Sistema Genital Masculino: Funções

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Este conjunto aborda a anatomia e as funções dos órgãos do sistema genital masculino. É ideal para estudantes de biologia e medicina.

130 cartões Português Nível: Ensino superior Corpo humano Publicado
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Cartões · 130

Testículos
Produzem espermatozoides (espermatogênese) e sintetizam a testosterona.
Túbulos seminíferos
Local exato dentro dos testículos onde ocorre a produção dos espermatozoides.
Células de Leydig (intersticiais)
Produzem e secretam o hormônio testosterona sob estímulo do LH.
Células de Sertoli
Fornecem suporte nutricional, estrutural e de proteção aos espermatozoides em desenvolvimento.
Epidídimo
Armazena os espermatozoides e promove a sua maturação e mobilidade.
Ducto deferente
Transporta os espermatozoides do epidídimo até a uretra durante a ejaculação.
Vesículas seminais
Secretam um fluido rico em frutose e alcalino que nutre os espermatozoides e compõe a maior parte do sêmen.
Próstata
Produz um fluido alcalino que neutraliza a acidez da vagina e protege os espermatozoides.
Glândulas bulbouretrais (de Cowper)
Secretam um fluido mucoso alcalino que lubrifica a uretra e limpa resíduos de urina antes da ejaculação.
Pênis
Órgão copulador masculino responsável por depositar o sêmen no trato reprodutor feminino e expelir a urina.
Corpos cavernosos
Tecidos eréteis que se enchem de sangue para promover e manter a ereção peniana.
Corpo esponjoso
Tecido erétil que envolve a uretra, impedindo o seu oclusão durante a ereção.
Glande
Extremidade altamente sensível do pênis, responsável por maximizar a estimulação sexual.
Prepúcio
Dobra de pele que recobre e protege a glande do pênis.
Escroto (saco escrotal)
Bolsa cutânea que abriga os testículos e mantém a temperatura ideal para a espermatogênese.
Uretra masculina
Conduz tanto o sêmen durante a ejaculação quanto a urina durante a micção para fora do corpo.
Ducto ejaculatório
Conecta o ducto deferente e a vesícula seminal à uretra prostática, conduzindo o sêmen.
Músculo cremáster
Eleva ou abaixa os testículos no escroto para ajustar a regulação térmica dos testículos.
Músculo dartos
Contrai a pele do escroto para reduzir a perda de calor quando exposto ao frio.
Plexo pampiniforme
Rede venosa no cordão espermático que resfria a arterialização do sangue que chega aos testículos.
Cordão espermático
Estrutura que sustenta o testículo e contém o ducto deferente, vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos.
Barreira hematotesticular
Isola os espermatozoides em desenvolvimento do sistema imunológico para evitar reações autoimunes.
Sêmen
Mistura de espermatozoides e secreções das glândulas anexas que possibilita a fecundação.
Acrossomo do espermatozoide
Vesícula contendo enzimas digestivas para perfurar a zona pelúcida do ovócito na fertilização.
Peça intermediária do espermatozoide
Contém mitocôndrias que fornecem ATP para o movimento do flagelo do espermatozoide.
Flagelo do espermatozoide
Estrutura de locomoção que impulsiona o espermatozoide até o óvulo.
Rede testicular (Rete testis)
Rede de canais que recebe espermatozoides dos túbulos seminíferos e os direciona aos ductos eferentes.
Ductos eferentes
Conduzem os espermatozoides da rede testicular até a cabeça do epidídimo.
Óstio externo da uretra
Abertura na ponta da glande por onde são expelidos a urina e o sêmen.
Músculo bulboesponjoso
Contrai-se ritmicamente para expelir o sêmen da uretra durante a ejaculação.
Cabeça do espermatozoide
Contém o núcleo condensado com o material genético haploide paterno.
Colo do espermatozoide
Conecta a cabeça à cauda e contém os centríolos essenciais para a divisão celular inicial pós-fecundação.
Peça terminal do espermatozoide
Constitui a porção final do flagelo desprovida da bainha fibrosa, auxiliando na flexibilidade da locomoção.
Túnica albugínea do testículo
Cápsula densa de tecido conjuntivo que protege e sustenta a estrutura interna do parênquima testicular.
