Física: Ondulatória e Óptica 2
Estudo de ondulatória e óptica geométrica, abrangendo ondas estacionárias e espelhos. Destinado a estudantes do ensino médio.
Cartões · 50
- O que é uma onda estacionária?
- Padrão oscilatório formado pela interferência mútua de duas ondas idênticas que se propagam na mesma direção, mas em sentidos opostos.
- O que são nós em uma onda estacionária?
- Pontos de interferência destrutiva total onde a amplitude de vibração é permanentemente nula.
- O que são ventres em uma onda estacionária?
- Pontos de interferência construtiva máxima onde a amplitude de vibração atinge o seu maior valor.
- Distância entre dois nós consecutivos
- Equivale exatamente a meio comprimento de onda (lambda / 2).
- Distância entre um nó e o ventre mais próximo
- Equivale exatamente a um quarto de comprimento de onda (lambda / 4).
- Formação de ondas em cordas de extremidades fixas
- As extremidades presas atuam obrigatoriamente como nós devido à impossibilidade física de vibração livre.
- Primeiro harmônico em corda fixa nas extremidades
- Apresenta dois nós nas pontas e um único ventre no meio, com comprimento de onda igual ao dobro do comprimento da corda.
- Harmônicos permitidos em cordas fixas
- Todos os múltiplos inteiros da frequência fundamental (harmônicos pares e ímpares: n = 1, 2, 3...).
- Comportamento da onda na extremidade de um tubo sonoro aberto
- O ar na extremidade aberta tem livre movimentação, formando sempre um ventre de deslocamento (nó de pressão).
- Comportamento da onda na extremidade de um tubo sonoro fechado
- A barreira rígida impede a movimentação do ar, formando obrigatoriamente um nó de deslocamento (ventre de pressão).
- Primeiro harmônico em tubo aberto nas duas pontas
- Forma dois ventres nas extremidades e um nó no centro; o comprimento equivale a meio comprimento de onda.
- Série de harmônicos em tubos abertos
- Apresenta todos os harmônicos naturais (n = 1, 2, 3...), com frequências múltiplas inteiras da frequência fundamental.
- Primeiro harmônico em tubo fechado em uma ponta
- Forma um nó na extremidade fechada e um ventre na extremidade aberta; o tubo mede um quarto de comprimento de onda.
- Série de harmônicos em tubos fechados em uma ponta
- Apresenta exclusivamente harmônicos ímpares (n = 1, 3, 5...), inexistindo harmônicos de ordem par.
- Princípio da propagação retilínea da luz
- Em meios transparentes, homogêneos e isótropos, a luz viaja em linha reta, permitindo a formação de sombras e penumbras.
- Princípio da independência dos raios luminosos
- Raios ou feixes de luz que se cruzam continuam suas trajetórias de forma independente, sem alterar a rota ou intensidade mútua.
- Princípio da reversibilidade dos raios luminosos
- A trajetória seguida pela luz em um sentido é rigorosamente a mesma quando o sentido de propagação é invertido.
- Formação de sombra e penumbra
- Fontes pontuais produzem apenas regiões de sombra nítida, enquanto fontes extensas produzem sombra central e penumbra periférica.
- Eclipse solar sob a ótica geométrica
- A Lua posiciona-se entre o Sol e a Terra, projetando seu cone de sombra (eclipse total) e de penumbra (eclipse parcial).
- Eclipse lunar sob a ótica geométrica
- A Terra interpõe-se entre o Sol e a Lua, fazendo com que a Lua atravesse o cone de sombra gerado pela Terra.
- Formação de imagem na câmara escura de orifício
- Raios luminosos retilíneos do objeto cruzam pelo orifício pontual e projetam no fundo uma imagem real e invertida.
- Orientação da imagem na câmara escura
- A imagem projetada é invertida de cima para baixo e revertida da esquerda para a direita em relação ao objeto.
- Efeito do afastamento do objeto na câmara escura
- Ao afastar o objeto da câmara, o tamanho da imagem projetada no fundo diminui proporcionalmente.
- Efeito de aumentar a profundidade da câmara escura
- Ao aumentar o comprimento da câmara (distância do orifício ao fundo), o tamanho da imagem projetada aumenta.
