Ciências da Natureza - ENEM

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Este conjunto cobre conceitos de ciências da natureza com foco em ecologia, biologia e química para o ENEM.

105 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Ecologia e meio ambiente Publicado
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Cartões · 105

Eutrofização
Aumento excessivo de nutrientes na água, proliferação de algas, bloqueio da luz, morte de decompositores aeróbicos e redução drástica do oxigênio dissolvido.
Magnificação trófica (Bioacumulação)
Acúmulo progressivo de toxinas não biodegradáveis (como metais pesados e agrotóxicos) ao longo dos níveis da cadeia alimentar, afetando mais os carnívoros de topo.
Efeito estufa
Fenômeno natural de retenção de radiação infravermelha por gases como CO2 e CH4, que mantém o planeta aquecido; sua intensificação antrópica gera o aquecimento global.
Inversão térmica
Fenômeno em que o ar frio fica retido perto do solo sob uma camada de ar quente, impedindo a dispersão de poluentes atmosféricos em áreas urbanas no inverno.
Relação ecológica: Mutualismo
Interação ecológica interespecífica harmônica e obrigatória para a sobrevivência de ambas as espécies envolvidas, como líquens e micorrizas.
Relação ecológica: Protocooperação
Interação interespecífica harmônica não obrigatória, em que ambas as espécies se beneficiam, como o caranguejo-eremita e a anêmona-do-mar.
Relação ecológica: Predatismo
Relação desarmônica interespecífica em que um organismo mata e consome outro organismo para obter energia e nutrientes.
Vacina vs. Soro
Vacina confere imunização ativa e preventiva, contendo antígenos atenuados; soro confere imunização passiva e curativa, fornecendo anticorpos prontos.
Seleção natural
Mecanismo evolutivo darwiniano em que indivíduos com características mais vantajosas em determinado ambiente sobrevivem e se reproduzem mais.
Deriva genética
Flutuação aleatória nas frequências alélicas de uma população, com efeito acentuado em populações pequenas, independentemente da seleção natural.
Esporófito vs. Gametófito
Esporófito é a fase diploide (2n) produtora de esporos por meiose; gametófito é a fase haploide (n) produtora de gametas por mitose.
Vasos condutores: Xilema e Floema
O xilema transporta seiva bruta (água e sais minerais) das raízes para as folhas; o floema transporta seiva elaborada (compostos orgânicos) para todo o vegetal.
Osmose na célula vegetal
Em meio hipertônico a célula perde água e sofre plasmólise; em meio hipotônico ganha água tornando-se túrgida, sem romper devido à parede celular.
Fermentação lática
Processo anaeróbio de produção de ATP no citosol, onde o piruvato é reduzido a lactato, comum em bactérias láticas e fibras musculares humanas em fadiga.
Transgênico
Organismo geneticamente modificado que recebeu e incorporou com sucesso um ou mais genes funcionais pertencentes a uma espécie diferente.
Função dos ribossomos
Complexos de RNA ribossômico e proteínas responsáveis pela síntese proteica (tradução do RNA mensageiro) no citoplasma celular.
Primeira Lei da Termodinâmica
Princípio da conservação da energia: a variação da energia interna de um sistema gasoso é igual ao calor trocado menos o trabalho realizado (ΔU = Q - W).
Segunda Lei da Termodinâmica
O calor não flui espontaneamente de um corpo frio para um corpo quente; nenhuma máquina térmica pode converter todo o calor recebido em trabalho útil.
Efeito Doppler
Variação aparente da frequência de uma onda percebida pelo observador devido ao movimento relativo de aproximação (mais aguda) ou afastamento (mais grave).
Refração e Lei de Snell
Mudança na velocidade e comprimento de onda ao mudar de meio óptico; a frequência permanece inalterada (n1 . sen θ1 = n2 . sen θ2).
Ressonância
Fenômeno em que um sistema oscilatório absorve energia máxima de uma fonte externa que vibra em frequência igual à sua frequência natural.
Difração da luz ou do som
Capacidade de uma onda contornar obstáculos ou fendas com dimensões comparáveis ao seu comprimento de onda.
Polarização
Seleção de uma única direção de oscilação para o campo elétrico de uma onda, fenômeno estritamente exclusivo de ondas transversais.