Túnica vaginal (camada visceral)
Reveste diretamente a superfície externa do testículo, facilitando o deslizamento contra a parede escrotal.
Túnica vaginal (camada parietal)
Reveste a parede interna da bolsa escrotal, permitindo a mobilidade do testículo sem atrito excessivo.
Cavidade da túnica vaginal
Espaço virtual com fluido seroso que reduz o atrito e previne torções dos testículos durante movimentos.
Túnica vasculosa do testículo
Camada de tecido conjuntivo frouxo rica em capilares que supre sangue aos lóbulos testiculares.
Septos testiculares
Dividem o interior do testículo em compartimentos conhecidos como lóbulos testiculares.
Mediastino do testículo
Espessamento fibroso posterior da túnica albugínea por onde transitam vasos, nervos e a rede testicular.
Lóbulos testiculares
Compartimentos cônicos que abrigam de um a quatro túbulos seminíferos contorcidos.
Túbulos seminíferos retos
Conduzem os espermatozoides imaturos dos túbulos seminíferos contorcidos para a rede testicular.
Espermatogônias tipo A
Atuam como células-tronco que se dividem por mitose para manter a linhagem celular da espermatogênese.
Espermatogônias tipo B
Diferenciam-se e entram na meiose para formar os espermatócitos primários.
Espermatócitos primários
Realizam a primeira divisão meiótica, gerando células com variabilidade genética e metade da ploidia.
Espermatócitos secundários
Realizam a segunda divisão meiótica de forma rápida para produzir as espermátides haploides.
Espermátides iniciais
Sofrem o processo de espermiogênese, modificando sua morfologia arredondada para a forma alongada do gameta.
Corpo residual de Regaud
Excesso de citoplasma descartado pelas espermátides e posteriormente fagocitado pelas células de Sertoli.
Cabeça do epidídimo
Recebe os espermatozoides recém-formados a partir dos ductos eferentes testiculares.
Corpo do epidídimo
Promove o trânsito e a continuidade das modificações bioquímicas de maturação dos espermatozoides.
Cauda do epidídimo
Serve como o principal reservatório de espermatozoides viáveis prontos para a emissão seminal.
Estereocílios do epitélio epididimário
Aumentam a superfície celular para absorção de fluidos e secreção de glicoproteínas no lúmen.
Ampola do ducto deferente
Região dilatada do ducto deferente que armazena espermatozoides antes de sua junção com a vesícula seminal.
Raiz do pênis
Fixa o pênis às estruturas esqueléticas da pelve e ao diafragma urogenital.
Ramos do pênis (crura)
Fixam os corpos cavernosos aos ramos isquiopúbicos da pelve óssea.
Bulbo do pênis
Porção proximal expandida do corpo esponjoso que se fixa à fáscia inferior do diafragma urogenital.
Corpo do pênis
Porção pendular e livre composta pelas colunas de tecido erétil cobertas por fáscias e pele.
Coroa da glande
Borda circular proeminente na base da glande com alta densidade de receptores nervosos sensitivos.
Colo da glande
Sulco retrocoronal oblíquo que separa a coroa da glande do restante do corpo do pênis.
Frênulo do prepúcio
Prega de pele sob a glande que limita o recuo excessivo do prepúcio e apresenta sensibilidade tátil.
Fáscia superficial do pênis (fáscia de Dartos)
Camada de tecido conjuntivo frouxo que permite o deslizamento suave da pele sobre o corpo peniano.
Fáscia profunda do pênis (fáscia de Buck)
Envolve firmemente os corpos cavernosos e esponjoso, contendo a expansão e aumentando o turgor na ereção.
Septo do pênis (septo pectiniforme)
Separa internamente os dois corpos cavernosos, permitindo comunicação vascular entre eles através de fendas.
Glândulas prepuciais (glândulas de Tyson)
Pequenas glândulas sebáceas modificadas que produzem secreções que contribuem para a composição do esmegma.
Septo escrotal
Divide internamente o escroto em dois compartimentos independentes para isolar cada testículo.
Rafe escrotal
Linha mediana na pele que demarca a fusão embrionária das proeminências labioescrotais.
Rafe peniana
Linha mediana na face ventral do pênis que sinaliza o fechamento da fenda urogenital embriológica.
Fáscia espermática externa
Camada derivada da aponeurose do músculo oblíquo externo que envolve o cordão espermático.
