Líderes da Revolução Farroupilha
Este conjunto apresenta as principais figuras históricas, líderes militares e políticos da Guerra dos Farrapos. Destina-se a estudantes de história e interessados no tema.
Cartões · 52
- Bento Gonçalves da Silva
- Principal líder militar e político dos farroupilhas, foi proclamado presidente da República Rio-Grandense e liderou as forças rebeldes em várias batalhas.
- Antônio de Sousa Neto
- General farroupilha que proclamou a República Rio-Grandense após a vitória decisiva na Batalha do Seival em setembro de 1836.
- Giuseppe Garibaldi
- Revolucionário italiano que atuou como comandante naval farrapo, liderando a frota rebelde nas lagoas gaúchas e a tomada de Laguna.
- Anita Garibaldi
- Combatente catarinense que se juntou a Giuseppe Garibaldi na Batalha de Curitibanos e nas expedições da efêmera República Juliana.
- David Canabarro
- Comandante militar farrapo que liderou a invasão de Santa Catarina, fundou a República Juliana e negociou o Tratado de Ponche Verde.
- Luís Alves de Lima e Silva (Barão de Caxias)
- Nomeado presidente do Rio Grande do Sul e comandante imperial, combinou ação militar e diplomacia para pacificar a província em 1845.
- Domingos José de Almeida
- Ideólogo civil e ministro da Fazenda e do Interior da República Rio-Grandense, responsável pela administração e finanças rebeldes.
- José Mariano de Mattos
- Engenheiro militar e político radical farrapo, atuou como ministro da Guerra e vice-presidente da República Rio-Grandense.
- Afonso Corte Real
- Capitão farrapo célebre pela ousada tomada de Porto Alegre em 1835, um dos primeiros grandes sucessos militares da rebelião.
- Onofre Pires
- Coronel farroupilha de destaque militar que rompeu politicamente com Bento Gonçalves, culminando em um duelo mortal entre ambos em 1844.
- Joaquim Teixeira Nunes (Gavião)
- Comandante do Corpo de Lanceiros Negros, lendário por sua bravura montada, morto na trágica Batalha de Porongos.
- José Gomes Jardim
- Médico e fazendeiro, sediou em sua propriedade o planejamento da tomada de Porto Alegre e atuou como vice-presidente da república farrapa.
- Vicente da Fontoura
- Líder político civil moderado que atuou como secretário de governo e articulador farrapo nas negociações de paz com Caxias.
- Antônio Manuel Correia da Câmara
- Militar e diplomata farrapo que tentou obter reconhecimento formal e apoio militar para a república junto ao Uruguai e Argentina.
- Bento Manuel Ribeiro
- Habilidoso general que alternou lealdades entre farroupilhas e imperiais repetidas vezes, desequilibrando o conflito com sua cavalaria.
- Manuel Marques de Sousa (Conde de Porto Alegre)
- Comandante legalista do Império, defendeu Porto Alegre com firmeza durante os sucessivos cercos e ataques rebeldes.
- João Manuel de Lima e Silva
- General farroupilha e tio de Duque de Caxias, organizou as primeiras forças republicanas antes de ser capturado e fuzilado em 1837.
- Lucas de Oliveira
- Comandante de cavalaria farroupilha que obteve vitórias expressivas no interior da província contra colunas do exército imperial.
- Antônio Elzeário de Miranda e Castro
- Presidente imperial da província do Rio Grande do Sul deposto no início da insurreição farrapa em 20 de setembro de 1835.
- Gaspar Silveira Martins (jovem contemporâneo)
- Família influente na fronteira sul que viveu as disputas e divisões políticas locais causadas pelo prolongado conflito separatista.
- Joaquim Pedro Soares
- Patriota e oficial farroupilha responsável pela intendência e defesa de posições estratégicas na região de Piratini.
- João Paulo dos Santos Barreto
- Comandante militar legalista que atuou no início da revolta tentando conter a mobilização farroupilha no interior gaúcho.
- Sebastião Barreto Pereira Pinto
- Comandante das armas imperiais em Porto Alegre que evacuou a capital após o avanço inicial dos rebeldes em 1835.
- Manuel Luís Osório (General Osório)
- Oficial da cavalaria imperial no início da carreira militar, combateu os rebeldes no Rio Grande do Sul mantendo fidelidade à Coroa.
- Fructuoso Rivera
- Presidente uruguaio e líder dos Colorados que manteve fortes alianças políticas e comerciais clandestinas com os líderes farroupilhas.