Circuito em série
A corrente elétrica que percorre todos os resistores é idêntica, mas a diferença de potencial elétrico divide-se proporcionalmente às resistências.
Circuito em paralelo
A ddp é a mesma para todos os ramos; a corrente total divide-se inversamente à resistência elétrica de cada caminho disponível.
Primeira Lei de Ohm
A diferença de potencial aplicada a um resistor ôhmico mantido a temperatura constante é diretamente proporcional à corrente elétrica (U = R . i).
Segunda Lei de Ohm
A resistência elétrica é proporcional ao comprimento e à resistividade do condutor, e inversamente proporcional à sua área transversal (R = ρ . L / A).
Indução eletromagnética (Lei de Faraday)
A variação temporal do fluxo magnético através de uma espira condutora induz nela uma força eletromotriz e uma corrente elétrica associada.
Empuxo (Princípio de Arquimedes)
Força vertical para cima exercida por um fluido sobre um corpo nele imerso, com intensidade igual ao peso do volume de fluido deslocado (E = d . V . g).
Princípio de Pascal
O acréscimo de pressão aplicado a um ponto de um fluido incompressível em equilíbrio transmite-se integralmente a todos os pontos do fluido.
Calor latente vs. Calor sensível
Calor sensível altera a temperatura do corpo sem mudar de fase (Q = m.c.ΔT); calor latente promove mudança de fase mantendo temperatura constante (Q = m.L).
Força de atrito estático vs. cinético
Atrito estático atua em corpos sem deslizamento relativo e é maior ou igual ao atrito cinético, que atua durante o escorregamento entre as superfícies.
Conservação da quantidade de movimento
Em sistemas mecanicamente isolados, onde a resultante das forças externas é nula, a quantidade de movimento total do sistema permanece constante.
Chuva ácida
Precipitação com pH inferior a 5,6 causada pela emissão de óxidos de enxofre (SOx) e de nitrogênio (NOx) que reagem com água formando ácidos fortes.
Interações intermoleculares: Ligação de hidrogênio
Força intermolecular atrativa intensa que ocorre quando o hidrogênio está covalentemente ligado a átomos muito eletronegativos e pequenos (F, O ou N).
Forças de London (dipolo induzido)
Interações intermoleculares mais fracas, resultantes de assimetrias instantâneas na nuvem eletrônica, predominantes em moléculas apolares.
Polaridade e solubilidade (Semelhante dissolve semelhante)
Compostos polares tendem a dissolver substâncias polares e iônicas; solventes apolares dissolvem com facilidade substâncias apolares e lipofílicas.
Ação tensoativa dos sabões
Moléculas anfifílicas formam micelas: extremidades apolares interagem com gorduras e cabeças polares iônicas interagem com a água, facilitando a limpeza.
Princípio de Le Chatelier
Quando um sistema em equilíbrio sofre uma perturbação externa (pressão, temperatura ou concentração), desloca-se no sentido que anula essa perturbação.
Catalisadores químicos
Substâncias que aceleram reações ao criar um caminho alternativo com menor energia de ativação, sem serem consumidas ou alterar o equilíbrio final.
Oxidação e Redução
Oxidação corresponde à perda de elétrons e aumento do número de oxidação (Nox); redução corresponde ao ganho de elétrons e diminuição do Nox.
Pilha eletroquímica
Dispositivo galvânico que converte energia química espontânea em energia elétrica; a oxidação ocorre no ânodo (-) e a redução no cátodo (+).
Eletrólise
Processo não espontâneo impulsionado por corrente elétrica contínua que força reações de oxi-redução, sendo o cátodo negativo e o ânodo positivo.
Isomeria óptica
Ocorre em moléculas com carbono quiral (assimétrico), originando enantiômeros que desviam o plano da luz polarizada para lados opostos.
Reação de esterificação
Reação reversível entre um ácido carboxílico e um álcool, geralmente catalisada por ácido forte, produzindo éster e água.
Saponificação (Hidrólise alcalina)
Reação de um triglicerídeo (óleo ou gordura) com base forte (como NaOH), produzindo sais de ácidos graxos (sabão) e glicerol.
Cracking (craqueamento) do petróleo
Quebra térmica ou catalítica de moléculas de hidrocarbonetos de cadeia longa em frações menores e mais voláteis, gerando gasolina e gás liquefeito.
