Gêneros Jornalísticos e Figuras de Linguagem

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Estudo comparativo dos gêneros jornalísticos e das principais figuras de linguagem da língua portuguesa. Destinado a estudantes do ensino médio e vestibulandos.

20 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Figuras de linguagem Publicado
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Notícia vs. Reportagem
A notícia relata fatos imediatos, breves e objetivos; a reportagem aprofunda o tema com investigação, contexto, entrevistas e análises.
Editorial vs. Artigo de Opinião
O editorial expressa a opinião institucional do veículo sem assinatura pessoal; o artigo de opinião reflete a visão do autor que o assina.
Crônica vs. Notícia
A crônica aborda o cotidiano com olhar subjetivo, lírico ou bem-humorado; a notícia foca na apuração factual, impessoal e pontual.
Entrevista pingue-pongue vs. Entrevista perfil
A pingue-pongue segue formato direto de perguntas e respostas; o perfil foca na trajetória, personalidade e descrições do entrevistado.
Lead vs. Subtítulo (linha fina)
O lead é o primeiro parágrafo que responde às questões essenciais (o quê, quem, onde); a linha fina resume ou atrai antes do texto começar.
Coluna vs. Charge jornalística
A coluna traz textos analíticos ou notas frequentes de um autor; a charge aborda o noticiário criticamente por linguagem visual e humor.
Antítese vs. Paradoxo (oxímoro)
A antítese aproxima ideias opostas que coexistem sem contradição lógica; o paradoxo une ideias excludentes que geram aparente absurdo.
Metáfora vs. Comparação
A metáfora atribui um sentido figurado de forma direta e implícita; a comparação usa conectivo explícito como 'como', 'tal qual' ou 'parece'.
Metonímia vs. Sinédoque
A metonímia troca termos por relação lógica (autor pela obra); a sinédoque restringe ou amplia a extensão (a parte pelo todo).
Eufemismo vs. Hipérbole
O eufemismo suaviza uma mensagem desagradável ou pesada; a hipérbole intensifica propositalmente a expressão por meio do exagero.
Pleonasmo vs. Tautologia
O pleonasmo é a redundância enfática intencional ou estilística; a tautologia é a repetição viciosa que não acrescenta novo sentido.
Ironia vs. Sarcasmo
A ironia diz o contrário do que se pensa para efeito crítico sutil; o sarcasmo é uma forma de ironia agressiva, mordaz e depreciativa.
Prosopopeia vs. Apóstrofe
A prosopopeia confere atributos humanos a seres inanimados; a apóstrofe é a invocação ou chamamento direto a uma entidade ou pessoa.
Aliteração vs. Assonância
A aliteração é a repetição intencional de sons consonantais; a assonância é a repetição harmoniosa de sons vocálicos semelhantes.
Sinestesia vs. Catacrese
A sinestesia mescla diferentes sentidos humanos; a catacrese usa termo figurado consagrado pela falta de um termo próprio ('asa da xícara').
Elipse vs. Zeugma
A elipse omite um termo facilmente identificável pelo contexto; o zeugma omite um termo que já foi expresso anteriormente na oração.
Assíndeto vs. Polissíndeto
O assíndeto omite conectivos coordenativos entre orações; o polissíndeto repete intencionalmente os conectivos para dar ritmo e ênfase.
Anáfora vs. Gradação
A anáfora repete a mesma palavra no início de frases consecutivas; a gradação organiza ideias em progressão crescente ou decrescente.
Quiasmo vs. Paralelismo sintático
O quiasmo cruza a ordem das palavras em estrutura espelhada (A-B / B-A); o paralelismo mantém a mesma estrutura gramatical repetida.
Perífrase vs. Hipérbato
A perífrase substitui um nome comum ou próprio por uma expressão descritiva; o hipérbato consiste na inversão brusca da ordem das palavras.

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