Domínios Morfoclimáticos do Brasil
Estudo dos domínios morfoclimáticos brasileiros segundo Aziz Ab'Sáber, cobrindo relevo, clima, vegetação e hidrografia. Indicado para estudantes do ensino médio e vestibulares.
Cartões · 109
- Conceito de Domínio Morfoclimático
- Combinação integrada de relevo, clima, vegetação, hidrografia e solos que formam uma unidade paisagística macroregional.
- Criador da classificação morfoclimática
- Aziz Nacib Ab'Sáber, geógrafo brasileiro que publicou a divisão clássica em seis grandes domínios na década de 1960.
- Faixas de transição
- Áreas intermediárias de contato ecológico entre domínios distintos, com misturas de solos, climas e coberturas vegetais.
- Número de domínios morfoclimáticos oficiais
- Seis domínios principais: Amazônico, Cerrado, Mares de Morros, Caatingas, Araucárias e Pradarias.
- Domínio Amazônico: Clima predominante
- Equatorial úmido, caracterizado por altas temperaturas, baixa amplitude térmica e chuvas abundantes o ano todo.
- Domínio Amazônico: Vegetação principal
- Floresta Latifoliada Equatorial densa, dividida em mata de igapó, mata de várzea e mata de terra firme.
- Domínio Amazônico: Relevo
- Terras baixas constituídas por planícies fluviais, depressões marginais amazônicas e baixos platôs sedimentares.
- Domínio Amazônico: Localização geográfica
- Região Norte do Brasil e porções do Maranhão e norte de Mato Grosso.
- Mata de Igapó (Amazônia)
- Vegetação florestal permanentemente inundada ao longo dos rios de águas negras ou claras, rica em epífitas.
- Mata de Várzea (Amazônia)
- Formação florestal sujeita a inundações periódicas nas cheias fluviais, sobre solos aluviais férteis.
- Mata de Terra Firme (Amazônia)
- Floresta ombrófila alta nunca inundada, ocupando a maior parte do relevo sobre solos lateríticos profundos e pobres.
- Domínio do Cerrado: Clima predominante
- Tropical típico ou semiúmido, com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno seco prolongado.
- Domínio do Cerrado: Vegetação
- Savana tropical com árvores de casca grossa, troncos tortuosos, folhas coriáceas e estrato gramíneo contínuo.
- Domínio do Cerrado: Relevo e geomorfologia
- Planaltos e chapadões sedimentares interiores com topos aplainados, conhecidos localmente como chapadas.
- Domínio do Cerrado: Solos
- Latossolos profundos, muito ácidos, ricos em alumínio e pobres em nutrientes essenciais (distróficos).
- Domínio do Cerrado: Localização geográfica
- Brasil Central, ocupando quase todo o Centro-Oeste e partes de Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Maranhão.
- Cerrado: Adaptação das raízes
- Raízes pivotantes profundas que atingem o lençol freático durante o período de estiagem invernal.
- Cerradão
- Formação florestal densa com árvores altas e dossel quase fechado dentro do domínio do Cerrado.
- Campos Limpos no Cerrado
- Estrato vegetacional predominantemente herbáceo e gramíneo, com quase ausência de árvores ou arbustos.
- Veredas no Cerrado
- Áreas úmidas de cabeceiras fluviais com solos hidromórficos marcadas pela presença marcante da palmeira buriti.
- Domínio dos Mares de Morros: Relevo
- Relevo mamelonar com colinas convexas erodidas ('meias-laranjas') sobre terrenos cristalinos pré-cambrianos.
- Domínio dos Mares de Morros: Clima
- Tropical atlântico ou tropical de altitude, quente a ameno e com alta pluviosidade decorrente da orografia costeira.
- Domínio dos Mares de Morros: Vegetação
- Floresta Tropical Úmida de Encosta (Mata Atlântica), com grande biodiversidade e alto grau de endemismo.
- Domínio dos Mares de Morros: Localização
- Faixa costeira e planaltos orientais do Brasil, do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul.
