Filosofia para o ENEM

Compartilhado por um usuário do Flashcards.gg · gerado com IA · Denunciar este conjunto

Estudo dos principais conceitos e filósofos recorrentes nas questões do exame nacional do ensino médio.

20 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Filosofia Publicado
Uma versão maior deste conjunto: Filosofia para o Enem (53 cartões)
Toque no cartão para virar

Cartões · 20

Sócrates (Método Socrático)
Busca pelo autoconhecimento e pela verdade através da ironia (questionamento) e da maiêutica (parto das ideias), combatendo falsas certezas.
Platão (Mito da Caverna)
Distingue o Mundo Sensível (aparência e ilusão) do Mundo Inteligível (verdade e razão), mostrando a libertação pela busca do conhecimento.
Aristóteles (Eudaimonia e Justo Meio)
A felicidade é o bem supremo humano, alcançada pela virtude moral entendida como equilíbrio equilibrado entre os extremos do vício.
Santo Agostinho (Fé e Razão)
Defende que a razão apoia a fé ('crer para entender') e formula a teoria da iluminação divina para o alcance da verdade superior.
São Tomás de Aquino (Tomismo)
Harmoniza o pensamento aristotélico com o cristianismo, formulando as cinco vias racionais para provar a existência de Deus.
René Descartes (Racionalismo)
Utiliza a dúvida metódica para encontrar uma certeza indubitável, sintetizada na célebre premissa 'penso, logo existo' (cogito ergo sum).
John Locke (Empirismo e Tábula Rasa)
Afirma que a mente nasce vazia como folha em branco, e todo o conhecimento decorre exclusivamente da experiência sensorial.
Thomas Hobbes (Estado de Natureza)
Visão do homem egoísta em guerra de todos contra todos, exigindo um Estado forte (Leviatã) para garantir a ordem e a sobrevivência.
Jean-Jacques Rousseau (Bom Selvagem)
O ser humano nasce livre e bom, mas a sociedade e a propriedade privada o corrompem; propõe o contrato social baseado na vontade geral.
Immanuel Kant (Imperativo Categórico)
Ética deontológica segundo a qual uma ação só é moral se puder se tornar uma lei universal, guiada estritamente pelo dever racional.
Karl Marx (Materialismo Histórico)
As transformações sociais derivam da infraestrutura econômica e das lutas de classes entre burguesia exploradora e proletariado.
Friedrich Nietzsche (Moral dos Senhores e dos Escravos)
Critica os valores tradicionais cristãos como submissos e exalta a vontade de potência, a transvaloração e o conceito de além-do-homem.
Michel Foucault (Biopolítica e Microfísica do Poder)
Analisa o poder capilar disseminado nas instituições disciplinares (escola, prisão) e o controle estatal sobre os corpos e populações.
Zygmunt Bauman (Modernidade Líquida)
Descreve a sociedade contemporânea marcada pela fluidez, incerteza, individualismo exacerbado e fragilidade das relações interpessoais.
Hannah Arendt (Banalidade do Mal)
Explica como pessoas comuns podem praticar crimes hediondos por alienação burocrática e incapacidade crítica de refletir sobre as ordens.
Jürgen Habermas (Ação Comunicativa)
Propõe o diálogo racional livre de coação e o consenso democrático como fundamentos legítimos para a ética e o direito social.
Nicolau Maquiavel (Virtù e Fortuna)
Separa a moral da política; o governante eficaz articula habilidade estratégica (virtù) com as circunstâncias do acaso (fortuna).
Escola de Frankfurt (Indústria Cultural)
Adorno e Horkheimer denunciam a transformação da arte em mercadoria de massa voltada à alienação e à passividade dos cidadãos.
Jean-Paul Sartre (Existencialismo)
A existência precede a essência; o homem é totalmente livre para construir seu destino e, portanto, plenamente responsável por suas escolhas.
Simone de Beauvoir (Condição Feminina)
'Não se nasce mulher, torna-se mulher': a identidade de gênero é uma construção social e histórica, não um destino puramente biológico.

Outras versões deste tópico

Conjuntos relacionados

Mais em Filosofia →