Navios da Royal Navy (1919–1945)
Estudo sobre as classes, especificações técnicas, inovações de projeto e vulnerabilidades dos navios de guerra da Royal Navy entre 1919 e 1945.
Cartões · 50
- Classe Nelson (Tratados)
- Projetada sob o limite estrito de 35.000 toneladas do Tratado Naval de Washington de 1922.
- Classe Nelson (Armamento Principal)
- Montava nove canhões de 16 polegadas (406 mm) agrupados à vante em três torres tríplices.
- Classe Nelson (Inovação de Blindagem)
- Primeira classe britânica a adotar o esquema de blindagem tudo ou nada (all-or-nothing).
- Classe Nelson (Vulnerabilidade de Manobra)
- A superestrutura recuada causava sérios problemas de manobrabilidade e deriva sob vento forte.
- Classe Nelson (Problema Balístico)
- A alta velocidade de saída dos projéteis causava desgaste acelerado no raiamento dos canhões.
- Classe King George V (Tratado)
- Concebida respeitando a cláusula do Segundo Tratado Naval de Londres com canhões de 14 polegadas.
- Classe King George V (Blindagem Vertical)
- Cinto blindado externo contínuo e espesso de 381 mm, um dos mais robustos da Segunda Guerra Mundial.
- Classe King George V (Vulnerabilidade do Armamento)
- As complexas torres quádruplas de 14 polegadas sofriam frequentes panes e travamentos mecânicos.
- Classe King George V (Autonomia)
- Capacidade de combustível limitada em comparação aos encouraçados norte-americanos contemporâneos.
- HMS Prince of Wales (Afundamento)
- Perdido após ataque aéreo japonês em 1941 devido à inundação catastrófica pelo eixo da hélice.
- HMS Hood (Conceito)
- Projetado durante a Primeira Guerra Mundial como o ápice do cruzador de batalha britânico.
- HMS Hood (Vulnerabilidade Fatal)
- Blindagem horizontal deficiente contra projéteis em trajetória mergulhante de longo alcance.
- HMS Hood (Perda em Combate)
- Destruído pelo Bismarck no Estreito da Dinamarca após penetração fatal no paiol de munição.
- Classe Queen Elizabeth (Modernização)
- Recebeu caldeiras modernas, nova ponte 'Queen Anne's Mansion' e maior proteção antiaérea nos anos 30.
- HMS Warspite (Desempenho)
- Famoso pela resiliência lendária no Mediterrâneo e suporte de fogo naval durante o Dia D.
- Classe Revenge (Limitação)
- Velocidade máxima lenta (cerca de 21 nós) limitou seu emprego tático na Segunda Guerra Mundial.
- Classe Vanguard (Origem)
- Último encouraçado britânico, construído com canhões reaproveitados de 15 polegadas da Primeira Guerra.
- Classe Vanguard (Inovação)
- Excelente estabilidade no mar, arco pronunciado de proa e integração completa de radares de tiro.
- HMS Ark Royal (Inovação do Convés)
- Primeiro porta-aviões britânico com convés de voo integrado integralmente como parte estrutural do casco.
- HMS Ark Royal (Vulnerabilidade Torpédica)
- Perdido para um único torpedo do U-81 em 1941 devido a falhas na contenção e perda de energia.
- Classe Illustrious (Conceito de Convés)
- Pioneiro no uso de convés de voo blindado de 76 mm para resistir a bombas pesadas mergulhantes.
- Classe Illustrious (Capacidade Aérea)
- O hangar blindado reduziu drasticamente a capacidade de aeronaves em relação aos porta-aviões rivais.
- Classe Illustrious (Resistência Kamikaze)
- O convés blindado permitiu absorver múltiplos ataques suicidas no Pacífico com danos reparáveis.
- Classe Implacable (Modificação)
- Adotou dois hangares sobrepostos para aumentar o grupo aéreo mantendo proteção blindada parcial.
- Classe Colossus (Porta-aviões Leve)
- Construído segundo padrões mercantes para produção rápida em massa como porta-aviões de escolta rápida.