- Mares de Morros: Fragilidade ambiental
- Alta suscetibilidade a deslizamentos de terra (escorregamentos) causados por chuvas intensas e desmatamento de encostas.
- Intemperismo químico nos Mares de Morros
- Forte alteração química das rochas cristalinas sob clima úmido, gerando mantos de intemperismo muito espessos.
- Domínio da Caatinga: Clima predominante
- Semiárido, caracterizado por altas temperaturas, baixa umidade e chuvas escassas e irregulares no ano.
- Domínio da Caatinga: Vegetação
- Vegetação xerófila, com arbustos espinhosos, cactos suculentos e perda estacional de folhas (caducifólia).
- Domínio da Caatinga: Relevo
- Depressões interplanálticas sertanejas intercaladas por inselbergs e bordejadas por planaltos como a Borborema.
- Domínio da Caatinga: Hidrografia
- Drenagem intermitente ou temporária, onde a maioria dos rios seca completamente no período de estiagem.
- Domínio da Caatinga: Rio São Francisco
- Principal rio perene que atravessa o domínio semiárido, com nascentes nos planaltos úmidos de Minas Gerais.
- Domínio da Caatinga: Solos
- Solos rasos, pedregosos e pouco lixiviados, quimicamente ricos em bases, mas sujeitos à salinização.
- Domínio da Caatinga: Localização
- Interior do Nordeste brasileiro e porção norte do estado de Minas Gerais (Polígono das Secas).
- Inselbergs da Caatinga
- Maciços rochosos residuais isolados que resistiram à erosão pediplar típica de climas semiáridos.
- Caducifólia na Caatinga
- Mecanismo adaptativo no qual as plantas perdem suas folhas durante a estiagem para evitar perda de água por transpiração.
- Domínio das Araucárias: Clima predominante
- Subtropical úmido (mesotérmico), sem estação seca, com invernos frios e ocorrência frequente de geadas.
- Domínio das Araucárias: Vegetação
- Mata dos Pinhais (floresta ombrófila mista), com predomínio conspícuo do pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia).
- Domínio das Araucárias: Relevo
- Planaltos da Bacia do Paraná com altitudes médias a elevadas (geralmente entre 800 m e 1.400 m).
- Domínio das Araucárias: Solos
- Terras roxas de origem basáltica altamente férteis nos platôs, além de cambissolos e litólicos nas encostas.
- Domínio das Araucárias: Localização
- Interior da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul) e serras do Sudeste.
- Estrato arbóreo da Mata de Araucárias
- Dossel superior aberto formado pelas copas em taça das araucárias, cobrindo sub-bosque de lauráceas e erva-mate.
- Exploração histórica da Mata de Araucárias
- Intensa devastação pela indústria madeireira e expansão agropecuária, restando menos de 5% da área original.
- Domínio das Pradarias: Relevo típico
- Coxilhas, caracterizadas por colinas suaves, onduladas e desgastadas com topos convexos e vales rasos.
- Domínio das Pradarias: Clima predominante
- Subtropical com chuvas bem distribuídas ao longo do ano, invernos rigorosos e verões amenos a quentes.
- Domínio das Pradarias: Vegetação
- Campos limpos contínuos dominados por gramíneas rasteiras e herbáceas, também conhecidos como Pampas gaúchos.
- Domínio das Pradarias: Localização
- Metade sul do estado do Rio Grande do Sul (Campanha Gaúcha).
- Arenização nas Pradarias
- Processo de degradação do solo com formação de bancos de areia e voçorocas, agravado pelo pisoteio pecuário intensivo.
- Matas de Galeria
- Florestas estreitas que acompanham margens de rios com copas fechando sobre o leito, comuns no Cerrado.
- Mata dos Cocais (Faixa de Transição)
- Área de transição entre Caatinga e Amazônia dominada por palmeiras como babaçu e carnaúba (MA e PI).
