Enfermagem EBSERH: Urgência e Emergência
Estudo de urgência e emergência para enfermeiros com foco em concursos da EBSERH, abordando protocolos, suporte à vida e triagem.
Cartões · 52
- Ritmos chocáveis na Parada Cardiorrespiratória (ACLS)
- Fibrilação Ventricular (FV) e Taquicardia Ventricular sem Pulso (TVSP).
- Ritmos não chocáveis na Parada Cardiorrespiratória (ACLS)
- Assistolia e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP).
- Frequência e profundidade das compressões torácicas no adulto (AHA)
- 100 a 120 compressões por minuto, com profundidade de 5 a 6 cm, permitindo retorno total do tórax.
- Dose e intervalo da Adrenalina na PCR em adultos
- 1 mg por via intravenosa ou intraóssea a cada 3 a 5 minutos.
- Primeira e segunda doses de Amiodarona na PCR por FV/TVSP refratária
- Primeira dose: 300 mg em bolus; segunda dose: 150 mg em bolus.
- Tempo máximo de interrupção das compressões torácicas para checagem de pulso/ritmo
- No máximo 10 segundos.
- Cor Vermelha no Protocolo de Manchester e tempo de espera alvo
- Emergência: risco iminente de morte. Atendimento imediato (0 minutos).
- Cor Laranja no Protocolo de Manchester e tempo de espera alvo
- Muito urgente: risco potencial à vida. Atendimento em até 10 minutos.
- Cor Amarela no Protocolo de Manchester e tempo de espera alvo
- Urgente: gravidade moderada sem risco iminente. Atendimento em até 60 minutos.
- Cor Verde no Protocolo de Manchester e tempo de espera alvo
- Pouco urgente: condições agudas sem gravidade. Atendimento em até 120 minutos.
- Cor Azul no Protocolo de Manchester e tempo de espera alvo
- Não urgente: problemas crônicos ou de baixa complexidade. Atendimento em até 240 minutos.
- Sequência mnemônica primária no trauma (PHTLS 9ª/10ª ed.)
- XABCDE: X (hemorragia exsanguinante), A (vias aéreas e coluna), B (respiração), C (circulação), D (neurológico), E (exposição/hipotermia).
- Primeira conduta diante de hemorragia externa exsanguinante em membro
- Aplicação imediata de torniquete proximal à lesão ou pressão direta eficaz.
- Conduta imediata no pneumotórax hipertensivo em ambiente intra-hospitalar
- Toracocentese por descompressão com agulha no 2º espaço intercostal ou 4º/5º na linha axilar anterior.
- Sinais clínicos da Tríade de Beck (Tamponamento Cardíaco)
- Hipotensão arterial, abafamento de bulhas cardíacas e estase jugular.
- Conduta prioritária de enfermagem na Anafilaxia grave
- Administrar Epinefrina (Adrenalina) 0,3 a 0,5 mg IM no vasto lateral da coxa imediatamente.
- Escore de Coma de Glasgow atual: pontuação mínima e máxima
- Mínima de 1 e máxima de 15 pontos (após avaliação com o componente de reatividade pupilar).
- Bradicardia sintomática com instabilidade: droga de 1ª escolha
- Atropina 1 mg via IV a cada 3 a 5 minutos, até o máximo cumulativo de 3 mg.
- Taquicardia supraventricular paroxística estável: primeira manobra
- Manobras vagais (ex.: Manobra de Valsalva modificada), seguida de Adenosina IV rápida se ineficaz.
- Dose inicial e segunda dose de Adenosina na TVS estável
- Primeira dose: 6 mg IV em bolus rápido + flush de soro; segunda dose: 12 mg se não reverter.
- Taquiarritmia com instabilidade hemodinâmica: conduta imediata
- Cardioversão elétrica sincronizada imediata sob sedação/analgesia se consciente.
- Regra dos 9 de Wallace: porcentagem do tronco anterior e posterior no adulto
- Tronco anterior: 18%; Tronco posterior: 18% (totalizando 36% do tórax e abdome).
- Regra dos 9 de Wallace: porcentagem de cada membro superior e inferior
- Membro superior: 9% cada (total 18%); Membro inferior: 18% cada (total 36%).
- Fórmula de Parkland para hidratação no grande queimado (24h)
- 4 mL x peso (kg) x % área de superfície corporal queimada; metade nas primeiras 8h e metade nas 16h seguintes.
- Tríade da Morte no choque hemorrágico traumático
- Acidose metabólica, hipotermia e coagulopatia.
- Janela terapêutica padrão para trombólise no AVC isquêmico (Alteplase)
- Até 4,5 horas a partir do início dos sintomas ou do último momento visto acordado normal.
