Pronomes em Inglês
Estudo dos pronomes e conjunções da língua portuguesa com definições e exemplos práticos, ideal para estudantes.
Cartões · 84
- Pronomes demonstrativos (ex: este, esse, aquele)
- Situam seres no espaço, no tempo ou no texto em relação às pessoas do discurso.
- Pronome demonstrativo Este/Esta/Isto (espaço)
- Indica o que está perto de quem fala (1ª pessoa).
- Pronome demonstrativo Esse/Essa/Isso (espaço)
- Indica o que está perto de quem ouve (2ª pessoa).
- Pronome demonstrativo Aquele/Aquela/Aquilo (espaço)
- Indica o que está distante tanto de quem fala quanto de quem ouve (3ª pessoa).
- Pronomes indefinidos (ex: alguém, tudo, nenhum, vários)
- Referem-se à 3ª pessoa do discurso de modo vago, indeterminado ou impreciso.
- Pronomes pessoais do caso reto (ex: eu, ele)
- Exercem a função de sujeito da oração e indicam quem pratica a ação verbal.
- Pronomes pessoais do caso oblíquo átono (ex: me, te, o, lhe)
- Funcionam como complemento verbal sem preposição obrigatória e ligam-se diretamente ao verbo.
- Pronomes pessoais do caso oblíquo tônico (ex: mim, ti, ele, nós)
- Funcionam como complemento verbal ou nominal e são sempre antecedidos por uma preposição.
- Pronomes de tratamento (ex: Você, Vossa Excelência)
- Usados no trato formal ou informal, exigem que a concordância verbal ocorra sempre na 3ª pessoa.
- Pronomes possessivos (ex: meu, teu, seu, nosso)
- Indicam a ideia de posse em relação às pessoas do discurso e concordam com a coisa possuída.
- Pronomes interrogativos (ex: quem, que, qual, quanto)
- Usados na formulação de perguntas diretas ou indiretas para se referir à 3ª pessoa.
- Pronomes relativos (ex: que, quem, cujo, onde)
- Substituem um termo antecedente, conectando duas orações e evitando repetições desnecessárias.
- Pronome relativo Cujo / Cuja
- Indica posse, liga dois substantivos e concorda em gênero e número com o consequente, nunca aceitando artigo posterior.
- Pronome relativo Onde
- Deve ser empregado exclusivamente para se referir a lugares físicos e concretos.
- Próclise
- Posição do pronome oblíquo átono antes do verbo, obrigatória na presença de palavras atrativas como negações ou advérbios.
- Ênclise
- Posição do pronome oblíquo átono depois do verbo, usada no início de frases ou quando a norma culta proibe a próclise.
- Mesóclise
- Colocação do pronome oblíquo no meio do verbo, exigida quando este está no futuro do presente ou do pretérito sem atração próclitica.
- Uso de Mim x Eu
- Eu é pronome reto e deve ser sujeito que executa a ação; Mim é pronome oblíquo tônico e não pode ser sujeito de verbo no infinitivo.
- Uso de Comigo / Com ti (Contração)
- Próclise com preposição 'com' exige as formas sintéticas comigo, contigo, conosco e convosco.
- Pronomes oblífonos O, A, Os, As após verbos terminados em R, S ou Z
- As consoantes finais são eliminadas e os pronomes assumem as formas Lo, La, Los, Las.
- Pronomes oblífonos O, A, Os, As após verbos terminados em som nasal
- Os pronomes assumem as formas No, Na, Nos, Nas devido à assimilação fonética.
- Pronomes reflexivos (ex: se, si, consigo)
- Indicam que a ação praticada pelo sujeito recai sobre o próprio sujeito.
- Pronomes recíprocos
- Expresam uma ação mútua entre dois ou mais indivíduos do sujeito.
- Uso de Este/Esse no tempo presente e passado próximo
- Este refere-se ao tempo presente ou futuro próximo; Esse refere-se a um passado recente.
- Uso de Este/Aquele no texto (Anáfora e Catáfora)
- Este retoma o termo mencionado por último; Aquele retoma o termo citado em primeiro lugar.
- Função Anafórica do pronome
- Ocorre quando o pronome retoma uma informação que já foi dita anteriormente no texto.
- Função Catafórica do pronome
- Ocorre quando o pronome antecipa uma informação que ainda será apresentada no texto.
- Pronome adjetivo
- Acompanha o substantivo para modificá-lo, determiná-lo ou atribuir-lhe características.
- Pronome substantivo
- Substitui completamente o substantivo na frase, assumindo sua função sintática.
- Verbos transitivos diretos e pronomes o/a/os/as
- Verbos que exigem objeto direto devem ser complementados pelos pronomes o, a, os, as.