Biocombustíveis: Etanol e Biodiesel
Fontes renováveis cujo CO2 liberado na queima é reabsorvido pela fotossíntese dos vegetais cultivados, apresentando balanço favorável de carbono.
pH e pOH
Escalas logarítmicas de acidez e basicidade: pH = -log[H+]; a 25 °C a soma de pH e pOH é 14, sendo meio neutro pH = 7 e meio ácido pH < 7.
Tratamento de água: Floculação e Decantação
Adição de sulfato de alumínio para aglomerar impurezas em flocos pesados, permitindo que se depositem no fundo do tanque por ação da gravidade.
Briófitas
Plantas avasculares de pequeno porte, sem raízes verdadeiras (rizoides), com fase gametofítica dominante e fecundação dependente de água para o deslocamento do anterozoide.
Pteridófitas
Primeiras plantas vasculares (com xilema e floema), possuem esporófito dominante e dependem da água para fecundação; exemplos incluem samambaias e avencas.
Gimnospermas
Plantas vasculares que produzem sementes 'nuas' em estróbilos (como pinhas), independentes da água para reprodução devido ao grão de pólen e tubo polínico.
Angiospermas
Grupo vegetal mais abundante e diverso, caracterizado pela presença de flores verdadeiras, frutos que protegem as sementes e dupla fecundação que origina o endosperma 3n.
Dupla fecundação em Angiospermas
Processo exclusivo onde um núcleo espermático fecunda a oosfera formando o zigoto (2n) e o outro fecunda os dois núcleos polares formando o endosperma secundário (3n).
Hormônio vegetal: Auxina (AIA)
Fitormônio responsável pelo alongamento celular, dominância apical, fototropismo e geotropismo; altas concentrações inibem a raiz e estimulam o caule.
Hormônio vegetal: Etileno
Gás hormonal que induz o amadurecimento dos frutos e a abscisão (queda) de folhas, flores e frutos senescentes.
Hormônio vegetal: Giberelina
Promove o alongamento do caule entre os nós, germinação de sementes por quebra de dormência e desenvolvimento de frutos sem fecundação (partenocarpia).
Hormônio vegetal: Citocinina
Estimula a divisão celular (citocinese), retarda a senescência foliar e atua em equilíbrio com as auxinas para regular a diferenciação de tecidos.
Hormônio vegetal: Ácido Abscísico (ABA)
Hormônio do estresse hídrico; induz o fechamento rápido dos estômatos para evitar desidratação e mantém a dormência de sementes e gemas no inverno.
Estômatos e transpiração estomatar
Estruturas epidérmicas formadas por células-guarda que regulam as trocas gasosas e a perda de vapor d'água; abrem com alta turgidez e fecham sob seca ou escuridão.
Teoria da Coesão-Tensão (Dixon)
Explica a ascensão da seiva bruta no xilema impulsionada pela transpiração foliar, mantida pelas forças de coesão (ligações de hidrogênio entre moléculas de água) e adesão às paredes dos vasos.
Hipótese do Fluxo em Massa (Münch)
Mecanismo de translocação da seiva elaborada pelo floema, impulsionado pelo gradiente de pressão osmótica e hidrostática entre o órgão fonte (folha produtora) e o dreno (raízes e frutos).
Meristemas primários vs. secundários
Meristemas primários promovem o crescimento apical em comprimento (protoderme, procâmbio); meristemas secundários promovem o espessamento em largura (câmbio vascular e felogênio).
Fotoperiodismo vegetal
Resposta biológica das plantas ao comprimento dos períodos contínuos de luz e escuro (fotoperíodo), mediada pelo pigmento fitocromo para induzir o florescimento.
Adaptações de plantas xerófitas
Cutícula espessa, folhas reduzidas a espinhos, estômatos em criptas, tecidos aquíferos e metabolismo ácido das crassuláceas (CAM) para minimizar a perda de água na Caatinga ou desertos.
Frutos verdadeiros vs. Pseudofrutos
Frutos verdadeiros derivam exclusivamente do ovário amadurecido (ex.: tomate, pêssego); pseudofrutos derivam de outras partes florais, como o pedicelo (caju) ou o receptáculo (maçã, morango).
