Atomística e Distribuição Eletrônica

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Estudo dos modelos atômicos, partículas subatômicas e distribuição eletrônica. Desenvolvido para estudantes do ensino médio.

53 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Química geral Publicado
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Cartões · 53

Átomo
Unidade fundamental da matéria composta por um núcleo denso (prótons e nêutrons) envolto por uma eletrosfera (elétrons).
Próton
Partícula subatômica de carga elétrica positiva localizada no núcleo atômico com massa relativa igual a 1.
Nêutron
Partícula subatômica eletricamente neutra presente no núcleo do átomo que atua estabilizando as forças de repulsão entre prótons.
Elétron
Partícula subatômica de carga elétrica negativa que orbita o núcleo na eletrosfera com massa cerca de 1836 vezes menor que a do próton.
Número Atômico (Z)
Quantidade de prótons presentes no núcleo de um átomo que define a identidade química de um elemento.
Número de Massa (A)
Soma do número de prótons (Z) e de nêutrons (N) no núcleo atômico (A = Z + N).
Íon
Espécie química eletricamente carregada formada quando um átomo neutro perde ou ganha elétrons.
Cátion
Íon formado pela perda de elétrons que possui carga líquida positiva (número de prótons maior que o de elétrons).
Ânion
Íon formado pelo ganho de elétrons que possui carga líquida negativa (número de elétrons maior que o de prótons).
Isótopos
Átomos que possuem o mesmo número atômico (Z), mas diferentes números de massa (A) devido a variações no número de nêutrons.
Isóbaros
Átomos de diferentes elementos químicos que possuem o mesmo número de massa (A), mas números atômicos (Z) distintos.
Isótonos
Átomos de diferentes elementos que contêm o mesmo número de nêutrons (N), variando em Z e A.
Espécies Isoeletrônicas
Átomos ou íons distintos que possuem exatamente a mesma quantidade de elétrons em suas estruturas.
Modelo Atômico de Dalton
Primeiro modelo científico que descrevia o átomo como uma esfera maciça, indivisível e indestrutível (modelo da bola de bilhar).
Postulados de Dalton
A matéria é formada por átomos idênticos em massa para o mesmo elemento e reações químicas são rearranjos dessas partículas.
Experimento dos Raios Catódicos
Ensaio em tubo de vácuo realizado por J.J. Thomson que comprovou a existência de partículas de carga negativa (elétrons).
Modelo Atômico de Thomson
Concepção do átomo como uma esfera fluida positiva com elétrons incrustados de forma uniforme (modelo do pudim de passas).
Experimento da Folha de Ouro de Rutherford
Bombardeamento de lâmina de ouro com partículas alfa que revelou que a maior parte do átomo é espaço vazio com núcleo diminuto.
Modelo Atômico de Rutherford
Modelo planetário que dividiu o átomo em um núcleo central muito pequeno e positivo cercado por uma vasta eletrosfera.
Limitação do Modelo de Rutherford
Pela física clássica, elétrons em aceleração orbital deveriam emitir radiação contínua e colapsar em espiral contra o núcleo.
Modelo Atômico de Bohr
Aperfeiçoamento de Rutherford propondo que elétrons giram em órbitas circulares quantizadas sem emitir energia espontaneamente.
Estado Fundamental do Elétron
Nível de menor energia possível ocupado por um elétron em um átomo em repouso térmico.
Estado Excitado do Elétron
Condição em que um elétron absorve um fóton de energia suficiente e salta para uma órbita mais externa e energética.
Salto Quântico
Transição instantânea de um elétron entre órbitas quantizadas com absorção ou emissão de um fóton de energia discreta.
Espectro de Emissão Atômica
Padrão de linhas luminosas discretas emitidas por átomos excitados que serve como impressão digital para identificação elementar.
Modelo de Sommerfeld
Extensão do modelo de Bohr que introduziu órbitas elípticas além de circulares e a existência de subníveis de energia.
