Volume de Sólidos Geométricos
Este conjunto apresenta as formulas e o calculo de volume de diversos solidos geometricos, util para estudantes do ensino medio e superior.
Cartões · 52
- Cubo de aresta a
- V = a³ (onde a é a medida do comprimento da aresta do cubo)
- Paralelepípedo retângulo (bloco retangular)
- V = a · b · c (onde a, b e c representam o comprimento, a largura e a altura do paralelepípedo)
- Prisma reto geral
- V = Ab · h (onde Ab é a área do polígono da base e h é a altura perpendicular do prisma)
- Prisma triangular regular
- V = ((l² · √3) / 4) · h (onde l é o lado do triângulo equilátero da base e h é a altura do prisma)
- Prisma hexagonal regular
- V = ((3 · l² · √3) / 2) · h (onde l é a aresta do hexágono regular da base e h é a altura do prisma)
- Prisma oblíquo
- V = Ab · h (onde Ab é a área da base e h é a distância perpendicular entre os planos das duas bases)
- Cilindro circular reto
- V = π · r² · h (onde r é o raio do círculo da base e h é a altura do cilindro)
- Cilindro equilátero
- V = 2 · π · r³ (caso particular em que a altura h é igual ao diâmetro 2r da base circular)
- Cilindro oblíquo
- V = π · r² · h (onde r é o raio da seção reta ou base e h é a altura vertical entre as bases)
- Cilindro oco (tubo cilíndrico)
- V = π · (R² - r²) · h (onde R é o raio externo, r é o raio interno e h é o comprimento do tubo)
- Pirâmide geral
- V = (1/3) · Ab · h (onde Ab é a área do polígono da base e h é a altura vertical do vértice à base)
- Pirâmide quadrangular regular
- V = (1/3) · l² · h (onde l é o lado da base quadrada e h é a altura da pirâmide)
- Pirâmide triangular regular
- V = (1/3) · ((l² · √3) / 4) · h (onde l é o lado da base equilátera e h é a altura da pirâmide)
- Pirâmide hexagonal regular
- V = (1/3) · ((3 · l² · √3) / 2) · h (onde l é o lado da base hexagonal regular e h é a altura)
- Tetraedro regular de aresta a
- V = (a³ · √2) / 12 (onde a é a medida do comprimento de qualquer uma de suas 6 arestas congruentes)
- Cone circular reto
- V = (1/3) · π · r² · h (onde r é o raio do círculo da base e h é a altura perpendicular do vértice à base)
- Cone equilátero
- V = (π · r³ · √3) / 3 (caso particular em que a geratriz g mede 2r e a altura h mede r√3)
- Cone oblíquo
- V = (1/3) · π · r² · h (onde r é o raio da base circular e h é a distância perpendicular do vértice à base)
- Tronco de pirâmide de bases paralelas
- V = (h/3) · (B + √(B · b) + b) (onde B é a área da base maior, b a área da base menor e h a altura)
- Tronco de pirâmide quadrangular regular
- V = (h/3) · (L² + L·l + l²) (onde L é o lado da base maior, l o lado da base menor e h a altura do tronco)
- Tronco de cone circular reto
- V = (π · h / 3) · (R² + R·r + r²) (onde R é o raio maior, r é o raio menor e h é a altura do tronco)
- Esfera completa
- V = (4/3) · π · r³ (onde r é a medida do raio da esfera a partir do centro)
- Hemisfério (semiesfera)
- V = (2/3) · π · r³ (onde r é o raio da meia esfera esférica)
- Casca esférica (esfera oca)
- V = (4/3) · π · (R³ - r³) (onde R é o raio externo e r é o raio da cavidade interna)
- Calota esférica
- V = (π · h² / 3) · (3r - h) (onde r é o raio da esfera original e h é a altura máxima da calota cortada)
- Segmento esférico de duas bases
- V = (π · h / 6) · (3r1² + 3r2² + h²) (onde r1 e r2 são os raios das bases circulares e h é a espessura)
- Setor esférico
- V = (2/3) · π · r² · h (onde r é o raio da esfera e h é a altura da calota correspondente ao setor)