- Manuel Oribe
- Líder dos Blancos uruguaios e aliado de Rosas, colaborou com as forças imperiais brasileiras contra os farrapos na fronteira.
- Juan Manuel de Rosas
- Governador de Buenos Aires que vigiou atentamente o conflito platino, alternando pressões geopolíticas sobre o Império e os farrapos.
- Pedro Boticário (Pedro Rodrigues de Carvalho)
- Farmacêutico e ativista político liberal, preso com Bento Gonçalves no Forte do Mar na Bahia após a Batalha do Fanfa.
- Corte Real e a Tomada da Azenha
- Combate de 19 para 20 de setembro de 1835 onde tropas rebeldes dispersaram legalistas e abriram caminho para ocupar Porto Alegre.
- Chico Pedro (Francisco Pedro de Buquim)
- Conhecido como Moringue, foi um coronel legalista impiedoso famoso por ataques surpresa de guerrilha contra acampamentos farrapos.
- Tito Lívio Zambeccari
- Carbonário italiano e secretário de Bento Gonçalves, auxiliou na redação de manifestos republicanos antes de ser capturado pelo Império.
- Luigi Rossetti
- Jornalista italiano refugiado que fundou O Povo, jornal oficial da República Rio-Grandense, divulgando as ideias liberais e republicanas.
- Lanceiros Negros
- Corpo militar de escravizados alforriados que formaram a temida infantaria e cavalaria de choque das forças farroupilhas.
- Dona Caetana Garcia
- Esposa de Bento Gonçalves, administrou as fazendas da família e manteve a rede de comunicação durante as prisões do marido.
- Padre Caldas (Tomás Antônio Gonzaga de Caldas)
- Clérigo influente e deputado provincial que apoiou ideologicamente o movimento liberal e a causa autonomista gaúcha.
- José de Araújo Ribeiro (Visconde de Rio Grande)
- Presidente da província nomeado pela Regência em 1836, cuja recusa de posse pelos farrapos agravou a ruptura institucional.
- Geraldo Ribeiro de Sousa
- Militar legalista que participou ativamente do cerco contra praças republicanas no interior do território sul-rio-grandense.
- Félix de Azambuja Rangel
- Oficial da Guarda Nacional que aderiu à causa rebelde e atuou como comandante regional no vale do Taquari.
- Manuel Antônio dos Passos
- Oficial republicano responsável pelo apoio logístico naval aos lanchões de Garibaldi durante as travessias lacustres.
- Domingos Crescêncio de Carvalho
- General farroupilha experiente em combates de cavalaria, participou de importantes vitórias táticas nas coxilhas do sul.
- Vasco Alves Pereira
- Coronel farrapo comandante da fronteira oeste, fundamental na defesa da região de Alegrete e São Borja.
- Joaquim de Oliveira Ramos
- Oficial imperial que liderou esquadrões de repressão contra piquetes móveis farroupilhas ao longo do rio Jacuí.
- Joaquim Vieira da Silva e Sousa
- Presidente da província indicado pelo Império que tentou negociar termos com os revoltosos em fases intermediárias da guerra.
- Álvaro Machado
- Líder regimental farrapo que operou nas Missões, assegurando o controle republicano sobre o fornecimento de gado e cavalos.
- Alexandre Luís de Queirós e Vasconcelos
- Oficial da marinha imperial encarregado do bloqueio costeiro do Rio Grande para asfixiar o comércio exterior farroupilha.
- Saturnino de Sousa e Oliveira
- Diplomata e político imperial que colaborou com Duque de Caxias na pacificação civil e reintegração dos oficiais rebeldes.
- Frederico Mariath
- Comandante naval do Império que combateu Garibaldi na Batalha da Barra de Laguna, retomando o porto catarinense para a Regência.
- Bernardo Pires
- Militar e maçom farrapo, projetista do brasão de armas e da bandeira tricolor adotada pela República Rio-Grandense.
- Inácio José de Oliveira Guimarães
- Comandante da guarnição imperial de Laguna surpreendido e deposto pela expedição combinada de Canabarro e Garibaldi em 1839.
- Padre Chagas (Francisco das Chagas Martins Ávila)
- Vigário de Porto Alegre que organizou orações e suporte moral às forças imperiais durante os cercos à cidade.
- Pedro II do Brasil (D. Pedro II)
- Monarca brasileiro cuja maioridade antecipada abriu caminho político para consolidar a anistia e a paz no Rio Grande do Sul.
- Tratado de Ponche Verde
- Acordo assinado em março de 1845 que encerrou a Guerra dos Farrapos, concedendo anistia aos rebeldes e libertação aos escravos combatentes.