Dualidade Onda-Partícula (De Broglie)
Princípio estabelecendo que partículas com massa, como o elétron, exibem propriedades simultâneas corpusculares e ondulatórias.
Princípio da Incerteza de Heisenberg
Impossibilidade física de determinar simultaneamente e com precisão absoluta a posição e o momento linear de um elétron.
Orbital Atômico
Região tridimensional do espaço ao redor do núcleo onde a probabilidade de encontrar o elétron é máxima (cerca de 90%).
Modelo Quântico (Schrödinger)
Modelo probabilístico atual que descreve o comportamento do elétron como funções de onda matemáticas em orbitais.
Camadas Eletrônicas
Regiões concêntricas da eletrosfera designadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q em ordem crescente de distância do núcleo.
Número Quântico Principal (n)
Indica o nível principal de energia e o tamanho médio do orbital atômico, variando de 1 a 7.
Número Quântico Secundário ou Azimutal (l)
Determina a forma geométrica do orbital e define o subnível de energia ocupado pelo elétron (valores de 0 a n-1).
Subnível s
Subnível com l = 0 que possui formato esférico, um único orbital e capacidade máxima para 2 elétrons.
Subnível p
Subnível com l = 1 de formato bilobular (halteres) com 3 orbitais orientados nos eixos x, y e z, comportando até 6 elétrons.
Subnível d
Subnível com l = 2 de formato tetralobular composto por 5 orbitais com capacidade total para até 10 elétrons.
Subnível f
Subnível com l = 3 com geometrias complexas composto por 7 orbitais que comportam no máximo 14 elétrons.
Número Quântico Magnético (m ou ml)
Indica a orientação espacial do orbital no espaço tridimensional assumindo valores inteiros de -l a +l.
Número Quântico de Spin (ms)
Descreve o momento angular intrínseco de rotação do elétron, assumindo convencionalmente valores de +1/2 ou -1/2.
Diagrama de Linus Pauling
Esquema gráfico que organiza os subníveis em ordem crescente de energia baseando-se na soma n + l.
Princípio da Construção (Aufbau)
Regra que determina que os elétrons preenchem primeiro os orbitais e subníveis disponíveis de menor energia.
Princípio de Exclusão de Pauli
Afirmação de que dois elétrons em um mesmo átomo nunca podem apresentar o mesmo conjunto idêntico de quatro números quânticos.
Regra de Hund
Determina que em orbitais degenerados de um mesmo subnível deve-se preencher primeiro com spins paralelos antes de emparelhar.
Camada de Valência
Nível de energia mais externo ocupado de um átomo responsável pelas interações e ligações químicas com outros elementos.
Elétrons de Valência
Elétrons presentes no nível mais externo da eletrosfera que participam ativamente na formação de ligações químicas.
Elétron Diferenciador
O último elétron inserido na distribuição eletrônica seguindo o diagrama de energia crescente.
Distribuição Eletrônica de Cátions
Processo de remoção de elétrons a partir do nível mais externo (camada de valência) e não do subnível mais energético.
Distribuição Eletrônica de Ânions
Adição de elétrons que continuam a sequência natural de preenchimento energético nos subníveis vazios ou incompletos.
Anomalia de Distribuição (Cromo e Cobre)
Promoção de um elétron do subnível s mais externo para estabilizar o subnível d como semipreenchido (d5) ou totalmente cheio (d10).
Notação com Gás Nobre
Forma abreviada de distribuição que representa os elétrons internos pelo símbolo entre colchetes do gás nobre anterior.
Subníveis Degenerados
Orbitais pertencentes a um mesmo subnível atômico que possuem exatamente o mesmo nível de energia na ausência de campos externos.
Paramagnetismo
Propriedade magnética caracterizada pela presença de elétrons desemparelhados que gera fraca atração por campos magnéticos.
Diamagnetismo
Propriedade magnética caracterizada por átomos com todos os elétrons emparelhados que sofre fraca repulsão por campos magnéticos.

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