Poríferos (Espongiários)
Animais sésseis aquáticos, sem tecidos verdadeiros (parazoários), filtradores dotados de coanócitos flagelados que capturam partículas nutritivas e geram fluxo de água.
Cnidários
Animais diblásticos com simetria radial, cavidade gastrovascular com tubo digestório incompleto e cnidócitos (células urticantes para defesa e captura de presas); ex.: águas-vivas e corais.
Branqueamento dos corais
Fenômeno causado pelo estresse térmico oceânico, no qual os corais perdem suas microalgas endossimbiontes (zooxantelas), expondo seu esqueleto calcário e podendo levar à sua morte em massa.
Platelmintos
Vermes achatados dorsoventralmente, triblásticos acelomados, tubo digestório incompleto e excreção por células-flama (solenócitos); inclui parasitas como esquistossomos e tênias.
Nematelmintos (Nematódeos)
Vermes cilíndricos não segmentados, triblásticos pseudocelomados, com tubo digestório completo (boca e ânus) e cutícula resistente; exemplos incluem lombriga (Ascaris) e ancilóstomo.
Moluscos
Animais de corpo mole e celomados, tipicamente divididos em cabeça, pé e massa visceral, frequentemente protegidos por concha calcária secretada pelo manto; possuem rádula (exceto bivalves).
Anelídeos
Invertebrados celomados com corpo metamerizado (dividido em anéis), circulação fechada com pigmento hemoglobina e excreção por metanefrídios; exemplos: minhocas e sanguessugas.
Artrópodes
Filo mais abundante e biodiverso, caracterizado por exoesqueleto quitinoso rígido, apêndices articulados e crescimento por mudas periódicas (ecdise) controladas hormonalmente.
Metamorfose em insetos
Pode ser ametábola (sem mudança corporal evidente), hemimetábola (incompleta: ovo -> ninfa -> adulto) ou holometábola (completa: ovo -> larva -> pupa/casulo -> adulto).
Equinodermos
Invertebrados marinhos deuterostômios celomados, com esqueleto interno calcário de origem mesodérmica e sistema aquífero (ambulacrário) para locomoção e trocas gasosas; ex.: estrelas-do-mar.
Cordados: Características diagnósticas
Apresentam em pelo menos uma fase do desenvolvimento: notocorda, tubo nervoso dorsal oco, fendas faríngeas e cauda pós-anal muscular.
Peixes Chondrichthyes vs. Osteichthyes
Condrícties têm esqueleto cartilaginoso, fendas branquiais expostas e válvula espiral no intestino; osteíctes têm esqueleto ósseo, opérculo protetor das brânquias e bexiga natatória.
Anfíbios
Vertebrados ectotérmicos com dependência da água para reprodução externa e fase larval, coração tricavitário e respiração mista (cutânea, branquial na larva e pulmonar simples no adulto).
Ovo amniótico
Inovação evolutiva de répteis, aves e mamíferos que permitiu a conquista definitiva do ambiente terrestre, contendo casca protetora e anexos embrionários (âmnio, córion, alantoide e saco vitelínico).
Excreção nitrogenada: Amônia, Ureia e Ácido úrico
Amônia é muito tóxica e requer muita água (peixes ósseos); ureia tem toxicidade intermediária (mamíferos e anfíbios); ácido úrico é pouco tóxico e insolúvel, poupando água (aves e répteis).
Ectotermia vs. Endotermia
Ectotérmicos dependem de fontes externas de calor para regular a temperatura corporal (peixes, anfíbios, répteis); endotérmicos mantêm a temperatura interna estável usando calor metabólico (aves e mamíferos).
Adaptações das aves ao voo
Ossos pneumáticos ocos e leves, esterno em quilha para fixação dos músculos peitorais, penas aerodinâmicas, ausência de bexiga urinária e sacos aéreos acoplados aos pulmões.
Mamíferos: Características exclusivas
Presença de glândulas mamárias funcionais, pelos epidérmicos, diafragma como principal músculo respiratório e três ossículos auditivos no ouvido médio.
Circulação simples vs. dupla
Simples ocorre em peixes (o sangue passa apenas uma vez pelo coração a cada ciclo); dupla ocorre em anfíbios, répteis, aves e mamíferos (passa duas vezes: pequena e grande circulação).