- Verbos transitivos indiretos e o pronome lhe/lhes
- Verbos que exigem a preposição 'a' usam o pronome lhe ou lhes como objeto indireto.
- Conjunções coordenativas aditivas (ex: e, nem, não só... mas também)
- Ligam orações ou termos de mesma função sintática, expressando ideia de soma ou acréscimo.
- Conjunções coordenativas adversativas (ex: mas, porém, contudo, todavia, no entanto)
- Unem elementos indicando oposição, contraste, ressalva ou quebra de expectativa.
- Conjunções coordenativas alternativas (ex: ou... ou, ora... ora, quer... quer)
- Expressam ideia de escolha, alternância, exclusão ou sucessão de acontecimentos.
- Conjunções coordenativas conclusivas (ex: logo, portanto, por isso, assim, por conseguinte)
- Introduzem uma dedução, consequência natural ou fechamento lógico da ideia anterior.
- Conjunções coordenativas explicativas (ex: pois [antes do verbo], porque, que, porquanto)
- Introduzem a justificativa, explicação ou razão do que foi afirmado previamente.
- Conjunções subordinativas integrantes (ex: que, se)
- Introduzem orações subordinadas substantivas, funcionando como conectivos neutros de conteúdo.
- Conjunções subordinativas causais (ex: porque, visto que, já que, como [no início], uma vez que)
- Introduzem oração que expressa o motivo ou a causa do fato expresso na oração principal.
- Conjunções subordinativas comparativas (ex: como, tal qual, assim como, mais... do que)
- Estabelecem confronto ou relação de semelhança/diferença entre duas orações ou termos.
- Conjunções subordinativas concessivas (ex: embora, ainda que, mesmo que, conquanto, posto que)
- Introduzem fato que traria impedimento à oração principal, mas não anula a sua realização.
- Conjunções subordinativas condicionais (ex: se, caso, desde que, contanto que, a menos que)
- Expressam uma hipótese ou pré-requisito obrigatório para que a oração principal ocorra.
- Conjunções subordinativas conformativas (ex: conforme, segundo, consoante, como)
- Indicam concordância, adequação ou referência de um fato com outra declaração/opinião.
- Conjunções subordinativas consecutivas (ex: tanto que, de modo que, tão... que, de forma que)
- Introduzem uma oração que expressa o resultado, efeito ou consequência de um fato anterior.
- Conjunções subordinativas finais (ex: a fim de que, para que, porque [no sentido de para que])
- Expressam o objetivo, meta ou propósito pretendido na ação da oração principal.
- Conjunções subordinativas proporcionais (ex: à medida que, à proporção que, quanto mais... mais)
- Relacionam fatos simultâneos que aumentam ou diminuem em razão e intensidade equivalentes.
- Conjunções subordinativas temporais (ex: quando, enquanto, assim que, logo que, desde que)
- Localizam no tempo a realização do evento descrito pela oração subordinada em relação à principal.
- Locução conjuntiva (ex: desde que, a fim de que, por conseguinte, no entanto)
- Conjunto de duas ou mais palavras que desempenha em bloco o papel de uma única conjunção.
- Uso do 'Pois' conclusivo (posposto ao verbo)
- Quando surge deslocado entre vírgulas após o verbo, assume sentido de portanto ou logo.
- Uso do 'Pois' explicativo (anteposto ao verbo)
- Quando surge no início da oração imediatamente antes do verbo, assume sentido de porque ou já que.
- Polissíndeto (ex: 'E trabalha, e luta, e sofre, e vence')
- Recurso estilístico que consiste na repetição intencional e enfática de conjunções coordenativas.
- Assíndeto (ex: 'Vim, vi, venci')
- Omissão proposital de conectivos conjuntivos entre orações coordenadas, separadas apenas por vírgulas.
- Uso de 'Como' com valor causal (ex: 'Como chovia muito, não saímos')
- Quando encabeça a oração adverbial no início do período composto, assume valor estrito de causalidade.
- Uso de 'Como' com valor conformativo (ex: 'Fizemos o trabalho como o professor pediu')
- Equivale semanticamente a 'conforme' ou 'segundo', indicando concordância de método ou instrução.
- Uso de 'Como' com valor comparativo (ex: 'Ela cantava como um pássaro')
- Estabelece analogia direta entre dois elementos comparados em suas qualidades ou ações.
- Uso de 'Se' como conjunção condicional x integrante
- É condicional se expressa hipótese; é integrante se introduz oração que atua como objeto direto ou sujeito.
- Uso de 'Que' como conjunção integrante x explicativa
- É integrante quando introduz oração substantiva; é coordenativa explicativa se justifica comando anterior.
- Conjunção 'Conquanto' (ex: 'Conquanto chovesse, fomos à praia')
- Conjunção subordinativa concessiva de uso formal que equivale exatamente a 'embora' e rege subjuntivo.
