Osmose Celular

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Estudo detalhado sobre osmose celular, transporte passivo de água e o comportamento de células animais e vegetais em meios hipotônicos, isotônicos e hipertônicos.

52 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Citologia Publicado
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Definição de osmose
Movimento passivo de água através de membrana semipermeável do meio hipotônico para o hipertônico.
Solução isotônica
Solução com a mesma concentração de solutos em relação ao citoplasma celular.
Solução hipotônica
Solução com menor concentração de soluto e menor pressão osmótica que o interior celular.
Solução hipertônica
Solução com maior concentração de soluto e maior pressão osmótica que o interior celular.
Hemácia em meio isotônico
Permanece em equilíbrio dinâmico, mantendo seu volume normal e formato bicôncavo.
Hemácia em meio hipotônico
Absorve água em excesso, incha e sofre lise celular (hemólise), rompendo a membrana.
Hemácia em meio hipertônico
Perde água para o meio externo, encolhe e fica com aspecto enrugado (crenação).
Célula vegetal em meio isotônico
Fica flácida, pois não há pressão de turgor interna exercida contra a parede celular.
Célula vegetal em meio hipotônico
Absorve água e torna-se túrgida, sem se romper devido à resistência da parede celular.
Célula vegetal em meio hipertônico
Perde água, o vacúolo encolhe e a membrana se descola da parede (plasmólise).
Desplasmólise em célula vegetal
Recuperação do volume e turgor quando a célula plasmolisada é devolvida a meio hipotônico.
Pressão osmótica
Pressão necessária para impedir a passagem espontânea do solvente através da membrana.
Pressão de turgor
Força mecânica exercida pelo conteúdo celular contra a parede vegetal rígida.
Aquaporinas
Canais proteicos integrais que facilitam o transporte rápido de moléculas de água.
Paramecium em água doce (hipotônica)
Utiliza vacúolos contráteis para bombear continuamente o excesso de água para fora.
Bactéria em solução de sal hipertônica
Sofre plasmólise bacteriana e perde viabilidade metabólica, base da conservação de alimentos.
Glóbulos brancos em meio hipotônico severo
Ganham volume rapidamente até a ruptura da membrana celular (citólise).
Alface temperada com sal e azeite
Murcha devido à perda de água de suas células para o meio hipertônico externo.
Soro fisiológico a 0,9% de NaCl
Meio isotônico ideal para células humanas, permitindo equilíbrio hídrico sem alterações de volume.
Peixe de água doce em água destilada
Células branquiais absorvem água por osmose e necessitam expelir urina muito diluída.
Peixe marinho em água do mar
Ambiente externo hipertônico força a perda constante de água, exigindo beber água salgada.
Levedura em xarope de açúcar concentrado
Perde água para o meio hipertônico, inibindo temporariamente sua fermentação e proliferação.
Injeção intravenosa de água destilada
Causa hemólise maciça dos eritrócitos por ser um meio extremamente hipotônico.
Flores cortadas colocadas em água pura
Absorvem água por osmose celular, mantendo caules e pétalas eretos e túrgidos.
Raízes de plantas em solo salinizado
Incapacidade de absorver água por osmose, levando à dessecação e queima foliar.
Ameba sem vacúolo pulsátil em meio hipotônico
Incharia continuamente até sofrer citólise e desintegração celular completa.
Células da mucosa oral com sal puro
Perdem água rapidamente para o soluto concentrado, gerando sensação de dessecação.
Carne-seca e charque em salga
A água dos tecidos e microrganismos sai por osmose para o sal, conservando o alimento.
Célula de cebola com azul de metileno e NaCl 5%
O vacúolo e citoplasma retraem-se visivelmente sob microscópio óptico (plasmólise).
Soro glicosado a 5%
Solução isotônica ao sangue humano utilizada para reposição calórica e hídrica.
Célula animal em água destilada
Entrada incontrolada de água provoca lise osmótica devido à ausência de parede celular.
Célula vegetal em água pura
Fica em turgência máxima, momento em que a pressão de parede iguala a pressão osmótica.
Crenação
Enrugamento característico de hemácias quando desidratadas em meio hipertônico.
Hemólise
Ruptura das hemácias provocada pela entrada excessiva de solvente em meio hipotônico.
Plasmólise
Retração do protoplasto vegetal longe da parede celular por perda osmótica de água.
Turgência
Estado de volume expandido e tensão interna em células vegetais em solução hipotônica.
Flacidez em células vegetais
Estado em que a célula vegetal não tem tensão de parede por estar em solução isotônica.
Uva-passa imersa em água mineral
Reidrata-se e incha porque a água entra por osmose celular em direção aos açúcares internos.
Pele das mãos enrugada após banho longo
Osmose na camada córnea que estimula resposta nervosa vasoconstritora na derme.
Gárgara com água morna e sal
Reduz o edema da mucosa faríngea ao extrair excesso de fluido intersticial por osmose.
Fruta cristalizada com calda densa
Perde umidade celular para a calda hipertônica de açúcar, evitando proliferação fúngica.
Ureia atravessando membrana biológica
Soluto penetrante que pode equilibrar osmolaridade e afetar o balanço hídrico celular.
Célula fúngica em meio hipotônico
Mantém a integridade estrutural graças à rigidez da sua parede celular de quitina.
Célula fúngica em meio hipertônico
Encolhe e entra em estresse osmótico, acumulando glicerol para reter água.
Adubação com fertilizante químico em excesso
Hipertoniza a solução do solo e resseca raízes vegetais por osmose reversa involuntária.
Pepino colocado em salmoura (picles)
As células vegetais perdem água e encolhem, absorvendo parte do sal do meio.
Espermatozoides em meio hipotônico
Sofrem intumescimento e enrolamento da cauda flagelar, perdendo capacidade de locomoção.
Célula-guarda em estômatos abertos
Ficam túrgidas por influxo de íons e água, abrindo o poro estomático para trocas gasosas.
Célula-guarda em estômatos fechados
Perdem água para as células anexas em estresse hídrico, tornando-se flácidas e fechando o poro.
Bactérias halófilas no Mar Morto
Acumulam solutos compatíveis internos para evitar a perda osmótica letal de água.
Gotas nos olhos com colírio hipotônico incorreto
Causam ardência e edema nas células da córnea devido à entrada osmótica desregulada.
Neurônios em hiponatremia aguda
Inchamento patológico por entrada de água vinda do sangue hipotônico, gerando edema cerebral.

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