Renascimento Comercial e Urbano (6º Ano)

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Estudo sobre o renascimento comercial e urbano da Baixa Idade Média, voltado para alunos do sexto ano.

50 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio História medieval Publicado
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Cartões · 50

Baixa Idade Média
Período da Idade Média marcado pelo crescimento da população, volta do comércio e surgimento de novas cidades.
Renascimento comercial
Retorno das atividades de compra e venda de mercadorias na Europa após séculos de economia agrária e isolada.
Renascimento urbano
Crescimento das cidades antigas e fundação de novas vilas devido ao aumento do comércio e da população.
Inovações agrícolas
Novas técnicas de plantio que produziram mais comida, diminuíram a fome e fizeram a população europeia crescer.
Arado de ferro (charrua)
Ferramenta agrícola puxada por cavalos ou bois que cavava a terra com mais força e aumentava a colheita.
Rotação trienal de culturas
Divisão da terra em três partes para alternar o plantio e deixar o solo descansar, garantindo colheitas melhores.
Uso do cavalo na agricultura
Substituição lenta do boi pelo cavalo com peitoral estofado, trabalhando mais rápido no campo.
Moinho de água e de vento
Máquinas usadas para moer grãos com a força da natureza, poupando trabalho humano.
Excedente agrícola
Sobra de alimentos produzidos no campo vendida nas cidades e feiras medievais.
Êxodo rural medieval
Saída de muitos camponeses dos feudos em direção às cidades em busca de trabalho livre.
Burgos
Cidades medievais fortificadas com muralhas de pedra onde moravam os comerciantes e artesãos.
Burgueses
Habitantes dos burgos que trabalhavam com comércio ou produção artesanal e enriqueceram com as vendas.
Muralhas medievais
Grandes paredes de pedra que cercavam a cidade para proteger os moradores de ataques e invasões.
Ruas das cidades medievais
Caminhos estreitos, de terra ou pedra, sem calçadas, cheios de lama e muito movimentados.
Saneamento básico medieval
Inexistente na época; o lixo e os dejetos eram jogados diretamente nas ruas ou nos rios.
Risco de incêndio nas cidades
Muito alto, pois as casas eram feitas de madeira, tinham palha no teto e ficavam grudadas umas nas outras.
Feiras medievais
Grandes encontros temporários onde mercadores de várias partes do mundo se reuniam para vender produtos.
Feira de Champagne
A feira medieval mais famosa da França, ponto de encontro entre comerciantes do norte e do sul da Europa.
Feira de Flandres
Importante feira no norte europeu, muito conhecida pelo comércio de tecidos finos de lã.
Caravanas comerciais
Grupos de mercadores que viajavam juntos por estradas de terra para se protegerem de ladrões.
Moeda na Idade Média
Peças de ouro e prata que voltaram a circular bastante, substituindo a antiga troca direta de produtos.
Diversidade de moedas
Problema comum porque cada rei, nobre ou cidade podia cunhar a sua própria moeda com peso diferente.
Cambistas
Pessoas que trocavam as diferentes moedas dos viajantes em feiras, cobrando uma pequena taxa.
Bancos medievais
Instituições criadas por cambistas que guardavam dinheiro em segurança e faziam empréstimos.
Letra de câmbio
Papel que funcionava como cheque, permitindo viajar sem carregar sacos pesados de moedas de ouro.
Usura
Cobrança de juros sobre empréstimos de dinheiro, prática que era condenada pela Igreja Católica.
Rotas comerciais terrestres
Caminhos por terra que ligavam cidades distantes, apesar dos perigos e cobrança de pedágios.
Rota do Mar Mediterrâneo
Caminho marítimo dominado por cidades italianas para buscar produtos valiosos no Oriente.
Gênova e Veneza
Cidades do norte da Itália que dominaram o comércio marítimo de produtos caros no Mediterrâneo.
Especiarias orientais
Temperos valiosos vindos da Ásia, como pimenta, canela e cravo, usados para conservar e dar sabor à comida.
Seda e artigos de luxo
Tecidos caros, perfumes e joias trazidos do Oriente para a nobreza e burguesia europeia.
Rota do Mar do Norte e Báltico
Caminho marítimo no norte europeu usado para transportar madeira, peles, peixe salgado e lã.
Liga Hanseática
Poderosa aliança de cidades alemãs e do norte que controlava o comércio marítimo na região.
Corporações de ofício
Associações de profissionais do mesmo ramo para controlar a produção, preços e qualidade dos produtos.
Mestre artesão
Dono da oficina e das ferramentas que ensinava a profissão e conhecia todas as etapas do trabalho.
Oficial ou companheiro
Trabalhador experiente que ajudava o mestre na oficina e recebia um salário pelo serviço.
Aprendiz
Jovem que morava com o mestre para aprender o trabalho manual sem receber salário, apenas abrigo e comida.
Obra-prima medieval
Trabalho perfeito que o oficial precisava fazer para provar sua habilidade e virar um mestre artesão.
Guildas
Associações de comerciantes criadas para proteger os negócios e afastar concorrentes de fora.
Preço justo
Ideia defendida pela Igreja de cobrar apenas o custo do material e do trabalho, sem lucro exagerado.
Carta de franquia
Documento comprado ou concedido que dava autonomia à cidade, livrando-a das ordens dos senhores feudais.
Catedral medieval
Grande igreja no centro da cidade, símbolo do poder religioso e do orgulho dos moradores urbanos.
Estilo gótico
Arquitetura de igrejas altas com arcos pontiagudos, grandes janelas de vidro colorido e muita luz.
Vitrô
Janela colorida de vidro que contava histórias bíblicas com imagens para quem não sabia ler.
Universidades medievais
Centros de estudo nascidos nas cidades para ensinar teologia, direito, medicina e filosofia.
Peste Negra
Grave epidemia do século XIV transmitida por pulgas de ratos que matou um terço da população europeia.
Falta de higiene e doenças
Acúmulo de lixo e esgoto a céu aberto nas cidades que facilitava a rápida transmissão de pestes.
Crise do feudalismo
Enfraquecimento dos senhores feudais provocado pelo renascimento das cidades e fortalecimento dos reis.
Aliança entre rei e burguesia
União em que o rei dava proteção aos comerciantes em troca de impostos para formar exércitos reais.
Centralização do poder real
Processo em que os reis voltaram a ter controle sobre todo o país, enfraquecendo os nobres dos feudos.

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