Tabela Periódica e Ligações Covalentes
Estudo dos conceitos fundamentais da tabela periódica e das ligações químicas covalentes, voltado para estudantes do ensino médio.
Cartões · 20
- Raio atômico
- Distância média entre o núcleo e a camada de valência; cresce para a esquerda e para baixo na tabela, influenciando o tamanho e a densidade dos elementos.
- Energia de ionização
- Energia necessária para remover um elétron de um átomo gasoso; aumenta para a direita e para cima, determinando a reatividade e facilidade de formar cátions.
- Eletronegatividade
- Tendência de um átomo de atrair elétrons em uma ligação química; cresce para a direita e para cima, definindo a polaridade das ligações covalentes.
- Afinidade eletrônica
- Energia liberada quando um átomo neutro no estado gasoso recebe um elétron; aumenta para cima e para a direita, indicando facilidade em formar ânions.
- Metais alcalinos
- Elementos do Grupo 1 com baixas densidades e pontos de fusão, altamente reativos com água e oxigênio devido à baixa energia de ionização.
- Halogênios
- Elementos do Grupo 17 altamente eletronegativos e reativos, formando facilmente moléculas diatômicas covalentes apolares e sais iônicos.
- Gases nobres
- Elementos do Grupo 18 extremamente estáveis e pouco reativos, com camada de valência completa, apresentando pontos de ebulição extremamente baixos.
- Regra do octeto
- Princípio que afirma que átomos tendem a compartilhar, perder ou ganhar elétrons para atingir oito elétrons de valência e obter estabilidade química.
- Ligação covalente simples
- Compartilhamento de um par de elétrons entre dois ametais com comprimento de ligação maior e menor força comparada a ligações duplas e triplas.
- Ligação covalente dupla
- Compartilhamento de dois pares de elétrons, composta por uma ligação sigma e uma pi, resultando em menor comprimento e maior energia de ligação.
- Ligação covalente tripla
- Compartilhamento de três pares de elétrons (uma sigma e duas pi), conferindo alta rigidez molecular, grande energia de ligação e alta estabilidade química.
- Ligação covalente apolar
- Ocorre entre átomos com diferença de eletronegatividade nula ou desprezível, gerando distribuição homogênea de cargas e momento dipolar nulo.
- Ligação covalente polar
- Ocorre entre átomos com diferentes eletronegatividades, gerando polos elétricos parciais e influenciando pontos de fusão e ebulição por dipolo-dipolo.
- Ligação covalente coordenada (dativa)
- Compartilhamento onde ambos os elétrons do par ligante são fornecidos pelo mesmo átomo, com propriedades químicas idênticas a uma ligação covalente comum.
- Condutividade elétrica em compostos moleculares
- Substâncias covalentes moleculares puras não conduzem corrente elétrica em nenhum estado físico, pois não possuem elétrons livres nem íons móveis.
- Pontos de fusão de compostos moleculares
- Geralmente baixos a moderados, pois a fusão requer apenas romper interações intermoleculares fracas, e não as fortes ligações covalentes intramoleculares.
- Sólidos de rede covalente
- Estruturas como diamante e quartzo unidas continuamente por ligações covalentes, resultando em extrema dureza e altíssimos pontos de fusão e ebulição.
- Geometria molecular linear
- Arranjo espacial de 180 graus típico de moléculas diatômicas ou triatômicas sem pares de elétrons livres no átomo central, afetando sua polaridade total.
- Comprimento de ligação
- Distância média entre os núcleos de átomos ligados; diminui conforme o número de elétrons compartilhados aumenta, elevando a estabilidade da ligação.
- Energia de ligação
- Medida da força de uma ligação química equivalente à energia necessária para rompê-la; valores altos indicam moléculas quimicamente mais inertes.