Primeiros Socorros: TCE e Múltiplos Traumas
Este conjunto cobre procedimentos de primeiros socorros para politraumatismos, TCE e hemorragias. Destina-se a estudantes e profissionais da saúde.
Cartões · 40
- Prioridade absoluta no TCE grave
- Estabilização da coluna cervical e manutenção das vias aéreas abertas com controle de cervical.
- Conduta inicial na hemorragia volumosa
- Aplicação de pressão direta sobre a ferida com pano limpo ou gaze estéril.
- Uso do torniquete em hemorragias graves
- Aplicar de 5 a 7 cm acima da lesão em membros quando a pressão direta falhar.
- Primeira ação na hipotermia acidental
- Remover roupas molhadas e aquecer o paciente gradualmente com cobertores secos.
- O que fazer em caso de perfuração ocular com perda parcial da visão?
- Ocluir ambos os olhos sem pressionar o globo ocular afetado e fixar o objeto se houver.
- Por que ocluir os dois olhos em lesão ocular unilateral?
- Para evitar a movimentação conjugada e involuntária do olho atingido.
- Posicionamento do acidentado com TCE sem suspeita de lesão raquimedular
- Elevar a cabeceira a 30 graus para reduzir a pressão intracraniana.
- O que fazer se houver sangramento interno no ouvido (otorragia)?
- Posicionar a vítima deitada sobre o lado afetado para facilitar a drenagem sem obstruir.
- Principal risco do choque hipovolêmico na hemorragia volumosa
- Incapacidade do sistema circulatório de perfundir órgãos vitais, levando à parada cardíaca.
- Temperatura corporal que define hipotermia acidental
- Temperatura central inferior a 35 graus Celsius.
- Manejo da hipotermia grave no socorro pré-hospitalar
- Evitar movimentos bruscos para prevenir fibrilação ventricular e aquecer o tronco.
- O que NÃO fazer em caso de laceração ocular?
- Nunca aplicar pressão, não lavar vigorosamente e não tentar remover corpos estranhos cravados.
- Sinal de choque hipovolêmico secundário à hemorragia
- Pele fria e pegajosa, palidez, pulso rápido e fraco, confusão mental.
- Avaliação de nível de consciência no TCE
- Utilizar a Escala de Coma de Glasgow para determinar a gravidade do traumatismo.
- Cuidados com estravasamento de líquor e sangue pelo nariz (rinorrense/rinorragia)
- Não obstruir as narinas; deixar fluidos escorrerem e proteger com gaze.
- Tríade da morte no trauma grave
- Hipotermia, acidose metabólica e coagulopatia.
- Ação de reaquecimento ativo externo na hipotermia
- Uso de bolsas térmicas ou mantas aluminizadas aplicadas no tórax, axilas e virilhas.
- Controle de hemorragia em locais onde o torniquete não pode ser aplicado
- Preenchimento da ferida (wound packing) com gaze hemostática e pressão contínua.
- Como identificar perda da visão parcial súbita após trauma?
- A vítima relata visão turva, pontos cegos, manchas escuras ou perda do campo visual.
- O que é lesão interna no ouvido por barotrauma ou trauma direto?
- Dano ao tímpano ou ossículos, manifestado por dor intensa, zumbido e perda auditiva.
- Qual bebida dar a uma vítima hipotérmica e com TCE?
- Nenhuma. Vítimas de trauma grave não devem receber nada por via oral.
- Efeito da hipotermia na coagulação sanguínea
- Inibe a cascata de coagulação, agravando hemorragias volumosas.
- Uso de manta térmica de emergência (aluminizada)
- Lado dourado para fora para reter o calor corporal da vítima hipotérmica.
- Anisocória
- Pupilas com tamanhos diferentes
- Sinal precoce de hipertensão intracraniana após TCE
- Cefaleia intensa, vômitos em jato, alteração pupilar e alteração do nível de consciência.
- o que pode causar anisocoria
- sofrimento do sistema nervoso central
- O que indica anisocoria no TCE?
- Pupilas de tamanhos desiguais, indicando sofrimento cerebral grave ou herniação.
- porque em um trauma de TCE ocorre a nisocoria
- porque ocorre a compressão ou lesão de estruturas do encéfalo e do nervo oculomotor. causando edemas cerebral, hematomas ou aumento da pressão intracraniana.
- Prioridade de atendimento no trauma multissistêmico (XABCDE)
- Controle de hemorragia exsangüinante (X) antes mesmo da abertura de vias aéreas (A).
- Uso de Tornoquetes
- aplicar de 5 a 7 cm acima da lesão em membros quando a pressão direta falhar.
- TCE
- Estabilizar a coluna cervical e manter vias aéreas abertas com controle de cervical
- Hipotermia acidental
- Temperatura abaixo de 35 graus . Remover roupas molhadas e aquecer o paciente gradualmente com cobertores secos.
- Perfuração ocular com perda parcial da visão
- Ocluir ambos os olhos sem precionar o Globo ocular afetado e fixar o objeto se houver
- Poque oclui-se os dois olhos em lesão unilateral?
- Para evitar a movimentação conjugada e involuntária do olho atingido.
- Posicionamento do acidentado de TCE com ou sem lesão Raquimedular
- Elevar a cabeceira a 30 graus para reduzir a pressão intracraniana.
- Sangramento Intenso de Ouvido
- Posicionar a vítima deitada sobre o lado afetado para facilitar a drenagem sem obstruir.
- Qual o principal risco do Choque Hipovolemico Secundário a Hemorragia volumosa?
- Incapacidade do Sistema Circulatório de Perfundir órgãos vitais , levando a parada Cardíaca.
- Manejo da Hipotermia
- Evitar movimentos bruscos para prevenir Fibrilação Ventricular e aquecer o tronco.
- Sinais de Choque Hipovolêmico Secundário a Hemorragia.
- Pele fria e pegajosa, palidez, pulso rápido e fraco e confusão mental.
- Avaliação do nível de consciência no TCE
- Utiliza a escala de coma de Glasgow para determinar a gravidade do traumatismo.