Optics for College Entrance Exams
Conceitos fundamentais e fórmulas de ótica geométrica voltados para exames vestibulares e ensino médio.
Cartões · 53
- Princípio da Propagação Retilínea da Luz
- Em meios homogêneos, isotrópicos e transparentes, a luz se propaga em linha reta.
- Princípio da Independência dos Raios de Luz
- A trajetória de um feixe de luz não é alterada quando ele cruza outro feixe luminoso.
- Princípio da Reversibilidade da Luz
- O caminho seguido pela luz não se altera quando o sentido de propagação é invertido.
- Fonte primária (corpo luminoso)
- Corpo que emite luz própria, como o Sol, chamas e filamento incandescente de uma lâmpada.
- Fonte secundária (corpo iluminado)
- Corpo que reflete a luz que incide sobre ele, como a Lua, roupas e paredes.
- Câmara escura de orifício (Fórmula)
- i / o = p' / p (onde i é a altura da imagem, o a altura do objeto, p a distância do objeto e p' a profundidade da câmara).
- Ano-luz
- Unidade de distância correspondente ao espaço percorrido pela luz no vácuo durante um ano terrestre (cerca de 9,46 x 10^12 km).
- Primeira Lei da Reflexão
- O raio incidente, a reta normal e o raio refletido são coplanares.
- Segunda Lei da Reflexão
- O ângulo de reflexão (r) é sempre numericamente igual ao ângulo de incidência (i): i = r.
- Características da imagem em espelho plano
- Virtual, direita, simétrica em relação à superfície refletora e com enantiomorfismo (inversão lateral).
- Translação de espelho plano (Fórmula)
- D = 2d (quando o espelho se desloca de uma distância d, a imagem de um objeto fixo desloca-se 2d).
- Rotação de espelho plano (Fórmula)
- delta = 2alfa (quando o espelho gira por um ângulo alfa, o raio refletido sofre um desvio angular de 2alfa).
- Número de imagens em espelhos planos associados (Fórmula)
- N = (360° / alfa) - 1, onde alfa é o ângulo formado entre as duas superfícies refletoras.
- Condições de nitidez de Gauss
- Ângulo de abertura pequeno (menor que 10°) e raios incidentes paraxiais (próximos e pouco inclinados ao eixo principal).
- Distância focal em espelhos esféricos (Fórmula)
- f = R / 2 (a distância focal é igual à metade do raio de curvatura do espelho esférico).
- Equação de Gauss (Fórmula)
- 1/f = 1/p + 1/p' (relação entre distância focal f, distância do objeto p e distância da imagem p').
- Aumento linear transversal (Fórmula)
- A = i / o = -p' / p = f / (f - p).
- Convenção de sinais para espelhos esféricos
- Espelho côncavo tem f > 0; espelho convexo tem f < 0; imagem real tem p' > 0; imagem virtual tem p' < 0.
- Imagem formada por espelho convexo
- Sempre virtual, direita e menor que o objeto, independentemente da posição do objeto diante do espelho.
- Objeto além do centro de curvatura (C) em espelho côncavo
- Imagem real, invertida e menor, localizada entre o centro de curvatura e o foco.
- Objeto sobre o centro de curvatura (C) em espelho côncavo
- Imagem real, invertida e de mesmo tamanho, localizada sobre o próprio centro de curvatura.
- Objeto entre o centro (C) e o foco (F) em espelho côncavo
- Imagem real, invertida e maior, localizada além do centro de curvatura.
- Objeto sobre o foco principal (F) em espelho côncavo
- Imagem imprópria (raios refletidos saem paralelos e não formam imagem a distância finita).
- Objeto entre o foco (F) e o vértice (V) em espelho côncavo
- Imagem virtual, direita e maior que o objeto, localizada atrás do espelho.
- Índice de refração absoluto (Fórmula)
- n = c / v (razão entre a velocidade da luz no vácuo c e a velocidade da luz no meio v).
- Índice de refração relativo (Fórmula)
- n2,1 = n2 / n1 = v1 / v2 = lambda1 / lambda2.
