Osmose Celular
Estudo detalhado sobre osmose celular, transporte passivo de água e o comportamento de células animais e vegetais em meios hipotônicos, isotônicos e hipertônicos.
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- Definição de osmose
- Movimento passivo de água através de membrana semipermeável do meio hipotônico para o hipertônico.
- Solução isotônica
- Solução com a mesma concentração de solutos em relação ao citoplasma celular.
- Solução hipotônica
- Solução com menor concentração de soluto e menor pressão osmótica que o interior celular.
- Solução hipertônica
- Solução com maior concentração de soluto e maior pressão osmótica que o interior celular.
- Hemácia em meio isotônico
- Permanece em equilíbrio dinâmico, mantendo seu volume normal e formato bicôncavo.
- Hemácia em meio hipotônico
- Absorve água em excesso, incha e sofre lise celular (hemólise), rompendo a membrana.
- Hemácia em meio hipertônico
- Perde água para o meio externo, encolhe e fica com aspecto enrugado (crenação).
- Célula vegetal em meio isotônico
- Fica flácida, pois não há pressão de turgor interna exercida contra a parede celular.
- Célula vegetal em meio hipotônico
- Absorve água e torna-se túrgida, sem se romper devido à resistência da parede celular.
- Célula vegetal em meio hipertônico
- Perde água, o vacúolo encolhe e a membrana se descola da parede (plasmólise).
- Desplasmólise em célula vegetal
- Recuperação do volume e turgor quando a célula plasmolisada é devolvida a meio hipotônico.
- Pressão osmótica
- Pressão necessária para impedir a passagem espontânea do solvente através da membrana.
- Pressão de turgor
- Força mecânica exercida pelo conteúdo celular contra a parede vegetal rígida.
- Aquaporinas
- Canais proteicos integrais que facilitam o transporte rápido de moléculas de água.
- Paramecium em água doce (hipotônica)
- Utiliza vacúolos contráteis para bombear continuamente o excesso de água para fora.
- Bactéria em solução de sal hipertônica
- Sofre plasmólise bacteriana e perde viabilidade metabólica, base da conservação de alimentos.
- Glóbulos brancos em meio hipotônico severo
- Ganham volume rapidamente até a ruptura da membrana celular (citólise).
- Alface temperada com sal e azeite
- Murcha devido à perda de água de suas células para o meio hipertônico externo.
- Soro fisiológico a 0,9% de NaCl
- Meio isotônico ideal para células humanas, permitindo equilíbrio hídrico sem alterações de volume.
- Peixe de água doce em água destilada
- Células branquiais absorvem água por osmose e necessitam expelir urina muito diluída.
- Peixe marinho em água do mar
- Ambiente externo hipertônico força a perda constante de água, exigindo beber água salgada.
- Levedura em xarope de açúcar concentrado
- Perde água para o meio hipertônico, inibindo temporariamente sua fermentação e proliferação.
- Injeção intravenosa de água destilada
- Causa hemólise maciça dos eritrócitos por ser um meio extremamente hipotônico.
- Flores cortadas colocadas em água pura
- Absorvem água por osmose celular, mantendo caules e pétalas eretos e túrgidos.
- Raízes de plantas em solo salinizado
- Incapacidade de absorver água por osmose, levando à dessecação e queima foliar.
- Ameba sem vacúolo pulsátil em meio hipotônico
- Incharia continuamente até sofrer citólise e desintegração celular completa.
- Células da mucosa oral com sal puro
- Perdem água rapidamente para o soluto concentrado, gerando sensação de dessecação.
- Carne-seca e charque em salga
- A água dos tecidos e microrganismos sai por osmose para o sal, conservando o alimento.
- Célula de cebola com azul de metileno e NaCl 5%
- O vacúolo e citoplasma retraem-se visivelmente sob microscópio óptico (plasmólise).
- Soro glicosado a 5%
- Solução isotônica ao sangue humano utilizada para reposição calórica e hídrica.
- Célula animal em água destilada
- Entrada incontrolada de água provoca lise osmótica devido à ausência de parede celular.
- Célula vegetal em água pura
- Fica em turgência máxima, momento em que a pressão de parede iguala a pressão osmótica.
- Crenação
- Enrugamento característico de hemácias quando desidratadas em meio hipertônico.
- Hemólise
- Ruptura das hemácias provocada pela entrada excessiva de solvente em meio hipotônico.
- Plasmólise
- Retração do protoplasto vegetal longe da parede celular por perda osmótica de água.
- Turgência
- Estado de volume expandido e tensão interna em células vegetais em solução hipotônica.
- Flacidez em células vegetais
- Estado em que a célula vegetal não tem tensão de parede por estar em solução isotônica.
- Uva-passa imersa em água mineral
- Reidrata-se e incha porque a água entra por osmose celular em direção aos açúcares internos.
- Pele das mãos enrugada após banho longo
- Osmose na camada córnea que estimula resposta nervosa vasoconstritora na derme.
- Gárgara com água morna e sal
- Reduz o edema da mucosa faríngea ao extrair excesso de fluido intersticial por osmose.
- Fruta cristalizada com calda densa
- Perde umidade celular para a calda hipertônica de açúcar, evitando proliferação fúngica.
- Ureia atravessando membrana biológica
- Soluto penetrante que pode equilibrar osmolaridade e afetar o balanço hídrico celular.
- Célula fúngica em meio hipotônico
- Mantém a integridade estrutural graças à rigidez da sua parede celular de quitina.
- Célula fúngica em meio hipertônico
- Encolhe e entra em estresse osmótico, acumulando glicerol para reter água.
- Adubação com fertilizante químico em excesso
- Hipertoniza a solução do solo e resseca raízes vegetais por osmose reversa involuntária.
- Pepino colocado em salmoura (picles)
- As células vegetais perdem água e encolhem, absorvendo parte do sal do meio.
- Espermatozoides em meio hipotônico
- Sofrem intumescimento e enrolamento da cauda flagelar, perdendo capacidade de locomoção.
- Célula-guarda em estômatos abertos
- Ficam túrgidas por influxo de íons e água, abrindo o poro estomático para trocas gasosas.
- Célula-guarda em estômatos fechados
- Perdem água para as células anexas em estresse hídrico, tornando-se flácidas e fechando o poro.
- Bactérias halófilas no Mar Morto
- Acumulam solutos compatíveis internos para evitar a perda osmótica letal de água.
- Gotas nos olhos com colírio hipotônico incorreto
- Causam ardência e edema nas células da córnea devido à entrada osmótica desregulada.
- Neurônios em hiponatremia aguda
- Inchamento patológico por entrada de água vinda do sangue hipotônico, gerando edema cerebral.