Português - Sintaxe e Pontuação PMPE
Este conjunto aborda regras de sintaxe e pontuação focadas em questões da banca Instituto AOCP para concursos públicos.
Cartões · 50
- Identificação do sujeito posposto ao verbo
- A AOCP inverte a ordem direta para induzir o candidato a achar que o sujeito posposto é objeto direto ou que a oração não tem sujeito.
- Verbo 'haver' no sentido de existir
- A banca tenta fazer o candidato flexionar o verbo no plural concordando com o termo seguinte, que na verdade é objeto direto e não sujeito.
- Verbo 'fazer' indicando tempo decorrido
- Costuma ser apresentado no plural ('fazem anos') em opções incorretas; é impessoal, devendo ficar estritamente no singular.
- Sujeito oracional e flexão verbal
- A banca coloca o verbo principal no plural concordando com um substantivo dentro da oração subordinada subjetiva, quando deveria ser singular.
- Pronome 'se' como partícula apassivadora vs índice de indeterminação
- Com VTD + 'se', o substantivo seguinte é sujeito paciente (exige concordância); a banca afirma erradamente que é objeto direto.
- Sujeito indeterminado com VTI + 'se'
- A banca tenta concordar o verbo com o complemento preposicionado, mas o verbo deve ficar na 3ª pessoa do singular.
- Núcleo do sujeito preposicionado
- A AOCP cria alternativas afirmando que termos introduzidos por preposição exercem função de núcleo do sujeito, o que é gramaticalmente impossível.
- Sujeito oculto (elíptico) vs sujeito indeterminado
- A banca confunde propositalmente verbo na 3ª pessoa do plural sem contexto (indeterminado) com sujeito contextualizável no texto (oculto).
- Sujeito inexistente vs sujeito indeterminado
- A banca troca os conceitos ao cobrar fenômenos da natureza ou verbo 'haver', afirmando que o sujeito é indeterminado quando é inexistente.
- Predicado nominal vs predicado verbo-nominal
- A banca classifica predicado verbo-nominal (com verbo transitivo/intransitivo + predicativo) como puramente nominal, omitindo a ação verbal.
- Predicativo do sujeito vs adjunto adnominal
- A AOCP explora adjetivos afastados do substantivo ou com verbos transitivos para testar se o adjetivo é estado transitório ou atributo fixo.
- Predicativo do objeto direto
- A banca afirma que o predicativo do objeto é um adjunto adnominal, ignorando que expressa uma circunstância atribuída pela oração.
- Vírgula entre sujeito e predicado
- A banca insere orações extensas ou intercalações longas para induzir o erro de separar o sujeito de seu predicado por vírgula simples.
- Vírgula entre verbo e seus complementos
- Aparece com frequência separando VTD de objeto direto quando há inversão sintática ou oração subordinada substantiva objetiva direta.
- Vírgula antes do 'e' com sujeitos diferentes
- A banca afirma categoricamente que o 'e' aditivo nunca admite vírgula, ignorando a regra facultativa/recomendada para sujeitos distintos.
- Vírgula antes do 'e' polissindético
- A AOCP cobra a repetição enfática da conjunção aditiva 'e' afirmando que o uso de vírgula entre as coordenadas é proibido.
- Vírgula antes de conjunção adversativa ('mas')
- A banca coloca a vírgula depois do 'mas' em vez de antes, tentando confundir o candidato quanto ao isolamento do conectivo.
- Isolamento de conjunções conclusivas pospostas
- Conjunções como 'portanto' deslocadas após o verbo exigem dupla vírgula; a banca costuma omitir uma delas ou justificar como aposto.
- Adjunto adverbial deslocado curto vs longo
- A AOCP afirma que adjuntos adverbiais curtos (1 ou 2 palavras) deslocados no início da oração exigem vírgula obrigatória, sendo facultativa.
- Adjunto adverbial em ordem direta com vírgula
- A banca tenta justificar o isolamento de adjunto adverbial no final da oração como obrigatório, quando seu uso é puramente facultativo.
- Oração subordinada adjetiva explicativa vs restritiva
- A AOCP altera o sentido do texto inserindo ou retirando vírgulas e afirma falsamente que a pontuação manteve o sentido original intacto.
- Vírgula com aposto explicativo vs aposto especificativo
- A banca afirma que nomes próprios que especificam um substantivo genérico devem ser isolados por vírgulas, o que é um erro gramatical.
- Vírgula no vocativo
- A banca tenta omitir a vírgula do vocativo no meio da frase ou confundi-lo com sujeito da oração.
- Dois-pontos antes de enumeração ou citação
- A AOCP afirma que os dois-pontos podem ser substituídos por ponto e vírgula sem alteração sintática ou desvio à norma-padrão.
