Revolução Francesa

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Este conjunto cobre os principais eventos e figuras da Revolução Francesa, ideal para estudantes do ensino médio e vestibulandos.

52 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio História moderna Publicado
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Cartões · 52

Convocação dos Estados Gerais (1789)
Reunião convocada por Luís XVI para resolver a crise fiscal; desencadeou a rebelião do Terceiro Estado contra o voto por estamento.
Juramento do Jogo da Péla (1789)
Compromisso firmado pelo Terceiro Estado de não se separar até que fosse redigida uma constituição para a França.
Tomada da Bastilha (14 de julho de 1789)
Queda da fortaleza-prisão símbolo do absolutismo monárquico, marco inicial fundamental da Revolução Francesa.
O Grande Medo (1789)
Onda de pânico no campo que levou camponeses a atacarem castelos senhoriais e queimarem registros de dívidas feudais.
Abolição do Feudalismo (4 de agosto de 1789)
Decisão da Assembleia Constituinte que extinguiu os privilégios da nobreza e do clero, além dos direitos servis.
Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789)
Documento que proclamou a igualdade jurídica, a liberdade individual e o direito à propriedade e à resistência à opressão.
Marcha sobre Versalhes (1789)
Protesto popular, liderado por mulheres parisienses, que forçou a família real a se transferir para Paris.
Constituição Civil do Clero (1790)
Subordinou a Igreja ao Estado e transformou clérigos em funcionários públicos, provocando cisão entre católicos.
Fuga de Varennes (1791)
Tentativa frustrada de Luís XVI de escapar para obter apoio estrangeiro, destruindo a confiança pública no rei.
Massacre do Campo de Marte (1791)
Repressão violenta da Guarda Nacional a manifestantes republicanos, aprofundando as divisões entre moderados e radicais.
Constituição de 1791
Estabeleceu a Monarquia Constitucional na França e introduziu a divisão de poderes com voto censitário.
Declaração de Pillnitz (1791)
Aliança entre Áustria e Prússia que ameaçava intervir militarmente na França para restaurar o poder de Luís XVI.
Guerra da Primeira Coligação (1792)
Conflito internacional iniciado após a França declarar guerra à Áustria, espalhando a revolução pelo continente.
Jornada de 10 de Agosto de 1792
Invasão do Palácio das Tulherias por sans-culottes, resultando na queda definitiva da monarquia francesa.
Massacres de Setembro (1792)
Execuções em massa de milhares de prisioneiros em Paris devido ao medo de conspirações contrarrevolucionárias.
Batalha de Valmy (1792)
Primeira grande vitória militar do exército revolucionário francês, impedindo o avanço prussiano sobre Paris.
Proclamação da Primeira República (1792)
Ato da Convenção Nacional que aboliu a monarquia e fundou a República Francesa em setembro de 1792.
Execução de Luís XVI (1793)
Guilhotinamento do ex-rei por traição à pátria, unindo as monarquias europeias contra o governo revolucionário.
Criação do Tribunal Revolucionário (1793)
Tribunal de exceção encarregado de julgar e condenar sumariamente os supostos inimigos da Revolução.
Criação do Comitê de Salvação Pública (1793)
Órgão executivo supremo durante o Terror, responsável pela defesa militar, repressão interna e economia de guerra.
Revolta da Vendeia (1793)
Insurreição civil de caráter católico e monarquista contra o recrutamento militar e o governo jacobino.
Queda dos Girondinos (1793)
Expulsão e prisão dos líderes moderados da Convenção por pressão dos sans-culottes, iniciando a hegemonia jacobina.
O Terror (1793-1794)
Período radical jacobino caracterizado pela suspensão de garantias legais e execução em massa de adversários políticos.
Lei dos Suspeitos (1793)
Decreto que facilitou a prisão arbitrária de qualquer indivíduo suspeito de ser contrário às medidas da Revolução.
Lei do Preço Máximo (1793)
