Física: Ondulatória e Óptica
Estudo de ondulatória e óptica geométrica, abrangendo ondas estacionárias, espelhos e leis da reflexão para estudantes do ensino médio.
Cartões · 54
- Onda estacionária
- Padrão de interferência formado pela superposição de duas ondas idênticas que se propagam na mesma direção, mas em sentidos opostos.
- Nó (ou nodo)
- Ponto de interferência totalmente destrutiva em uma onda estacionária, onde a amplitude de oscilação é nula.
- Ventre (ou antinó)
- Ponto de interferência totalmente construtiva em uma onda estacionária, onde a amplitude de oscilação atinge o valor máximo.
- Distância entre nós consecutivos
- d = λ / 2, onde λ é o comprimento de onda da onda estacionária.
- Distância entre nó e ventre consecutivos
- d = λ / 4, correspondente a um quarto do comprimento de onda.
- Fórmula de Taylor (velocidade na corda)
- v = √(T / μ), onde v é a velocidade, T é a força de tração na corda e μ é a densidade linear de massa.
- Densidade linear da corda (fórmula)
- μ = m / L, onde m é a massa da corda e L é o seu comprimento.
- Corda fixa em ambas as extremidades (comprimento de onda)
- λ_n = 2L / n, onde L é o comprimento da corda e n é o número do harmônico (n = 1, 2, 3...).
- Frequência dos harmônicos em corda fixa nos dois extremos
- f_n = n · v / (2L), onde n é a ordem do harmônico (n = 1, 2, 3...), v é a velocidade e L o comprimento.
- Tubo sonoro aberto nas duas extremidades (frequência)
- f_n = n · v / (2L), produzindo todos os harmônicos (n = 1, 2, 3...), com ventres de deslocamento nas pontas abertas.
- Tubo sonoro fechado em uma extremidade (frequência)
- f_n = n · v / (4L), gerando apenas harmônicos ímpares (n = 1, 3, 5...), com nó no fundo e ventre na abertura.
- Primeiro harmônico (frequência fundamental)
- A menor frequência capaz de formar uma onda estacionária no sistema (n = 1).
- Princípio da propagação retilínea da luz
- Em meios homogêneos, isotrópicos e transparentes, a luz se propaga sempre em linha reta.
- Princípio da independência dos raios de luz
- A trajetória de um feixe de luz não é alterada ao cruzar com outros feixes de luz.
- Princípio da reversibilidade dos raios de luz
- O caminho óptico percorrido pela luz independe do sentido de sua propagação.
- Fonte pontual de luz
- Fonte luminosa com dimensões desprezíveis em relação às distâncias observadas; produz apenas sombra nítida, sem penumbra.
- Fonte extensa de luz
- Fonte cujas dimensões não podem ser desprezadas; projeta regiões de sombra (escuridão total) e penumbra (iluminação parcial).
- Câmara escura de orifício (definição)
- Caixa opaca fechada com um pequeno furo por onde a luz entra e projeta uma imagem real e invertida na parede oposta.
- Equação da câmara escura de orifício
- o / i = p / p', onde o é a altura do objeto, i a altura da imagem, p a distância do objeto ao furo e p' a profundidade da caixa.
- Natureza da imagem na câmara escura
- A imagem projetada é real e sempre invertida vertical e horizontalmente em relação ao objeto.
- Primeira lei da reflexão
- O raio incidente, o raio refletido e a reta normal à superfície no ponto de incidência são coplanares.
- Segunda lei da reflexão
- O ângulo de incidência (i) é geometricamente igual ao ângulo de reflexão (r): i = r.
- Reflexão regular (ou especular)
- Reflexão sobre superfície lisa e polida, na qual raios paralelos incidentes são refletidos também paralelos entre si.
- Reflexão difusa
- Reflexão sobre superfície rugosa, espalhando os raios em várias direções, permitindo enxergar objetos que não emitem luz própria.
- Imagem formada por espelho plano
- É virtual, direita, com o mesmo tamanho do objeto e enantiomorfa (reversão direita-esquerda).
- Simetria em espelho plano
- p = p', onde a distância do objeto ao espelho é exatamente igual à distância da imagem virtual ao espelho.
- Translação de espelho plano
- d_imagem = 2 · d_espelho: se o espelho se desloca uma distância d, a imagem correspondente se desloca 2d.