- Complexo do Pantanal (Faixa de Transição)
- Planície aluvial inundável que combina elementos faunísticos e florísticos do Cerrado, Amazônia e Chaco.
- Agreste nordestino (Transição)
- Faixa intermediária entre a Zona da Mata úmida e o Sertão semiárido, com relevo acidentado e policultura.
- Brejos de Altitude
- Ilhas de floresta úmida sobre serras isoladas no interior do domínio semiárido da Caatinga.
- Intemperismo predominante na Caatinga
- Intemperismo físico ou mecânico, impulsionado pela grande oscilação térmica diária e aridez atmosférica.
- Importância ecológica do cerrado para bacias
- Conhecido como 'caixa-d'água do Brasil' por abrigar nascentes vitais de bacias como Paraná, São Francisco e Tocantins.
- Domínio Amazônico: Ciclagem de nutrientes no solo
- Processo pelo qual a fina camada de serapilheira nutre a vegetação, compensando a baixa fertilidade natural dos solos lixiviados.
- Domínio Amazônico: Latossolos e Argissolos
- Solos profundos, ácidos, altamente intemperizados e quimicamente pobres que recobrem a maior parte da terra firme amazônica.
- Domínio Amazônico: Solos de Várzea (Neossolos Flúvicos)
- Solos formados por deposição fluvial periódica de sedimentos ricos em matéria mineral e nutrientes, apresentando alta fertilidade natural.
- Domínio Amazônico: Terra Preta de Índio
- Horizonte antrópico escuro de altíssima fertilidade, enriquecido historicamente por populações indígenas com carvão vegetal e matéria orgânica.
- Domínio Amazônico: Rios de Águas Brancas/Barrentas
- Rios com grande carga de sedimentos andinos em suspensão e pH próximo ao neutro, como o Rio Solimões, Amazonas e Madeira.
- Domínio Amazônico: Rios de Águas Pretas
- Cursos hídricos ricos em ácidos húmicos e fúlvicos decorrentes da decomposição vegetal sobre areias quartzosas, como o Rio Negro.
- Domínio Amazônico: Rios de Águas Claras
- Rios transparentes que drenam escudos cristalinos antigos com baixa taxa de erosão e poucos sedimentos, como o Tapajós e Xingu.
- Domínio Amazônico: Regime fluvial complexo
- Padrão de cheias e vazantes descompassadas entre afluentes da margem norte e sul, garantindo vazão perene e elevada ao Amazonas o ano todo.
- Domínio Amazônico: Furos, Igarapés e Paranás
- Canais fluviais secundários típicos: igarapés são pequenos cursos na floresta; paranás contornam ilhas fluviais; furos ligam dois rios ou lagos.
- Domínio Amazônico: Aquífero Alter do Chão
- Imensa reserva subterrânea de água doce de natureza sedimentar localizada sob os estados do Pará e Amazonas.
- Domínio Amazônico: Sistema Aquífero Grande Amazônia (SAGA)
- Uma das maiores províncias hidrogeológicas de água doce confinada do planeta, abrangendo formações sedimentares profundas da bacia amazônica.
- Domínio do Cerrado: Latossolos Vermelho e Vermelho-Amarelo
- Solos profundos, bem drenados, porosos, ácidos e com elevada saturação por alumínio que sustentam os platôs e chapadões.
- Domínio do Cerrado: Calagem
- Prática agrícola corretiva aplicada para neutralizar a acidez do solo e fornecer cálcio e magnésio nos solos do domínio.
- Domínio do Cerrado: Laterização e Concreções Ferruginosas
- Formação de crostas endurecidas de óxidos de ferro e alumínio (canga ou pedregulho laterítico) devido à alternância entre seca e chuva.
- Domínio do Cerrado: Dispersor de águas (Berço das Águas)
- Papel hidrográfico estratégico do planalto central em abrigar nascentes de três grandes bacias: Amazônica, Platina e do São Francisco.