- Conjunção 'Porquanto' (ex: 'Estudei muito, porquanto a prova era difícil')
- Conjunção causal/explicativa que equivale a 'porque' ou 'visto que' (não confundir com 'conquanto').
- Conjunção 'Contudo' vs 'Todavia' (adversativas)
- Ambas exprimem forte contraste e oposição, permitindo deslocamento com isolamento por vírgulas.
- Diferença entre 'À medida que' e 'Na medida em que'
- 'À medida que' indica proporção gradativa; 'na medida em que' expressa causa ou justificativa.
- Conjunção temporal 'Mal' (ex: 'Mal cheguei em casa, o telefone tocou')
- Equivale a 'logo que' ou 'assim que', denotando imediatismo temporal na sucessão dos fatos.
- Conjunção concessiva 'Posto que' (ex: 'Posto que fizesse frio, nadaram')
- Conjunção subordinativa puramente concessiva (equivalente a 'embora') e que exige verbo no subjuntivo.
- Conjunção 'Senão' com valor adversativo (ex: 'Não pretendia ofender, senão esclarecer')
- Atua como conjunção coordenativa adversativa equivalente a 'mas sim' ou 'do contrário'.
- Conjunções correlativas aditivas (ex: 'não só... mas também', 'tanto... quanto')
- Estruturas em pares simétricos que adicionam ideias enfatizando a inclusão de ambos os termos.
- Conjunções correlativas comparativas (ex: 'mais... do que', 'menos... que')
- Pares de palavras que estabelecem gradação de superioridade ou inferioridade entre orações.
- Conjunção 'Desde que' temporal x condicional
- Indica tempo quando associada a indicativo ('desde que chegou'); expressa condição com subjuntivo ('desde que venha').
- Conjunção consecutiva com conectivos intensificadores (ex: 'tão... que', 'tamanho... que')
- Apresenta 'que' consecutivo precedido por palavra intensificadora na oração principal.
- Uso da vírgula antes da conjunção aditiva 'E'
- Ocorre obrigatoriamente quando os sujeitos das orações ligadas são distintos ou por motivo de ênfase.
- Conjunção 'Outrossim'
- Conectivo de valor aditivo formal e discursivo que equivale a 'além disso' ou 'igualmente'.
- Conjunção 'Dessarte' / 'Destarte'
- Conectivos conclusivos formais empregados para arrematar teses, equivalendo a 'assim' ou 'dessa forma'.
- Pronome indefinido Qualquer / Quaisquer
- Indica generalização sem distinção de espécie ou valor, flexionando-se internamente no plural.
- Pronome indefinido Nada
- Refere-se a coisas de modo negativo absoluto, exercendo função de pronome substantivo invariável.
- Pronome indefinido Cada
- Pronome adjetivo distributivo invariável que determina substantivo no singular.
- Pronome indefinido Outro / Outra (ex: 'Deseja outro livro?')
- Indica elemento distinto ou adicional dentro do conjunto de indivíduos considerados.
- Pronome indefinido Certo / Certa (anteposto ao substantivo)
- Funciona como pronome indefinido quando precede o nome; posposto passa a ter valor de adjetivo qualificativo.
- Pronome demonstrativo Tal / Tais
- Equivale aos demonstrativos este(s) ou esse(s) quando se refere a algo já citado no texto.
- Pronome demonstrativo O, A, Os, As (ex: 'Não ouvi o que disseste')
- Assumem valor demonstrativo quando equivalem a 'aquele(s)', 'aquela(s)' ou 'aquilo' antes de 'que' ou 'de'.
- Pronome demonstrativo Mesmo / Próprio (reforço)
- Empregado com valor enfático para reforçar a identidade do sujeito, concordando em gênero e número.
- Pronomes de tratamento religiosos (ex: Vossa Santidade, Vossa Eminência)
- Tratamentos reservados ao Papa e a Cardeais, exigindo concordância verbal em 3ª pessoa.
- Pronome de tratamento Vossa Senhoria
- Utilizado para autoridades públicas de menor escalão e na correspondência comercial formal.
- Diferença entre Vossa Excelência e Sua Excelência
- 'Vossa' é usado ao falar diretamente com a autoridade; 'Sua' é usado ao falar sobre a autoridade.
- Pronome relativo Quanto (ex: 'Tudo quanto disse')
- Aparece antecedido pelos indefinidos substantivos 'tudo', 'tanto' ou 'todos', atuando como relativo.
- Pronome relativo Quem (ex: 'O autor de quem falei')
- Refere-se sempre a pessoas ou seres personificados e vem obrigatoriamente regido de preposição quando tem antecedente explícito.
- Pronome relativo Qual / O qual / As quais
- Forma variável que serve para desfazer ambiguidades sintáticas quanto ao termo antecedente.