Botânica: Grupos e Reprodução Vegetal 2

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Estudo dos grupos vegetais e seus ciclos reprodutivos, cobrindo briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. Destinado a estudantes.

52 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Botânica Publicado
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Fase dominante do ciclo de vida das briófitas
Gametófito (haploide, n), sendo duradouro, verde e fotossintetizante.
Presença de tecidos condutores nas briófitas
Avasculares (atraqueófitas); o transporte ocorre de célula a célula por difusão.
Estrutura do corpo vegetativo das briófitas
Corpo taloso ou folhoso dividido em rizoides, cauloides e filoides, sem órgãos verdadeiros.
Dependência de água para fecundação nas briófitas
Absoluta; os anterozoides são flagelados e precisam nadar até a oosfera.
Nome do gametângio masculino e do gameta nas briófitas
Anterídio (gametângio) e anterozoide (gameta móvel flagelado).
Nome do gametângio feminino e do gameta nas briófitas
Arquegônio (gametângio) e oosfera (gameta feminino imóvel).
Características do esporófito das briófitas
Fase efêmera (2n), aclorofilada ou pouco fotossintetizante, que vive dependente nutricionalmente do gametófito.
Estrutura reprodutiva que produz esporos nas briófitas
Cápsula (esporângio) localizada no topo da haste do esporófito.
Tipo de divisão celular que forma esporos nas plantas
Meiose espórica (ou intermediária), gerando esporos haploides (n).
Estrutura filamentosa inicial originada do esporo de musgos
Protonema, que se desenvolve e dá origem ao gametófito adulto.
Exemplos clássicos do grupo das briófitas
Musgos, hepáticas e antóceros.
Fase dominante do ciclo de vida das pteridófitas
Esporófito (diploide, 2n), sendo duradouro, vascularizado e fotossintetizante.
Presença de tecidos condutores nas pteridófitas
Vasculares (traqueófitas), possuindo xilema e floema verdadeiros.
Morfologia básica do esporófito das pteridófitas
Possui raiz, caule (geralmente rizoma subterrâneo) e folhas verdadeiras (frondes).
Nome dos agrupamentos de esporângios nas folhas de samambaias
Soros, visíveis na face abaxial (inferior) das frondes férteis.
Nome e características do gametófito das samambaias
Prótalo: fase transitória (n), livre, pequeno, com formato de coração e hermafrodita.
Dependência de água para fecundação nas pteridófitas
Mantida; os anterozoides ainda são flagelados e necessitam de água líquida para nadar.
Exemplos de organismos do grupo das pteridófitas
Samambaias, avencas, cavalinhas e licopódios.
Plantas homosporadas versus heterosporadas
Homosporadas produzem um único tipo de esporo; heterosporadas produzem micrósporos e megásporos.
Classificação morfológica das folhas jovens de samambaias
Báculos, folhas enroladas em espiral que se desdobram ao crescer.
O que são cormófitas?
Plantas com diferenciação de tecidos em órgãos verdadeiros: raiz, caule e folhas.
O que são espermatófitas?
Plantas que produzem sementes, englobando as gimnospermas e as angiospermas.
Fase dominante do ciclo de vida das gimnospermas
Esporófito (diploide, 2n), de porte arbóreo ou arbustivo e grande longevidade.
Estruturas reprodutivas típicas das gimnospermas
Estróbilos ou cones (estróbilos masculinos e femininos/pinhas).
Significado do termo gimnosperma
Semente nua; os óvulos e sementes não estão abrigados no interior de ovários ou frutos.
Gametófito masculino reduzido das gimnospermas
Grão de pólen germinado com a formação do tubo polínico.
Vantagem evolutiva do grão de pólen nas espermatófitas
Independência de água livre líquida para o processo de fecundação.
Agente principal de polinização nas gimnospermas
O vento (anemofilia), dispersando grandes quantidades de grãos de pólen alados.
Constituição da semente das gimnospermas (ex: pinhão)
Casca (tegumento 2n), endosperma primário haploide (reserva n) e embrião (2n).
Estrutura que dá origem à semente após a fecundação
O óvulo maturado e fecundado.
Origem do tecido de reserva nutritiva da semente de gimnospermas
Tecido do próprio gametófito feminino, portanto haploide (endosperma primário, n).
Exemplos marcantes de gimnospermas
Pinheiros, araucárias, sequoias, ciprestes e cicas.
Fase dominante do ciclo de vida das angiospermas
Esporófito (diploide, 2n), exibindo grande diversidade morfológica e estrutural.
Duas novidades evolutivas exclusivas das angiospermas
Flores verdadeiras atrativas e frutos carnosos ou secos para proteção e dispersão.
Estrutura reprodutiva masculina da flor das angiospermas
Androceu, constituído pelo conjunto de estames (antera e filete).
Estrutura reprodutiva feminina da flor das angiospermas
Gineceu (ou pistilo/carpelo), constituído por estigma, estilete e ovário.
Destino do ovário da flor após a fecundação nas angiospermas
Desenvolve-se e forma o fruto que envolve as sementes.
Gametófito feminino maduro das angiospermas
Saco embrionário (composto por oosfera, duas sinérgides, três antípodas e dois núcleos polares).
Ocorrência marcante na reprodução: dupla fecundação
Exclusiva das angiospermas: um núcleo espermático fecunda a oosfera e o outro os núcleos polares.
Ploidia e formação do endosperma nas angiospermas
Triploide (3n), formado pela união de um núcleo espermático (n) com dois núcleos polares (n + n).
Gametófito masculino maduro das angiospermas
Grão de pólen germinado com tubo polínico contendo duas células espermáticas.
Vetores comuns de polinização nas angiospermas
Animais (insetos, aves, morcegos) e fatores abióticos (vento e água).
Dois grandes grupos tradicionais de angiospermas
Monocotiledôneas e eudicotiledôneas.
Características das monocotiledôneas
Um cotilédone, folhas paralelinérveas, raízes fasciculadas e flores trímeras.
Características das eudicotiledôneas
Dois cotilédones, folhas reticuladas, raiz pivotante e flores tetrâmeras ou pentâmeras.
Tendência evolutiva do gametófito no reino vegetal
Redução progressiva de tamanho, complexidade e tempo de vida de briófitas para angiospermas.
Tendência evolutiva do esporófito no reino vegetal
Aumento progressivo de tamanho, dominância ecológica, independência e complexidade estrutural.
Definição de ciclo reprodutivo metagenético (diplobionte)
Ciclo com alternância de gerações entre uma fase haploide (gametófito) e uma diploide (esporófito).
O que diferencia gimnospermas e angiospermas quanto ao fruto?
Gimnospermas não possuem fruto (óvulo exposto); angiospermas possuem fruto (óvulo dentro do ovário).
Comparação da dependência de água para fecundação entre os quatro grupos
Briófitas e pteridófitas dependem de água líquida; gimnospermas e angiospermas são independentes.
Papel do tubo polínico na reprodução das fanerógamas
Transportar os gametas masculinos diretamente ao encontro da oosfera, dispensando água para nado.
Diferença entre esporo e gameta em vegetais
O esporo germina sozinho formando um indivíduo haploide; o gameta precisa se fundir com outro para gerar o zigoto.

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