Família Real e Emancipação do Brasil

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Estudo sobre a chegada da família real portuguesa ao Brasil e o processo de emancipação política até a independência. Destinado a estudantes do ensino médio e vestibulandos.

20 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio História do Brasil Publicado
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Cartões · 20

Bloqueio Continental (1806)
Decreto de Napoleão proibindo o comércio com a Inglaterra, fato que forçou a transferência da corte portuguesa para o Brasil.
Fuga da Família Real (1808)
Transferência da sede do Império Português para o Rio de Janeiro com escolta britânica, evitando a deposição dos Bragança.
Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808)
Fim do pacto colonial e do monopólio comercial metropolitano, permitindo o comércio direto do Brasil com nações aliadas.
Tratados de 1810
Acordos que concederam tarifas alfandegárias preferenciais à Inglaterra (15%), consolidando sua hegemonia econômica na região.
Criação do Banco do Brasil (1808)
Primeira instituição financeira pública do país, criada para financiar os gastos crescentes da corte instalada no Rio.
Missão Artística Francesa (1816)
Grupo de artistas europeus, como Debret, trazido para modernizar a vida cultural carioca e fundar a Escola de Belas Artes.
Elevação a Reino Unido (1815)
Medida que igualou o status jurídico do Brasil ao de Portugal, permitindo a participação portuguesa no Congresso de Viena.
Insurreição Pernambucana (1817)
Revolta separatista e republicana motivada pelos altos impostos e privilégios da corte, prenunciando a ruptura colonial.
Revolução Liberal do Porto (1820)
Movimento burguês em Portugal que exigiu o retorno de Dom João VI, uma constituição e a recolonização do Brasil.
Retorno de Dom João VI (1821)
Regresso do rei a Lisboa para conter os revolucionários, deixando seu filho Dom Pedro como príncipe regente no Brasil.
Príncipe Regente Dom Pedro I
Herdeiro do trono que liderou o processo de separação política e se tornou o primeiro imperador do Brasil independente.
Dia do Fico (9 de janeiro de 1822)
Decisão de Dom Pedro de permanecer no Brasil desobedecendo às ordens de Lisboa, marcando uma ruptura aberta com as Cortes.
Decreto do Cumpra-se (maio de 1822)
Determinação de que nenhuma ordem vinda de Portugal teria validade no Brasil sem a aprovação prévia do príncipe regente.
José Bonifácio de Andrada e Silva
Conhecido como Patriarca da Independência, articulou alianças políticas e orientou Dom Pedro no rompimento com Portugal.
Maria Leopoldina
Princesa regente que, diante das ameaças das Cortes de Lisboa, assinou a declaração que motivou o ato formal de independência.
Grito do Ipiranga (7 de setembro de 1822)
Proclamação simbólica e oficial da independência política do Brasil, rompendo em definitivo os laços coloniais com Portugal.
Coroação de Dom Pedro I (1822)
Entronização que consolidou o Brasil como uma monarquia independente, mantendo a unidade territorial e a ordem escravista.
Guerras de Independência (1822-1824)
Conflitos armados em províncias como Bahia, Maranhão e Pará para expulsar tropas portuguesas leais às Cortes de Lisboa.
Reconhecimento dos Estados Unidos (1824)
Primeira nação estrangeira a reconhecer a independência brasileira, orientada pelos princípios da Doutrina Monroe.
Tratado de Paz e Aliança (1825)
Reconhecimento oficial de Portugal mediado pela Inglaterra, mediante indenização financeira assumida pelo Brasil.

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