Fáscia cremastérica
Camada média que abriga as fibras musculares do cremáster em torno do cordão espermático.
Fáscia espermática interna
Camada originada da fáscia transversal que reveste internamente os componentes do cordão espermático.
Artéria testicular
Fornece sangue arterial oxigenado aos testículos e aos segmentos iniciais dos epidídimos.
Artéria cremastérica
Supre de sangue o músculo cremáster e as túnicas que recobrem o cordão espermático.
Artéria do ducto deferente
Nutre a túnica muscular e a mucosa ao longo de toda a extensão do ducto deferente.
Artérias dorsais do pênis
Conduzem sangue para a pele peniana, prepúcio e tecido conjuntivo superficial dos corpos eréteis.
Artérias profundas do pênis (cavernosas)
Fornem o aporte sanguíneo principal que enche os espaços sinusoidais para promover a rigidez erétil.
Artérias helicinas
Ramos tortuosos da artéria profunda que se dilatam na estimulação sexual para encher os sinusoides eréteis.
Artéria do bulbo do pênis
Irriga o bulbo erétil, o corpo esponjoso proximal e a glândula bulbouretral.
Veia dorsal profunda do pênis
Drena os corpos cavernosos e tem seu fluxo comprimido pela fáscia de Buck para sustentar a ereção.
Veias dorsais superficiais do pênis
Drenam o sangue venoso da pele do pênis e do prepúcio em direção às veias pudendas externas.
Espaços cavernosos (sinusoides)
Lacunas vasculares revestidas por endotélio que se ingurgitam de sangue durante a fase de tumescência peniana.
Trabéculas dos corpos cavernosos
Feixes de fibras elásticas, colágenas e músculo liso que estruturam as paredes dos sinusoides penianos.
Uretra intramural (pré-prostática)
Segmento inicial da uretra que atravessa a parede da bexiga antes de alcançar a próstata.
Uretra prostática
Conduz a urina e recebe os fluidos seminais e prostáticos das vias ejaculatórias na pelve.
Uretra membranácea (intermédia)
Segmento curto que atravessa o diafragma urogenital cercado pelo esfíncter uretral externo.
Uretra esponjosa (peniana)
Percorre todo o corpo esponjoso transportando a urina ou o sêmen até o meio exterior.
Fossa navicular da uretra
Região dilatada da uretra dentro da glande que orienta o fluxo do jato urinário e seminal.
Válvula da fossa navicular (de Guérin)
Dobra mucosa na parede superior da fossa navicular que previne o refluxo de agentes externos.
Crista uretral
Eminência longitudinal mediana na parede posterior da uretra prostática que organiza as aberturas glandulares.
Colículo seminal (verumontanum)
Elevação na crista uretral onde se abrem o utrículo prostático e os dois orifícios dos ductos ejaculatórios.
Utrículo prostático
Pequeno fundo de saco cego homólogo ao útero feminino localizado no ápice do colículo seminal.
Seios prostáticos
Sulcos laterais ao colículo seminal onde desembocam múltiplos ductos das glândulas prostáticas.
Glândulas uretrais (de Littré)
Produzem muco na parede da uretra esponjosa para proteger a mucosa contra a acidez da urina.
Lacunas uretrais (de Morgagni)
Pequenas depressões na mucosa uretral nas quais desembocam os ductos das glândulas de Littré.
Zona periférica da próstata
Região posterior que compõe a maior parte do parênquima glandular e onde surgem a maioria dos carcinomas.
Zona de transição da próstata
Região periductal que circunda a uretra proximal e é o local de origem da hiperplasia prostática benigna.
Zona central da próstata
Setor do tecido prostático que envolve os ductos ejaculatórios desde a base glandular até o verumontanum.
Estroma fibromuscular anterior da próstata
Tecido conjuntivo e muscular sem glândulas que auxilia na contração expulsiva do fluido prostático.
Cápsula prostática
Bainha fibromuscular fina que delimita externamente o corpo da próstata e ancora seu leito vascular.
Esfíncter uretral interno
Anel de músculo liso no colo vesical que fecha a bexiga involuntariamente para evitar a ejaculação retrógrada.
Esfíncter uretral externo
Músculo estriado esquelético sob controle voluntário que retém o fluxo urinário e interrompe a micção.