- Primeira lei da reflexão da luz
- O raio incidente, o raio refletido e a reta normal à superfície no ponto de incidência estão no mesmo plano (são coplanares).
- Segunda lei da reflexão da luz
- O ângulo de reflexão é sempre exatamente igual ao ângulo de incidência em relação à reta normal (r = i).
- Reflexão regular versus reflexão difusa
- Na reflexão regular, raios paralelos refletem paralelos gerando imagem nítida; na difusa, refletem espalhados e não formam imagem.
- Formação da imagem em espelho plano
- Forma-se atrás da superfície refletora pelo prolongamento dos raios refletidos divergentes.
- Natureza da imagem em espelho plano
- Sempre virtual, pois é constituída pela interseção geométrica do prolongamento dos raios refletidos.
- Orientação da imagem em espelho plano
- Sempre direita (não invertida verticalmente) e enantiomorfa (com simetria lateral invertida).
- Tamanho da imagem em espelho plano
- Sempre igual ao tamanho do objeto, mantendo ampliação unitária constante.
- Posição da imagem em espelho plano
- Fica a uma distância simétrica atrás do espelho igual à distância do objeto em relação à superfície dele.
- Deslocamento da imagem ao mover o espelho plano
- Se o espelho é transladado de uma distância 'd', a imagem correspondente translada de uma distância igual a '2d'.
- Rotação de espelho plano
- Ao girar o espelho de um ângulo alfa, o raio refletido sofre um desvio angular equivalente ao dobro (2 * alfa).
- Elementos de um espelho esférico
- Vértice (centro da calota), Centro de Curvatura (centro da esfera geradora) e Foco Principal (ponto médio entre ambos).
- Condições de nitidez de Gauss
- O ângulo de abertura deve ser menor que 10 graus e os raios incidentes devem ser paraxiais (próximos e quase paralelos ao eixo).
- Foco do espelho côncavo
- Ponto real localizado na frente do espelho onde convergem os raios paraxiais incidentes paralelos ao eixo principal.
- Foco do espelho convexo
- Ponto virtual localizado atrás do espelho onde divergem os prolongamentos dos raios incidentes paralelos ao eixo principal.
- Comportamento do raio que passa pelo centro de curvatura
- Incide perpendicularmente à superfície esférica e reflete sobre si mesmo pelo mesmo caminho de incidência.
- Comportamento do raio incidente no vértice do espelho
- Reflete simetricamente em relação ao eixo principal, mantendo o ângulo de reflexão igual ao de incidência.
- Espelho côncavo: objeto antes do centro de curvatura
- A imagem é real, invertida, menor que o objeto e situada entre o centro de curvatura e o foco.
- Espelho côncavo: objeto sobre o centro de curvatura
- A imagem é real, invertida, exatamente do mesmo tamanho do objeto e situada sob o próprio centro de curvatura.
- Espelho côncavo: objeto entre o centro de curvatura e o foco
- A imagem é real, invertida, maior do que o objeto e posicionada além do centro de curvatura.
- Espelho côncavo: objeto posicionado no foco
- A imagem é imprópria (raios refletidos saem rigorosamente paralelos e nunca se cruzam).
- Espelho côncavo: objeto entre o foco e o vértice
- A imagem é virtual, direita, maior do que o objeto e localizada atrás da superfície do espelho.
- Formação de imagem no espelho convexo
- Para qualquer posição do objeto real, a imagem formada é sempre virtual, direita, menor e localizada atrás do espelho.
- Campo visual do espelho convexo
- É significativamente mais amplo que o de um espelho plano do mesmo tamanho, ideal para vigilância e retrovisores.
- Diferença entre imagem real e imagem virtual
- A imagem real é formada pelo cruzamento dos próprios raios e pode ser projetada; a virtual resulta de prolongamentos e não se projeta.
- Relação entre orientação e natureza da imagem em espelhos
- Em objetos reais, toda imagem real é invertida em relação ao objeto e toda imagem virtual é direita.
- Aplicação típica do espelho côncavo
- Espelhos de maquiagem ou odontológicos quando usados próximos (ampliação direita) ou faróis de automóveis (raios paralelos no foco).