- Domínio do Cerrado: Aquífero Urucuia
- Formação sedimentar que armazena água no oeste baiano e norte mineiro, fundamental para a perenidade dos afluentes do São Francisco.
- Domínio do Cerrado: Função hidrológica das raízes profundas
- Atuam como esponjas biológicas que facilitam a infiltração de água das chuvas nos lençóis freáticos e aquíferos profundos.
- Domínio do Cerrado: Regime fluvial pluvial tropical
- Rios perenes com variação marcante de vazão, atingindo ápice no verão chuvoso e vazantes pronunciadas no inverno seco.
- Domínio dos Mares de Morros: Latossolos e Argissolos profundos
- Solos espessos resultantes de intemperismo químico profundo e contínuo sob clima quente e úmido sobre rochas cristalinas.
- Domínio dos Mares de Morros: Movimentos de massa e deslizamentos
- Processos erosivos rápidos e catastróficos nas encostas íngremes saturadas de água durante chuvas concentradas de verão.
- Domínio dos Mares de Morros: Bacias hidrográficas de drenagem exorreica
- Rede densa de rios perenes que deságuam diretamente no Oceano Atlântico, como o Paraíba do Sul, Doce e Ribeira de Iguape.
- Domínio dos Mares de Morros: Rios de planalto e potencial hidrelétrico
- Cursos d'água com fortes rupturas de declive, cachoeiras e corredeiras que drenam as escarpas cristalinas da Serra do Mar e Mantiqueira.
- Domínio dos Mares de Morros: Drenagem dendrítica
- Padrão de drenagem fluvial arborescente que se ajusta aos vales entalhados entre colinas mamelonares (meias-laranjas).
- Domínio dos Mares de Morros: Assoreamento das calhas fluviais
- Consequência direta do desmatamento de encostas e perda de solo, reduzindo a profundidade e a capacidade de vazão dos rios.
- Domínio da Caatinga: Solos pedregosos e rasos (Neossolos Litólicos)
- Solos delgados formados sobre rocha matriz cristalina, com baixa capacidade de retenção hídrica e presença frequente de pedregulhos.
- Domínio da Caatinga: Salinização do solo
- Acúmulo de sais solúveis na superfície devido à alta evapotranspiração potencial e irrigação inadequada em áreas semiáridas.
- Domínio da Caatinga: Riqueza mineral dos solos
- Presença de bases trocáveis e baixa lixiviação química, tornando muitos solos quimicamente férteis, embora fisicamente rasos.
- Domínio da Caatinga: Rios intermitentes e efêmeros
- Cursos hídricos que secam completamente durante a estação de estiagem ou fluem apenas logo após eventos concentrados de chuva.
- Domínio da Caatinga: Rio Parnaíba
- Importante rio perene na transição ocidental da Caatinga com o Meio-Norte, crucial para o abastecimento e irrigação regional.
- Domínio da Caatinga: Aquífero Cristalino
- Águas subterrâneas confinadas em fraturas de rochas ígneas e metamórficas, frequentemente mineralizadas e salobras.
- Domínio da Caatinga: Açudagem e transposição
- Intervenções de engenharia hidráulica históricas para reter águas pluviais e canalizar água do Rio São Francisco para bacias receptoras.
- Domínio da Caatinga: Vertissolos
- Solos argilosos que se fendilham intensamente na seca e expandem quando molhados, exigindo manejo específico na bacia do São Francisco.
- Domínio das Araucárias: Terra Roxa (Nitossolos Vermelhos)
- Solos basálticos muito férteis originados do intemperismo de derrames vulcânicos da Bacia do Paraná no planalto meridional.
- Domínio das Araucárias: Cambissolos e Neossolos
- Solos de espessura média a rasa em relevos ondulados e declivosos sob clima subtropical, sujeitos à erosão hídrica.
- Domínio das Araucárias: Bacia do Rio Paraná e afluentes
- Rede hidrográfica perene de planalto caracterizada por afluentes caudalosos como o Rio Iguaçu, Tibagi e Paranapanema.