Músculo isquiocavernoso
Comprime a raiz dos corpos cavernosos, retendo o sangue nas colunas eréteis para maximizar a rigidez.
Músculo transverso superficial do períneo
Estabiliza o centro tendíneo do períneo, oferecendo suporte dinâmico às estruturas genitais externas.
Músculo transverso profundo do períneo
Forma o suporte estrutural do assoalho urogenital e sustenta a uretra membranácea e glândulas bulbouretrais.
Ligamento suspensor do pênis
Feixe fibroso que ancora a junção do corpo peniano à sínfise púbica, mantendo seu ângulo postural ereto.
Ligamento fundiforme do pênis
Derivação da fáscia abdominal superficial que circunda e sustenta elasticamente a raiz do pênis.
Nervo pudendo
Fornece a principal inervação sensitiva somática e motora para a genitália externa e o períneo masculino.
Nervo dorsal do pênis
Inerva sensorialmente a glande, o prepúcio e o corpo peniano, conduzindo estímulos para o arco reflexo erétil.
Nervos cavernosos do pênis
Carregam fibras autônomas parassimpáticas que liberam óxido nítrico para relaxar os vasos e desencadear a ereção.
Plexo hipogástrico inferior
Coordena os impulsos autônomos simpáticos e parassimpáticos responsáveis pela ereção e emissão seminal.
Nervo ilioinguinal (ramos genitais)
Garante a inervação sensitiva da raiz peniana e da porção cutânea ântero-superior do escroto.
Ramo genital do nervo genitofemoral
Inerva a musculatura do cremáster para intermediar o reflexo cremastérico térmico ou tátil.
Nervos escrotais posteriores
Ramos do nervo perineal que garantem a sensibilidade cutânea da região póstero-inferior da bolsa escrotal.
Nervos escrotais anteriores
Ramos do nervo ilioinguinal responsáveis pela sensibilidade tátil da face frontal do escroto.
Canal inguinal masculino
Trajeto na parede abdominal inferior que dá passagem ao cordão espermático em direção ao escroto.
Anel inguinal superficial
Abertura distal do canal inguinal na fáscia aponeurótica pela qual o cordão espermático atinge a pelve externa.
Anel inguinal profundo
Abertura interna na fáscia transversal onde os componentes do cordão espermático entram no canal inguinal.
Gubernáculo testicular (vestígio)
Estrutura fibrosa embrionária que guia a descida dos testículos do abdômen até a bolsa escrotal.
Processo vaginal peritônio obliterado
Remanescente fibroso da bolsa peritoneal fetal que previne o surgimento de hidrocele congênita ou hérnia.
Apêndice do testículo (hidátide de Morgagni)
Remanescente embriológico da extremidade cranial do ducto paramesonéfrico no polo superior do testículo.
Apêndice do epidídimo
Remanescente embrionário do ducto mesonéfrico presente na cabeça do epidídimo.
Paradídimo (órgão de Giraldès)
Pequeno grupo de túbulos mesonéfricos residuais localizados no cordão espermático próximo à cabeça epididimária.
Ducto aberrante superior do epidídimo
Túbulo mesonéfrico vestigial cego conectado à rede testicular ou à cabeça epididimária.
Ducto aberrante inferior do epidídimo (de Haller)
Filamento tubular vestigial fechado associado ao segmento caudal do canal epididimário.
Corpos amiláceos da próstata
Concreções concêntricas de proteínas precipitadas encontradas na luz dos alvéolos de próstatas maduras.
Membrana perineal masculina
Placa fibrosa que dá inserção firme à musculatura erétil profunda e aos ramos dos corpos cavernosos.
Linfonodos inguinais superficiais
Drenam a linfa proveniente do escroto, prepúcio e da camada cutânea do corpo do pênis.
Linfonodos lombares (para-aórticos)
Drenam a rede linfática profunda originária dos testículos e dos epidídimos.
Linfonodos ilíacos internos
Recebem a drenagem linfática da próstata, das vesículas seminais e da uretra prostática.
Centro tendíneo do períneo (corpo perineal)
Massa fibromuscular central onde convergem e se ancoram os músculos do assoalho pélvico e esfíncteres.
Bainha fibrosa da cauda do espermatozoide
Estrutura rígida na peça principal que orienta a ondulação do axonema e protege contra cisalhamento.

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