Circulação completa vs. incompleta
Incompleta ocorre em anfíbios e répteis não crocodilianos, onde há mistura de sangue venoso e arterial no coração; completa ocorre em crocodilianos, aves e mamíferos (sem mistura).
Mimetismo batesiano vs. mülleriano
No batesiano, uma espécie inofensiva imita a coloração de aviso de uma espécie tóxica; no mülleriano, duas ou mais espécies tóxicas compartilham o mesmo padrão de alerta visual.
Coloração de advertência (Aposematismo)
Padrão de coloração viva e chamativa exibido por presas tóxicas ou perigosas para sinalizar seu risco e alertar potenciais predadores.
Digestão em ruminantes
Processo fermentativo em estômago policavitário (rúmen, retículo, omaso e abomaso), onde bactérias e protozoários simbiontes degradam enzimaticamente a celulose vegetal.
Esquistossomose (Barriga d'água)
Parasitose causada pelo verme Schistosoma mansoni, cujo ciclo exige o caramujo Biomphalaria como hospedeiro intermediário e penetração ativa de cercárias na pele em água contaminada.
Complexo Teníase-Cisticercose
A teníase ocorre pela ingestão de carne mal cozida com cisticercos (porco ou boi); a cisticercose humana ocorre pela ingestão acidental de ovos de Taenia solium em água ou alimentos contaminados.
Fisiologia: Respiração traqueal em artrópodes
Rede interna de túbulos ramificados (traqueias) que leva oxigênio gasoso diretamente do espiráculo externo até os tecidos celulares, sem mediação do sangue/hemolinfa.
Órgãos análogos vs. Órgãos homólogos
Homólogos têm a mesma origem embrionária mas funções distintas (divergência evolutiva); análogos têm origens embrionárias diferentes mas mesma função adaptativa (convergência evolutiva).
Isomeria geométrica (Cis-Trans)
Ocorre em compostos com ligação dupla entre carbonos ou cadeias cíclicas impedindo a rotação livre; no isômero cis, ligantes idênticos ficam do mesmo lado; no trans, em lados opostos.
Funções inorgânicas: Óxidos básicos vs. ácidos
Óxidos básicos reagem com água formando bases ou com ácidos formando sal e água (ex.: CaO); óxidos ácidos/anidridos reagem com água formando ácidos (ex.: SO2, CO2).
Equilíbrio químico e Constante Kc
Estado dinâmico em que a velocidade da reação direta iguala a da inversa; Kc representa a razão entre a concentração dos produtos e a dos reagentes, constante a dada temperatura.
Cinética química: Energia de ativação
Quantidade mínima de energia que as partículas reagentes devem possuir para colidir de forma efetiva e atingir o complexo ativado, permitindo a reação química ocorrer.
Polímeros de adição vs. condensação
Adição ocorre pela quebra de ligações pi em monômeros com duplas ligações formando cadeias contínuas (ex.: polietileno); condensação une monômeros bifuncionais liberando pequenas moléculas como H2O (ex.: náilon, PET).
Trabalho mecânico de uma força
Produto da componente da força paralela ao deslocamento pelo módulo desse deslocamento (W = F . d . cosθ), mensurado em Joules (J) no Sistema Internacional.
Energia mecânica e conservação
Soma da energia cinética com as energias potenciais (gravitacional e elástica); mantém-se estritamente constante em sistemas isolados onde atuam apenas forças conservativas.
Espelhos esféricos: Côncavo vs. Convexo
Espelho côncavo converge raios luminosos, podendo formar imagens reais ou virtuais ampliadas; espelho convexo diverge os raios luminosos, formando sempre imagens virtuais, direitas e reduzidas com amplo campo visual.
Potência elétrica e consumo de energia
A potência mede a taxa de conversão temporal de energia elétrica (P = V . I); o consumo cobrado na conta de luz é calculado pelo produto da potência pelo tempo de uso em kWh (E = P . Δt).
Efeito fotoelétrico
Emissão de elétrons da superfície de uma placa metálica ao ser atingida por fótons luminosos com energia superior à função trabalho do material, comprovando o caráter corpuscular da luz.
Radiação eletromagnética e espectro luminoso
Ondas transversais que se propagam no vácuo na velocidade da luz; no espectro, a energia e a frequência aumentam do rádio para os raios gama, enquanto o comprimento de onda diminui.