admitindo que sabia que Deus era clemente, misericordioso e tardio em irar-se.
- O contraste de Jonas com os pagãos
- Ironia da narrativa onde os marinheiros e assírios mostram mais reverência a Deus do que o profeta.
- O final em aberto do livro
- Término da história com uma pergunta retórica de Deus, sem registrar a resposta final de Jonas.
- Salvação pertence ao Senhor
- Clímax da declaração de fé de Jonas enquanto ainda orava no ventre do peixe.