- Domínio das Araucárias: Regime fluvial pluvial subtropical
- Rios perenes com vazão contínua e sem estação seca pronunciada, devido à distribuição regular das chuvas no ano.
- Domínio das Araucárias: Aquífero Guarani (recarga meridional)
- Grandes faixas de arenito aflorante no planalto meridional que funcionam como zonas de recarga e infiltração do aquífero.
- Domínio das Araucárias: Gargantas e Cânions fluviais
- Feições geomorfológicas onde rios cortam abruptamente camadas de basalto e arenito, como no Cânion do Itaimbezinho.
- Domínio das Pradarias: Chermossolos (Brunos Não Cálcicos)
- Solos ricos em matéria orgânica com horizonte escuro (A mólio) e alta fertilidade natural sob pastagens naturais dos Pampas.
- Domínio das Pradarias: Planossolos e Hidromorfismo
- Solos mal drenados de várzeas e baixadas pampeanas com acúmulo temporário ou permanente de água, ideais para a rizicultura.
- Domínio das Pradarias: Neossolos Quartzarênicos
- Solos arenosos frágeis, altamente suscetíveis à erosão eólica e hídrica quando o pastejo ou cultivo remove a cobertura vegetal.
- Domínio das Pradarias: Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai
- Principal bacia de drenagem do domínio pampeano, alimentada por afluentes como o Rio Ibicuí e Ijuí.
- Domínio das Pradarias: Bacia Litorânea do Rio Grande do Sul
- Sistema hidrográfico que drena para lagunas costeiras, como a Lagoa dos Patos e a Lagoa Mirim, com rios de baixo gradiente.
- Domínio das Pradarias: Inundação periódica de banhados
- Zonas úmidas de topo e planície que retêm água e atuam como filtros hidrológicos e santuários biológicos no pampa gaúcho.
- Pantanal: Solos Glei e Hidromórficos
- Solos permanentemente ou periodicamente encharcados, de cor acinzentada devido à redução química do ferro na ausência de oxigênio.
- Pantanal: Bacia do Alto Paraguai
- Grande calha coletora que recebe água dos planaltos circundantes e a dissipa lentamente em planície de baixíssima declividade.
- Pantanal: Pulso de inundação
- Oscilação sazonal entre cheia e seca que dita a dinâmica dos solos, distribuição de nutrientes e sedimentação de vazantes.
- Mata dos Cocais: Solos Plintossolos
- Solos de transição sujeitos à flutuação de lençol freático, onde a secagem gera mosqueados ferruginosos e placas endurecidas.
- Mata dos Cocais: Bacias de transição (Itapecuru e Mearim)
- Rios perenes do Maranhão que drenam áreas equatoriais úmidas e sedimentares em direção ao Atlântico Norte.
- Lixiviação nos solos tropicais úmidos
- Processo hidrológico de lavagem de nutrientes solúveis (cálcio, potássio e magnésio) pelas chuvas intensas no solo amazônico e atlântico.
- Erosão em voçorocas no Brasil central
- Sulcos erosivos profundos causados pelo escoamento superficial e subterrâneo que atingem o lençol freático em solos desmatados.
- Lençol freático em áreas de Veredas
- Camada de água subsuperficial que aflora na superfície em meio a solos hidromórficos orgânicos e buritizais no Cerrado.
- Podzolização em planícies litorâneas
- Processo de formação de Espodossolos arenosos e ácidos com horizonte enriquecido por matéria orgânica e alumínio iluviados.
- Bacia Hidrográfica Platina no Brasil
- Mega-bacia composta pelas sub-bacias do Paraná, Paraguai e Uruguai, integrando os domínios do Cerrado, Mares de Morros, Araucárias e Pradarias.
- Bacias Fluviais Autóctones vs. Alóctones
- Autóctones geram toda sua vazão no próprio domínio; alóctones nascem em domínios úmidos e cruzam áreas secas, como o São Francisco na Caatinga.