Tabelamento de preços de produtos básicos e salários imposto pelos jacobinos para conter a inflação e atender ao povo.
Calendário Revolucionário Francês (1793)
Novo calendário republicano sem referências religiosas, substituindo o gregoriano para marcar uma nova era histórica.
Descristianização da França (1793-1794)
Campanha radical que fechou igrejas, confiscou bens religiosos e tentou substituir o culto católico pelo Culto da Razão.
Abolição da Escravidão nas Colônias (1794)
Decreto jacobino que libertou os escravizados do império colonial francês, impulsionado pela Revolução Haitiana.
Golpe do 9 do Termidor (1794)
Derrubada e execução de Robespierre e seus aliados, pondo fim ao Terror e iniciando a Reação Termidoriana.
Terror Branco (1795)
Onda de perseguições e assassinatos promovida por moderados e monarquistas contra os jacobinos após a queda de Robespierre.
Constituição do Ano III (1795)
Texto constitucional que restabeleceu o voto censitário e confiou o poder executivo a um colegiado, o Diretório.
Conjuração dos Iguais (1796)
Movimento radical liderado por Graco Babeuf que defendia a abolição da propriedade privada e a igualdade total.
Tratado de Campoformio (1797)
Paz negociada por Napoleão com a Áustria, consolidando as conquistas territoriais francesas no norte da Itália.
Golpe do 18 de Brumário (1799)
Ascensão de Napoleão Bonaparte ao poder como Primeiro Cônsul, encerrando o Diretório e a Revolução Francesa.
Luís XVI
Rei da França durante o início da Revolução; indeciso e resistente às reformas, foi deposto e executado na guilhotina.
Maria Antonieta
Rainha consorte francesa odiada pela população devido a gastos extravagantes e lealdade secreta à corte austríaca.
Maximilien Robespierre
Líder jacobino apelidado de O Incorruptível, governou a França durante o Terror até ser deposto no Termidor.
Georges Danton
Orador revolucionário popular e membro do Comitê de Salvação Pública; defendeu a moderação e acabou guilhotinado.
Jean-Paul Marat
Jornalista radical e editor de L'Ami du Peuple, incitava a violência contra inimigos políticos até ser assassinado.
Charlotte Corday
Simpatizante girondina que assassinou Marat em sua banheira na tentativa de frear a escalada do Terror jacobino.
Louis Antoine de Saint-Just
Braço direito de Robespierre e teórico do Terror, conhecido por sua oratória implacável e defesa da pureza da república.
Marquês de La Fayette
Nobre liberal e comandante da Guarda Nacional em 1789; buscou uma via conciliadora entre nobreza e revolução.
Emmanuel-Joseph Sieyès (Abade Sieyès)
Autor do célebre panfleto O que é o Terceiro Estado?, foi peça-chave nas fases inicial e final da Revolução.
Olympe de Gouges
Autora da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã; reivindicou a igualdade de gênero e foi guilhotinada em 1793.
Jacques Necker
Ministro das finanças demitido por Luís XVI em 1789, ato que serviu de estopim para a agitação que tomou a Bastilha.
Honoré Mirabeau
Líder oratório da fase inicial da Assembleia Constituinte; tentou mediar um acordo duradouro entre a monarquia e a nação.
Camille Desmoulins
Jornalista e agitador que incitou a tomada da Bastilha; posteriormente aliou-se a Danton e foi guilhotinado pelos jacobinos.
Jacques-René Hébert
Líder extremista dos cordeliers e sans-culottes, defendia a descristianização radical até ser purgado por Robespierre.
Graco Babeuf
Pioneiro do socialismo moderno que liderou a Conjuração dos Iguais para derrubar o Diretório e coletivizar terras.
Paul Barras
Principal político executivo do Diretório, acumulou grande poder e corrupção antes de ser afastado por Napoleão.
Madame Roland
Figura influente entre os girondinos que manteve um influente salão político em Paris antes de ser executada no Terror.
Napoleão Bonaparte
Brilhante general que ganhou destaque militar defendendo a Revolução e assumiu o poder no 18 de Brumário.

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