Anatomia e Fisiologia Genital (Fuvest)

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Questões estilo Fuvest sobre anatomia e fisiologia do sistema reprodutor humano para estudantes de vestibulares.

52 cartões Português Nível: Ensino superior Anatomia Publicado
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Cartões · 52

Local exato da espermatogênese nos testículos
Túbulos seminíferos; processo estimulado pelo FSH nas células de Sertoli.
Função das células intersticiais de Leydig
Produção de testosterona sob estímulo direto do LH hipofisário.
Função primária do epidídimo
Armazenamento e maturação funcional com ganho de motilidade dos espermatozoides.
Estrutura seccionada na cirurgia de vasectomia
Ductos deferentes; impede a passagem de espermatozoides sem alterar a produção hormonal.
Composição e função do líquido da vesícula seminal
Fluido alcalino rico em frutose que nutre e confere mobilidade aos espermatozoides.
Papel da próstata na composição do sêmen
Secreta secreção alcalina que neutraliza a acidez vaginal, protegendo os gametas.
Função das glândulas bulbouretrais
Liberam muco pré-ejaculatório alcalino que lubrifica e limpa a uretra de resíduos de urina.
Células que formam a barreira hematotesticular
Células de Sertoli; sustentam, nutrem as espermátides e protegem-nas do sistema imune.
Origem do acrossomo e sua enzima principal
Derivado do complexo golgiense; contém hialuronidase para perfurar a corona radiata.
Região do espermatozoide com alta densidade mitocondrial
Peça intermediária; fornece ATP para a propulsão do flagelo.
Estágio de bloqueio meiótico no ovócito primário ao nascer
Prófase I da meiose, mantido até o início da puberdade.
Estágio de bloqueio do ovócito liberado na ovulação
Metáfase II da meiose; só conclui a divisão se houver fecundação.
Local onde normalmente ocorre a fertilização
Terço distal ou ampola da tuba uterina (trompa de Falópio).
Estrutura seccionada na laqueadura tubária
Tubas uterinas; bloqueia o encontro físico entre espermatozoide e ovócito.
Hormônio hipofisário responsável por disparar a ovulação
Pico de hormônio luteinizante (LH), induzido pelo feedback positivo do estrogênio.
Papel do FSH no ciclo ovariano
Estimula o crescimento e a maturação dos folículos ovarianos.
Origem e papel do corpo lúteo
Formado do folículo rompido após a ovulação; secreta altas doses de progesterona e estrogênio.
Efeito da progesterona sobre o endométrio
Mantém o endométrio vascularizado, secretor e inibe contrações uterinas na fase lútea.
Causa hormonal imediata da menstruação
Queda abrupta nos níveis de estrogênio e progesterona devido à atrofia do corpo lúteo.
Mecanismo de ação da pílula anticoncepcional combinada
Altas taxas de estrogênio e progesterona inibem FSH e LH por feedback negativo, impedindo a ovulação.
Hormônio detectado pelos testes de gravidez de urina
Gonadotrofina coriônica humana (hCG), produzida pelo sinciciotrofoblasto inicial.
Função biológica do hCG nas primeiras semanas de gestação
Manter o corpo lúteo ativo secretando progesterona até a placenta assumir o controle.
Reação acrossômica e sua relevância
Fusão de membranas e liberação enzimática para atravessar zona pelúcida e alcançar o oócito.
Mecanismo de bloqueio lento da poliespermia
Reação cortical: liberação de grânulos corticais que endurecem a zona pelúcida.
Mecanismo de bloqueio rápido da poliespermia
Despolarização elétrica da membrana plasmática do ovócito pela entrada de íons Na+.
Folhetos embrionários originados na gastrulação
Ectoderme, mesoderme e endoderme; precursores de todos os tecidos adultos.
Origem embrionária das gônadas e ductos genitais
Mesoderme intermediária; sofrem diferenciação sexual sob influência do gene SRY.
Gene responsável pela diferenciação testicular embrionária
Gene SRY localizado no braço curto do cromossomo Y.
Papel do Hormônio Antimülleriano (AMH) no embrião
Produzido pelas células de Sertoli, causa a regressão dos ductos de Müller no feto masculino.
Estrutura que o ducto de Wolff origina no homem
Epidídimo, canal deferente e vesícula seminal sob estímulo de testosterona.
Estruturas que os ductos de Müller originam na mulher
Tubas uterinas, útero e terço superior da vagina na ausência de AMH.
Hormônio que estimula as contrações uterinas no parto
Ocitocina, sintetizada no hipotálamo e armazenada/liberada pela neuroipófise.
Hormônio responsável pela produção do leite materno
Prolactina, secretada pela adenoipófise em resposta à sucção e queda de progesterona pós-parto.
Hormônio responsável pela ejeção do leite materno
Ocitocina, que contrai as células mioepiteliais dos alvéolos mamários durante a sucção.
Gêmeos monozigóticos: origem e genética
Um único óvulo fecundado por um espermatozoide cujo embrioblasto se divide; idênticos geneticamente.
Gêmeos dizigóticos: origem e genética
Dois óvulos distintos fecundados por dois espermatozoides diferentes; compartilham em média 50% dos genes.
Função primordial do saco vitelínico em humanos
Hematopoiese primitiva inicial e formação das células germinativas primordiais (resquicial na nutrição).
Função do âmnio e do líquido amniótico
Proteger o feto contra choques mecânicos, dessecação e permitir movimentação corporal.
Trocas gasosas na placenta: sangue materno e fetal
Ocorre difusão sem mistura direta dos sangues, separados pela barreira placentária.
Criptorquidia e sua consequência reprodutiva
Não descida dos testículos para a bolsa escrotal; temperatura elevada inviabiliza a espermatogênese.
Diferença cromossômica entre espermatócito I e espermatócito II
Espermatócito I é diploide (2n, 46 cromossomos); espermatócito II é haploide (n, 23 cromossomos).
Destino do primeiro corpúsculo polar
Degenera-se sem participar do processo reprodutivo, retendo o mínimo possível de citoplasma.
Fase folicular do ciclo ovariano e hormônio dominante
Maturação folicular com síntese crescente de estradiol pelas células da granulosa.
Camada do útero expelida durante a menstruação
Camada funcional do endométrio, preservando-se a camada basal profunda.
Papel do muco cervical aquoso próximo à ovulação
Facilitar o trânsito dos espermatozoides devido ao estímulo de pico do estrogênio.
Ação da pílula do dia seguinte (levonorgestrel)
Atrasa ou impede a ovulação e dificulta a migração dos espermatozoides; não é abortiva.
Tecidos eréteis do pênis humano
Dois corpos cavernosos dorsais e um corpo esponjoso ventral envolvendo a uretra.
Mediador parassimpático responsável pela ereção peniana
Óxido nítrico (NO), que induz vasodilatação arteriolar e relaxamento da musculatura cavernosa.
Mecanismo simpático na ejaculação
Contração peristáltica dos ductos genitais e fechamento do esfíncter vesical para emissão e ejeção do sêmen.
Destino do corpo lúteo caso não haja gravidez
Regride em corpo albicans (tecido cicatrizante fibroso e inativo).
Importância da zona pelúcida antes da nidação
Evita a implantação prematura do blastocisto na tuba uterina (gravidez ectópica).
Estágio embrionário no qual ocorre a nidação
Blastocisto (ou blástula), dotado de massa celular interna e trofoblasto.

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