- Velocidade da imagem na translação de espelho plano
- v_imagem = 2 · v_espelho, onde o espelho se move com velocidade constante em relação ao objeto fixo.
- Rotação de espelho plano
- Δ = 2 · α: ao girar o espelho por um ângulo α, o raio refletido sofre um desvio angular equivalente ao dobro (2α).
- Campo visual de um espelho plano
- Região do espaço que um observador consegue enxergar por reflexão, delimitada pelo traçado a partir da imagem do olho.
- Associação de espelhos planos (fórmula)
- N = (360° / α) - 1, onde N é o número de imagens formadas e α é o ângulo de abertura entre os espelhos planos associados.
- Espelho côncavo (definição)
- Espelho esférico em que a superfície refletora corresponde à calota interna da esfera; apresenta foco real e convergente.
- Espelho convexo (definição)
- Espelho esférico em que a superfície refletora é a face externa da calota; apresenta foco virtual e divergente.
- Condições de nitidez de Gauss
- Ângulo de abertura menor que 10° e raios incidentes paraxiais (muito próximos do eixo principal e pouco inclinados).
- Vértice de espelho esférico (V)
- Polo geométrico da calota esférica onde o eixo óptico principal intercepta a superfície do espelho.
- Centro de curvatura (C)
- Centro geométrico da esfera da qual a calota foi retirada; a distância até o vértice equivale ao raio de curvatura R.
- Foco principal de espelho esférico
- Ponto do eixo principal para onde convergem (côncavo) ou de onde divergem (convexo) raios paraxiais paralelos ao eixo.
- Distância focal (fórmula de Gauss)
- f = R / 2, onde f é a distância focal e R é o raio de curvatura do espelho esférico.
- Raio incidente paralelo ao eixo principal
- Reflete-se passando pelo foco principal (côncavo) ou na direção do foco principal (convexo).
- Raio incidente que passa pelo foco
- Reflete-se paralelamente ao eixo principal do espelho esférico.
- Raio incidente sobre o vértice
- Reflete-se simetricamente em relação ao eixo principal (ângulo de incidência igual ao de reflexão no vértice).
- Raio incidente que passa pelo centro de curvatura
- Reflete-se sobre si mesmo na mesma linha de incidência, pois atinge a superfície perpendicularmente (i = 0°).
- Equação dos pontos conjugados de Gauss
- 1 / f = 1 / p + 1 / p', relacionando distância focal (f), distância do objeto (p) e distância da imagem (p').
- Convenção de sinais: distância focal (f)
- f > 0 para espelhos côncavos (foco real); f < 0 para espelhos convexos (foco virtual).
- Convenção de sinais: posição da imagem (p')
- p' > 0 para imagem real (na frente do espelho); p' < 0 para imagem virtual (atrás do espelho).
- Aumento linear transversal (fórmula)
- A = i / o = -p' / p, onde i é o tamanho da imagem, o o tamanho do objeto, p a posição do objeto e p' da imagem.
- Convenção de sinais: aumento linear transversal (A)
- A > 0 indica imagem direita (mesmo sentido do objeto); A < 0 indica imagem invertida.
- Imagem de objeto antes do centro de curvatura (côncavo)
- A imagem é real, invertida e menor do que o objeto, situada entre o foco e o centro de curvatura.
- Imagem de objeto sobre o centro de curvatura (côncavo)
- A imagem é real, invertida e de tamanho exatamente igual ao do objeto, localizada sobre o próprio centro.
- Imagem de objeto entre o centro e o foco (côncavo)
- A imagem é real, invertida e maior que o objeto, localizada além do centro de curvatura.
- Imagem de objeto sobre o foco principal (côncavo)
- Imagem imprópria: os raios refletidos são paralelos e não se cruzam (distância p' tende ao infinito).
- Imagem de objeto entre o foco e o vértice (côncavo)
- A imagem é virtual, direita e maior que o objeto, localizada atrás do espelho.
- Natureza única da imagem em espelho convexo
- Para qualquer objeto real, a imagem formada é sempre virtual, direita, menor que o objeto e entre V e F.
- Principal aplicação do espelho convexo
- Espelhos retrovisores e de segurança em comércios, pois oferecem um campo visual ampliado em troca de imagens reduzidas.