Sistema Digestivo

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Estudo dos órgãos e processos do sistema digestivo humano para estudantes.

60 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Corpo humano Publicado
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Cartões · 60

Boca
Inicia a digestão mecânica pela mastigação e a digestão química dos carboidratos através da salivação.
Dentes
Trituram, cortam e rasgam os alimentos, facilitando a ação enzimática e a formação do bolo alimentar.
Língua
Manipula o alimento durante a mastigação, detecta sabores através das papilas gustativas e auxilia na deglutição.
Glândulas salivares parótidas
Produzem saliva serosa rica em amilase salivar para iniciar a degradação do amido.
Glândulas salivares submandibulares
Secretam uma mistura de saliva serosa e mucosa que lubrifica o alimento e auxilia na deglutição.
Glândulas salivares sublinguais
Produzem saliva predominantemente mucosa, proporcionando viscosidade para proteger a mucosa oral.
Amilase salivar (ptialina)
Enzima digestiva presente na saliva que quebra o amido em maltose e dextrinas.
Mucina
Glicoproteína da saliva que lubrifica as partículas de alimento para formar o bolo alimentar deslizante.
Faringe
Canal muscular compartilhado que direciona o bolo alimentar da boca para o esôfago durante a deglutição.
Epiglote
Estrutura cartilaginosa que oclui a laringe durante a deglutição, impedindo a entrada de comida nas vias aéreas.
Esôfago
Tubo muscular que transporta o bolo alimentar da faringe até o estômago por movimentos peristálticos.
Peristaltismo
Contrações musculares coordenadas e involuntárias que empurram o alimento ao longo do trato gastrointestinal.
Esfíncter esofágico superior
Músculo que impede a entrada de ar no trato digestivo durante a respiração e controla o início da passagem do alimento.
Esfíncter esofágico inferior (cárdia)
Estrutura muscular que se abre para permitir a entrada de alimento no estômago e previne o refluxo ácido para o esôfago.
Estômago
Armazena o alimento, secreta suco gástrico para digestão química de proteínas e realiza digestão mecânica contínua.
Ácido clorídrico (HCl)
Desnatura proteínas, reduz o pH gástrico para ativar a pepsina e elimina patógenos ingeridos com os alimentos.
Pepsinogênio
Pró-enzima inativa secretada pelas células principais gástricas, convertida em pepsina em meio ácido.
Pepsina
Enzima gástrica ativa que fragmenta proteínas em peptídeos menores.
Fator intrínseco
Glicoproteína produzida pelas células parietais do estômago, essencial para a absorção ileal de vitamina B12.
Muco gástrico
Camada protetora alcalina que reveste o estômago, impedindo a autodigestão por ácido e pepsina.
Quimo
Massa pastosa e semilíquida resultante da digestão gástrica de alimentos com o suco gástrico.
Piloro
Esfíncter muscular que controla a passagem lenta e gradual do quimo do estômago para o duodeno.
Intestino delgado
Principal local de digestão enzimática terminal e de absorção da maioria dos nutrientes ingeridos.
Duodeno
Primeira porção do intestino delgado, onde o quimo é neutralizado e recebe secreções biliares e pancreáticas.
Jejuno
Segunda porção do intestino delgado, especializada na absorção intensa de carboidratos, aminoácidos e lipídios.
Íleo
Última porção do intestino delgado, responsável pela absorção de sais biliares remanescentes e vitamina B12.
Vilosidades intestinais
Projeções digitiformes na mucosa do intestino delgado que ampliam exponencialmente a área de absorção.
Microvilosidades
Dobras microscópicas na membrana dos enterócitos que formam a borda em escova e abrigam enzimas digestivas.
Fígado
Sintetiza bile, processa e armazena nutrientes absorvidos e atua na desintoxicação de metabólitos.
Bile
Fluido que emulsifica gorduras em gotículas menores, facilitando a digestão pelas lípases intestinais.
Vesícula biliar
Armazena e concentra a bile produzida pelo fígado até sua liberação no duodeno após refeições gordurosas.
Ducto colédoco
Canal que transporta a bile armazenada na vesícula biliar diretamente para a luz do duodeno.
Pâncreas exócrino
Produz e secreta enzimas digestivas e bicarbonato de sódio para neutralizar o quimo ácido no duodeno.
Bicarbonato pancreático
Neutraliza o pH ácido do quimo, criando um ambiente alcalino ideal para a ação das enzimas do duodeno.
Tripsina
Enzima pancreática que cliva ligações peptídicas específicas, quebrando proteínas em fragmentos menores.
Quimiotripsina
Protease secretada pelo pâncreas que atua em conjunto com a tripsina na digestão proteica intestinal.
Lipase pancreática
Principal enzima responsável pela quebra de triglicerídeos em ácidos graxos livres e monoglicerídeos.
Amilase pancreática
Enzima que continua a digestão de carboidratos complexos no intestino delgado, gerando oligossacarídeos.
Nucleases pancreáticas
Enzimas que hidrolisam ácidos nucleicos (DNA e RNA) em nucleotídeos individuais na luz intestinal.
Enteropeptidase (enterocinase)
Enzima da borda em escova intestinal que ativa o tripsinogênio pancreático em tripsina ativa.
Maltase
Enzima da borda em escova que hidrolisa a maltose em duas moléculas de glicose.
Sacarase
Enzima da borda em escova intestinal que cliva a sacarose em glicose e frutose.
Lactase
Enzima intestinal responsável pela quebra da lactose em glicose e galactose.
Quilo
Líquido leitoso formado no intestino delgado composto de linfa, nutrientes absorvidos e quilomícrons.
Vasos lácteos
Capilares linfáticos dentro das vilosidades intestinais que absorvem gorduras e quilomícrons da dieta.
Válvula ileocecal
Esfíncter que impede o refluxo de material fecal do ceco de volta para o íleo terminal.
Intestino grosso
Reabsorve água e eletrólitos, abriga a microbiota intestinal e forma e armazena a massa fecal.
Ceco
Primeira porção do intestino grosso que recebe o resíduo alimentar não digerido vindo do íleo.
Apêndice cecal
Pequena bolsa linfoide associada ao ceco que serve de reservatório para bactérias benéficas da microbiota.
Cólon ascendente
Segmento do intestino grosso que transporta o material fecal para cima enquanto continua a absorver água.
Cólon transverso
Segmento móvel do intestino grosso responsável pela dessecação progressiva do resíduo alimentar em fezes.
Cólon descendente
Segmento que armazena os resíduos alimentares já semissólidos antes de sua passagem ao cólon sigmoide.
Cólon sigmoide
Porção curvada terminal do cólon que retém fezes formadas até que sejam transferidas para o reto.
Microbiota intestinal
Conjunto de microrganismos que fermenta fibras não digeríveis, produz vitaminas como K e B12 e protege a mucosa.
Reto
Câmara muscular terminal que acumula as fezes e aciona o reflexo de defecação quando distendida.
Esfíncter anal interno
Músculo involuntário que relaxa reflexamente em resposta ao enchimento retal durante a defecação.
Esfíncter anal externo
Anel de músculo estriado esquelético sob controle voluntário que permite conter a eliminação das fezes.
Gastrina
Hormônio secretado por células do estômago que estimula a produção de ácido clorídrico e a motilidade gástrica.
Secretina
Hormônio duodenal liberado na presença de ácido que estimula a secreção pancreática rica em bicarbonato.
Colecistoquinina (CCK)
Hormônio que estimula a contração da vesícula biliar e a liberação de enzimas digestivas pelo pâncreas.

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