- Classe County (Tratado de Washington)
- Cruzadores pesados projetados no teto de 10.000 toneladas e canhões de 8 polegadas (203 mm).
- Classe County (Vulnerabilidade de Blindagem)
- Blindagem vertical quase nula inicialmente para priorizar alcance global e navegabilidade.
- Classe York (Conceito Econômico)
- Versão reduzida da classe County armada com seis canhões de 8 polegadas para conter custos orçamentários.
- Classe Leander (Cruzador Leve)
- Focou em economia, confiabilidade mecânica e armamento de oito canhões de 6 polegadas (152 mm).
- Classe Arethusa (Cruzador Leve)
- Versão compacta de 5.200 toneladas projetada para liderar flotilhas de contratorpedeiros na esquadra.
- Classe Town (Desenho de Resposta)
- Projetada com doze canhões de 6 polegadas em resposta aos cruzadores japoneses da classe Mogami.
- Classe Town (Subclasse Belfast)
- Blindagem reforçada, proteção do maquinário aprimorada e amplas baterias antiaéreas secundárias.
- Classe Crown Colony (Restrição do Tratado)
- Compactada em 8.000 toneladas devido ao Tratado de Londres, reduzindo peso e espaço operacional.
- Classe Dido (Função Antiaérea)
- Projetada primariamente como escolta antiaérea da frota armada com canhões de duplo emprego de 5,25 polegadas.
- Classe Dido (Escassez de Armamento)
- A carência crônica de torres de 5,25 polegadas forçou várias unidades a operarem com apenas quatro torres.
- Contratorpedeiros Classe V e W
- Veteranos da Primeira Guerra amplamente modernizados como escoltas de comboio antissubmarino (WAIR).
- Contratorpedeiros Classe A a I
- Padrão de frota interguerra armado com canhões de 4,7 polegadas sem capacidade antiaérea em alta elevação.
- Classe Tribal (Conceito de Artilharia)
- Projetada com oito canhões pesados de 4,7 polegadas para superar contratorpedeiros rivais na superfície.
- Classe Tribal (Vulnerabilidade Antiaérea)
- Os canhões originais tinham elevação máxima de 40 graus, tornando-os vulneráveis a bombardeiros de mergulho.
- Classe J, K e N (Inovação Estrutural)
- Adotou desenho de caldeiras compactas longitudinais e casco com anteparas transversais reforçadas.
- Classe Hunt (Contratorpedeiro de Escolta)
- Projetada especificamente para escolta costeira e defesa contra aeronaves e E-boats no Canal da Mancha.
- Classe Hunt (Problema de Estabilidade)
- Erros de cálculo no peso do topo exigiram a remoção de armamentos antes do comissionamento inicial.
- Corveta Classe Flower (Origem Mercante)
- Baseada no baleeiro Smiths Dock para permitir construção acelerada em estaleiros civis não navais.
- Corveta Classe Flower (Navegabilidade)
- Rolamento violento em mar bravio e habitabilidade severa, mas extremamente resistente no Atlântico Norte.
- Fragata Classe River (Inovação ASW)
- Maior alcance e dois eixos propulsores em relação à Flower, tornando-se o padrão da Batalha do Atlântico.
- Fragata Classe Captain (Origem)
- Navios de escolta de contratorpedeiros construídos nos Estados Unidos sob o programa Lend-Lease.
- Classe Black Swan (Sloop de Escolta)
- Excelente plataforma de canhões antiaéreos de 4 polegadas e táticas avançadas do grupo de caça submarina.
- Submarino Classe T (Propósito)
- Submarino de patrulha oceânica robusto com poderoso armamento frontal de até dez tubos de torpedo.
- Submarino Classe U e V (Emprego)
- Unidades pequenas e ágeis que causaram danos devastadores às linhas de suprimento do Eixo no Mediterrâneo.
- Radar Tipo 271 (Impacto)
- Radar de ondas centimétricas que revolucionou a detecção de submarinos alemães navegando na superfície.