- Lei de Snell-Descartes (Fórmula)
- n1 * sen(theta1) = n2 * sen(theta2).
- Comportamento da luz ao passar para meio mais refringente
- A velocidade diminui e o raio refratado se aproxima da reta normal.
- Comportamento da luz ao passar para meio menos refringente
- A velocidade aumenta e o raio refratado se afasta da reta normal.
- Ângulo limite / Reflexão total (Fórmula)
- sen(L) = n_menor / n_maior (ocorre apenas da direção do meio mais refringente para o menos refringente).
- Condições para ocorrência de reflexão total
- A luz deve ir do meio mais para o menos refringente e o ângulo de incidência deve superar o ângulo limite (i > L).
- Fibra óptica
- Guia de onda cilíndrico que conduz luz por sucessivas reflexões totais, tendo o núcleo mais refringente que a casca.
- Dioptro plano (Fórmula de aproximação paraxial)
- p' / p = n_observador / n_objeto (determina a posição aparente de um objeto imerso).
- Dispersão luminosa
- Separação da luz policromática em suas cores componentes devido a índices de refração diferentes para cada frequência.
- Lâmina de faces paralelas (Desvio lateral d)
- d = e * sen(i - r) / cos(r), onde e é a espessura da lâmina, i o ângulo de incidência e r o de refração.
- Desvio angular em prismas finos
- delta = A * (n - 1), onde A é o ângulo de abertura (ou refringência) e n o índice de refração do prisma.
- Lente convergente no ar
- Lente de bordos finos (biconvexa, plano-convexa, côncavo-convexa) imersa em meio menos refringente.
- Lente divergente no ar
- Lente de bordos grossos (bicôncava, plano-côncava, convexo-côncava) imersa em meio menos refringente.
- Equação dos fabricantes de lentes / Halley (Fórmula)
- 1/f = (n_lente / n_meio - 1) * (1/R1 + 1/R2), usando convenção de sinal para raios convexos (+) e côncavos (-).
- Convergência ou vergência de uma lente (Fórmula)
- V = 1 / f (calculada em dioptrias [di] quando a distância focal f é expressa em metros).
- Associação de lentes justapostas (Fórmula)
- V_total = V1 + V2 + ... + Vn ou 1/f_total = 1/f1 + 1/f2 + ... + 1/fn.
- Imagem formada por lente divergente
- Sempre virtual, direita e menor que o objeto, independentemente da posição do objeto diante da lente.
- Acomodação visual
- Ação dos músculos ciliares que altera a curvatura do cristalino para focalizar objetos a diferentes distâncias.
- Ponto próximo (PP)
- Distância mínima para visão nítida com esforço máximo de acomodação (cerca de 25 cm para um olho normal).
- Ponto remoto (PR)
- Ponto mais distante conjugado com nitidez sobre a retina sem acomodação visual (no infinito para olho normal).
- Miopia (causa e correção)
- Olho longo ou excesso de convergência (imagem antes da retina); correção feita com lentes divergentes (V < 0).
- Fórmula da vergência para correção de miopia
- V = -1 / d_PR (onde d_PR é a distância máxima do ponto remoto do míope em metros).
- Hipermetropia (causa e correção)
- Olho curto ou convergência insuficiente (imagem atrás da retina); correção feita com lentes convergentes (V > 0).
- Presbiopia (vista cansada)
- Perda gradual da elasticidade do cristalino associada ao envelhecimento; corrigida por lentes convergentes.
- Astigmatismo
- Assimetria na curvatura esférica da córnea que desfoca direções diferentes; corrigido por lentes cilíndricas.
- Lupa ou microscópio simples
- Lente convergente de pequena distância focal que gera imagem virtual, direita e maior quando o objeto fica entre F e V.
- Microscópio composto
- Sistema formado por objetiva (imagem real e maior) e ocular (atua como lupa gerando imagem final virtual e ampliada).
- Luneta astronômica (refratora)
- Combinação de objetiva convergente de grande distância focal e ocular convergente de pequena distância focal.