- Cunha esférica (em radianos)
- V = (2/3) · r³ · θ (onde r é o raio da esfera e θ é o ângulo diedro de abertura em radianos)
- Cunha esférica (em graus)
- V = (π · r³ · α) / 270 (onde r é o raio da esfera e α é o ângulo diedro de abertura medido em graus)
- Toro circular (rosquinha)
- V = 2 · π² · R · r² (onde R é a distância do centro do tubo ao centro do toro e r é o raio do tubo)
- Elipsoide triaxial
- V = (4/3) · π · a · b · c (onde a, b e c são os três semieixos ortogonais principais do elipsoide)
- Esferoide prolato
- V = (4/3) · π · a · c² (onde a é o semieixo polar maior e c é o semieixo equatorial menor)
- Esferoide oblato
- V = (4/3) · π · a² · c (onde a é o semieixo equatorial maior e c é o semieixo polar menor achatado)
- Octaedro regular de aresta a
- V = (a³ · √2) / 3 (onde a representa a medida do comprimento de cada uma das 12 arestas congruentes)
- Dodecaedro regular de aresta a
- V = ((15 + 7√5) / 4) · a³ (onde a é o comprimento de qualquer aresta das faces pentagonais)
- Icosaedro regular de aresta a
- V = (5 · (3 + √5) / 12) · a³ (onde a é o comprimento de qualquer aresta das faces triangulares)
- Paralelepípedo oblíquo por produto misto
- V = |u · (v × w)| (onde u, v e w são os três vetores coplanares que definem as três arestas adjacentes)
- Cunha prismática de base retangular
- V = (b · h / 6) · (2a + c) (onde a e b são os lados da base retangular, c é a aresta superior e h a altura)
- Prisma trapezoidal reto
- V = (((B + b) · h_t) / 2) · L (onde B e b são as bases do trapézio, h_t a altura dele e L a extensão)
- Prisma rômbico reto
- V = ((D · d) / 2) · h (onde D e d são as diagonais maior e menor da base rômbica e h é a altura)
- Prismatoide (Fórmula de Simpson)
- V = (h / 6) · (B1 + 4M + B2) (onde B1 e B2 são as bases, M é a área da seção média e h é a distância)
- Paraboloide circular truncado
- V = (1/2) · π · r² · h (onde r é o raio da face circular terminal e h é a altura ao longo do eixo)
- Cilindro cortado obliquamente
- V = π · r² · ((h1 + h2) / 2) (onde r é o raio e h1 e h2 são os comprimentos das geratrizes mínima e máxima)
- Sólido de revolução (Método dos Discos)
- V = π · ∫ [f(x)]² dx (onde f(x) é o raio circular gerado pela curva ao girar em torno do eixo x no intervalo)
- Sólido de revolução (Método das Cascas)
- V = 2π · ∫ x · f(x) dx (onde x é o raio médio da casca cilíndrica e f(x) é a altura da casca integrada)
- Teorema de Pappus-Guldin para volumes
- V = 2 · π · d · A (onde A é a área da figura plana geradora e d é a distância do centroide ao eixo de giro)
- Fuso esférico (observação de volume)
- Volume = 0 (o fuso esférico é estritamente uma superfície bidimensional; o sólido interno é a cunha esférica)
- Pirâmide reta de base losangular
- V = (1/6) · D · d · h (onde D e d são as diagonais da base em losango e h é a altura perpendicular do vértice)
- Zona esférica
- V = (π · h / 6) · (3r1² + 3r2² + h²) (equivale ao sólido delimitado por dois planos paralelos cortando a esfera)
- Prisma pentagonal regular reto
- V = (1/4 · √(5 · (5 + 2√5)) · l²) · h (onde l é a aresta do pentágono regular da base e h é a altura do prisma)
- Cone elíptico reto
- V = (1/3) · π · a · b · h (onde a e b são os semieixos da base elíptica e h é a altura perpendicular)
- Cilindro elíptico reto
- V = π · a · b · h (onde a e b são os semieixos da elipse da base e h é o comprimento longitudinal ou altura)