- Ponto e vírgula separando orações coordenadas longas
- A banca afirma que o ponto e vírgula é estritamente proibido se a oração anterior já tiver vírgula interna, quando é justamente o oposto.
- Travessão simples vs travessão duplo
- A banca costuma cobrar a troca de parênteses ou vírgulas por travessões afirmando erro de pontuação, embora a equivalência seja legítima.
- Sujeito composto posposto ao verbo
- A AOCP tenta invalidar a concordância atrativa com o núcleo mais próximo, alegando que apenas a flexão no plural é correta.
- Sujeito composto ligado por 'ou' com ideia de exclusão
- A banca força o verbo para o plural, ignorando que exclusão mútua exige verbo obrigatoriamente no singular.
- Sujeito com expressões partitivas ('a maioria de')
- A banca afirma que apenas uma das concordâncias (com o núcleo singular ou com o termo plural) é permitida, negando a dupla possibilidade.
- Voz passiva analítica com agente da passiva
- A banca induz a marcar o agente da passiva como sujeito da oração por causa do sentido semântico de quem pratica a ação.
- Voz reflexiva vs voz passiva pronominal
- A AOCP confunde a ação executada e sofrida pelo sujeito com a passiva com pronome apassivador em que o agente é indeterminado.
- Predicado com verbo intransitivo seguido de adjunto adverbial
- A banca costuma classificar o adjunto adverbial de lugar (ex.: 'Cheguei a Recife') erroneamente como objeto indireto.
- Complemento nominal vs adjunto adnominal com preposição 'de'
- A banca cobra termos ligados a substantivos abstratos; se tiver valor paciente é complemento, se agente é adjunto (pegadinha clássica).
- Objeto direto preposicionado
- A AOCP classifica o objeto direto preposicionado como objeto indireto apenas pela presença mecânica da preposição.
- Pronomes oblíquos átonos 'o, a' vs 'lhe'
- A banca substitui complementos verbais usando 'lhe' como objeto direto, induzindo o erro por soar aceitável na oralidade.
- Oração subordinada adverbial deslocada
- A AOCP costuma considerar facultativa a vírgula após oração subordinada adverbial anteposta, quando na verdade é obrigatória.
- Vírgula antes do conectivo 'que' integrante
- A banca insere vírgula antes de oração subordinada substantiva e afirma que o isolamento é facultativo para dar ênfase expressiva.
- Pontuação em orações coordenadas assindéticas
- A banca afirma incorretamente que orações sem conjunção não podem ser separadas por vírgula, exigindo conjunção explícita.
- Uso de aspas para marcar ironia vs neologismo
- A AOCP altera a justificativa do uso das aspas no texto, trocando sentido figurado/irônico por citação literal em itens de interpretação.
- Verbo 'chegar' e 'ir' com preposição 'em' vs 'a'
- A banca explora a regência exigindo 'a' e tenta validar a pontuação com vírgula separando o verbo do seu adjunto de lugar obrigatório.
- Omissão do verbo (elipse e zeugma) marcada por vírgula
- A AOCP usa a vírgula vicária e afirma que ela está isolando um adjunto adverbial, e não assinalando a elipse de um verbo.
- Verbo transitivo direto e indireto com dois objetos iguais
- A banca cria alternativas contendo dois objetos diretos ou dois indiretos para o mesmo verbo, desrespeitando a bitransitividade.
- Concordância com 'um dos que'
- A banca afirma que apenas a concordância no singular ou apenas no plural é válida, ignorando que a norma aceita ambas.
- Predicado verbal com verbo de ligação aparente
- Verbos como 'andar', 'viver' com valor de ação e adjunto adverbial são classificados falsamente pela AOCP como verbos de ligação.
- Termos coordenados de mesma função e vírgula
- A banca afirma que termos com mesma função sintática ligados por 'nem... nem' não admitem vírgula estilística antes de cada núcleo.
- Parênteses substituídos por travessões no final de período
- A AOCP tenta confundir o fechamento: se o termo interpolado termina o período, o segundo travessão é absorvido pelo ponto final.
- Sujeito coletivo partitivo seguido de especificador no plural
- A banca tenta anular a flexão singular afirmando que concordar com o coletivo singular é gramaticalmente incorreto.
- Conjunção 'como' introduzindo oração conformativa vs causal
- A AOCP isola a oração com vírgulas e cobra a classificação sintática errada, invertendo causa e conformidade na alternativa.
- Vírgula proibida em oração subordinada adjetiva restritiva
- A banca diz que inserir vírgula em oração adjetiva restritiva mantém rigorosamente o sentido do texto original, apenas conferindo pausa.
- Sujeito oracional com verbo 'custar' no sentido de ser difícil
- A banca coloca pessoa como sujeito ('eu custei para aprender') quando o correto é 'custou-me aprender', tendo sujeito oracional.