- Escala de Cincinnati no pré-hospitalar/triagem de AVC avalia:
- Queda facial, fraqueza nos braços (deriva motora) e anormalidade na fala.
- Objetivo de pressão arterial antes da trombólise com r-tPA no AVC isquêmico
- Níveis pressóricos abaixo de 185 mmHg de PAS e abaixo de 110 mmHg de PAD.
- Tríade de Cushing no aumento agudo da PIC
- Hipertensão arterial com aumento da pressão de pulso, bradicardia e bradipneia/respiração irregular.
- Posição ideal da cabeceira no paciente com suspeita de hipertensão intracraniana
- Elevada entre 30 e 45 graus, mantendo a cabeça e o pescoço alinhados em posição neutra.
- Conduta imediata na crise convulsiva em fase tônica-clônica
- Garantir segurança, proteger a cabeça, lateralizar o paciente, oxigenar e evitar conter movimentos bruscamente.
- Droga de primeira linha no estado de mal epiléptico intra-hospitalar
- Benzodiazepínico IV: Diazepam 10 mg ou Lorazepam 4 mg em infusão lenta.
- Conduta imediata no choque séptico conforme Protocolo de Sepse (Bundle de 1 hora)
- Medir lactato, obter hemoculturas, iniciar antibióticos de amplo espectro e ressuscitação volêmica se hipotenso.
- Volume inicial de cristaloide na ressuscitação do choque séptico
- 30 mL/kg de solução cristaloide isotônica balanceada ou ringer lactato/SF 0,9% nas primeiras 3 horas.
- Droga vasoativa de primeira escolha no choque séptico refratário a volume
- Noradrenalina com objetivo de manter Pressão Arterial Média (PAM) maior ou igual a 65 mmHg.
- Classificação START de catástrofes: prioridade Vermelha (Imediata)
- Vítimas que respiram após abertura de via aérea, FR maior que 30, sem pulso radial ou que não obedecem a ordens simples.
- Classificação START de catástrofes: prioridade Verde (Menor)
- Vítimas ambulatoriais capazes de caminhar espontaneamente para o local designado.
- Classificação START de catástrofes: prioridade Preta (Óbito)
- Vítimas sem respiração espontânea mesmo após a tentativa de abertura manual da via aérea.
- Tratamento de escolha para Hipercalemia com alterações no ECG
- Gluconato de cálcio a 10% IV para estabilização da membrana miocárdica.
- Droga para reversão rápida de intoxicação por opioides em emergência
- Naloxona IV, IM ou intranasal, titulada até restaurar padrão ventilatório.
- Antídoto de escolha para intoxicação acidental por Paracetamol
- N-acetilcisteína (NAC) preferencialmente nas primeiras 8 horas da ingestão.
- Antídoto administrado na intoxicação aguda grave por Benzodiazepínicos
- Flumazenil IV, utilizado com cautela pelo risco de desencadear crises convulsivas.
- Sinal da Pedalada e conduta na desobstrução de via aérea em lactente consciente (OVACE)
- 5 golpes no dorso entre as escápulas alternados com 5 compressões torácicas no esterno.
- Manobra de desobstrução de vias aéreas superiores no adulto consciente (OVACE)
- Manobra de Heimlich: compressões subdiafragmáticas para dentro e para cima até expelir o corpo estranho.
- Protocolo de transfusão maciça: proporção típica de hemoderivados
- 1 concentrado de hemácias para 1 plasma fresco congelado e 1 unidade de plaquetas (1:1:1).
- Local de punção venosa periférica de emergência contraindicado no membro fraturado
- Distal ou no próprio membro acometido por fratura ou trauma vascular grave.
- Tempo porta-eletrocardiograma (ECG) recomendado na dor torácica aguda
- Realização e interpretação do ECG de 12 derivações em até 10 minutos da admissão.
- Tempo porta-balão recomendado no IAM com supra de ST
- Menor que 90 minutos em serviço com hemodinâmica, ou até 120 minutos se transferido.
- Contraindicação absoluta à trombólise no infarto agudo do miocárdio
- Hemorragia intracraniana prévia, lesão vascular cerebral conhecida ou sangramento ativo interno.
- Cuidados pós-PCR: temperatura alvo no controle direcionado de temperatura
- Manter temperatura central constante entre 32 °C e 36 °C por no mínimo 24 horas no paciente em coma.
- Critério de confirmação primária do posicionamento do tubo endotraqueal
- Ausculta em 5 pontos (epigástrio, ápices e bases pulmonares) e capnografia com curva contínua.
- Profundidade de inserção da agulha intraóssea (IO) na tíbia proximal
- Aproximadamente 1 a 2 cm medialmente e 1 a 2 cm abaixo da tuberosidade da tíbia anterior.