Literatura: Frases e Citações
Estude frases marcantes e autores de poemas, crônicas e contos da literatura brasileira e universal.
Cartões · 61
- No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho
- Carlos Drummond de Andrade, poema "No meio do caminho", 1928.
- Batatinha quando nasce / espalha a rama pelo chão
- Folclore brasileiro / Domínio público, quadrinha popular tradicional, séc. XIX.
- Minha terra tem palmeiras, / Onde canta o Sabiá
- Gonçalves Dias, poema "Canção do Exílio", 1843.
- Que não seja imortal, posto que é chama / Mas que seja infinito enquanto dure
- Vinicius de Moraes, poema "Soneto de Fidelidade", 1946.
- E agora, José? / A festa acabou, / a luz apagou, / o povo sumiu, / a noite esfriou
- Carlos Drummond de Andrade, poema "José", 1942.
- Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei
- Manuel Bandeira, poema "Vou-me embora pra Pasárgada", 1930.
- O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente.
- Fernando Pessoa, poema "Autopsicografia", 1932.
- Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena.
- Fernando Pessoa, poema "Mar Português", 1934.
- Amor é fogo que arde sem se ver; / É ferida que dói, e não se sente
- Luís Vaz de Camões, soneto "Amor é fogo que arde sem se ver", 1595.
- Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, / Muda-se o ser, muda-se a confiança
- Luís Vaz de Camões, soneto "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", 1595.
- De tudo, ao meu amor serei atento / Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
- Vinicius de Moraes, poema "Soneto de Fidelidade", 1946.
- Uma flor nasceu na rua! / Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
- Carlos Drummond de Andrade, poema "A flor e a náusea", 1945.
- O tempo não para. Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.
- Mário Quintana, poema "O Tempo", 1980.
- Eles passarão... / Eu passarinho!
- Mário Quintana, poema "Poeminha do Contra", 1966.
- Hoje estou com um humor de pedir perdão a todo mundo.
- Rubem Braga, crônica "O Padeiro", 1953.
- Tu não te lembras de mim, nem eu me lembro de ti... Mas se cruzamos os olhos, nós nos amamos ali.
- Cecília Meireles, poema "Motivo", 1939.
- Eu não tenho pressa de nada. Para onde iria eu com a minha pressa?
- Clarice Lispector, crônica "Um Sopro de Vida", 1978.
- Depois de tantas viagens e naufrágios, dou graças a Deus pelo porto silencioso dos livros.
- Machado de Assis, crônica da série "Bons Dias!", 1888.
- Se me esqueceres, só uma coisa te peço: esquece-me devagar.
- Mário Quintana, poema "Canção de Outono", 1948.
- A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros / Vinha da boca do povo na língua errada do povo
- Manuel Bandeira, poema "Evocação do Recife", 1930.
- Teus ombros suportam o mundo / e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
- Carlos Drummond de Andrade, poema "Os Ombros Suportam o Mundo", 1940.
- O meu olhar é nítido como um girassol. / Tenho o costume de andar pelas estradas
- Alberto Caeiro (Fernando Pessoa), poema de "O Guardador de Rebanhos", 1914.
- Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada. / À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
- Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), poema "Tabacaria", 1933.
- Gostava do silêncio da noite, quando as coisas pareciam se despir da obrigação de ter sentido.
- Clarice Lispector, conto "A Legião Estrangeira", 1964.
- A vida é combate, / Que aos fracos abate, / Que aos fortes, aos bravos, / Só pode exaltar.
- Gonçalves Dias, poema "I-Juca-Pirama", 1851.
- Olhai que a morte é certa e a hora incerta.
- Gregório de Matos, poema lírico-religioso "A Jesus Cristo Nosso Senhor", séc. XVII (publ. 1923).
- O monstro da indiferença mata mais certeiramente que a cólera.
- Machado de Assis, conto "O Alienista", 1882.
- Simão Bacamarte explicou que a loucura era uma ilha perdida no oceano da razão.
- Machado de Assis, conto "O Alienista", 1882.
- Capitu, apesar daqueles olhos que o diabo lhe dera... você já reparou nos olhos dela?
- Machado de Assis, romance/conto derivado "Dom Casmurro", 1899.
- Seja breve, porque o mundo está com muita pressa e as coisas boas duram pouco.
- Rubem Braga, crônica "Ai de ti, Copacabana", 1960.
- Amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma.
- Pablo Neruda, soneto "Soneto XVII", 1959.
- Posso escrever os versos mais tristes esta noite. Escrever, por exemplo: A noite está estrelada
- Pablo Neruda, poema "Poema 20", 1924.
- Caminhante, não há caminho, / o caminho se faz ao caminhar.
- Antonio Machado, poema "Cantares" (Provérbios e Cantares), 1912.
- Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores.
- Cora Coralina, poema "Aninha e suas pedras", 1965.
- Recria tua vida, sempre, sempre. / Remove pedras e planta roseiras e faz doces.
- Cora Coralina, poema "Aninha e suas pedras", 1965.
- Não te rias de um homem que chora por amor: a lágrima é a única água que lava a vaidade.
- Alvares de Azevedo, poema de "Lira dos Vinte Anos", 1853.
- Se eu morresse amanhã, viria ao menos / Fechar meus olhos minha triste mãe
- Alvares de Azevedo, poema "Se eu morresse amanhã", 1853.
- Auriverde pendão de minha terra, / Que a brisa do Brasil beija e balança
- Castro Alves, poema "O Navio Negreiro", 1869.
- Era um sonho dantesco... o tombadilho / Que das luzernas avermelha o brilho
- Castro Alves, poema "O Navio Negreiro", 1869.
- Amar se aprende amando. E a gente só desaprende quando tenta explicar demais.
- Carlos Drummond de Andrade, poema "Amar", 1951.
- O amor é difícil para os que pensam que ele é fácil.
- Clarice Lispector, conto "Felicidade Clandestina", 1971.
- Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados.
- Clarice Lispector, conto "Felicidade Clandestina", 1971.
- Toda a vida que devia ser vivida e não foi, fica em volta da gente feito fantasma faminto.
- Guimarães Rosa, conto "A Terceira Margem do Rio", 1962.
- Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio
- Guimarães Rosa, conto "A Terceira Margem do Rio", 1962.
- O sertão é do tamanho do mundo. O sertão está em toda a parte.
- Guimarães Rosa, narrativa/prosa poética "Grande Sertão: Veredas", 1956.
- Viver é muito perigoso... Porque aprender a viver é que é o viver mesmo.
- Guimarães Rosa, obra "Grande Sertão: Veredas", 1956.
- O espelho refletia não o rosto exterior, mas a alma secreta e verdadeira daquele homem.
- Machado de Assis, conto "O Espelho", 1882.
- Almas há que não podem viver sem aplauso, assim como o pulmão não vive sem ar.
- Machado de Assis, conto "O Espelho", 1882.
- Havia no rosto da cartomante uma expressão dúbia de piedade e de ganância calculada.
- Machado de Assis, conto "A Cartomante", 1884.
- Vá, vá, ragazzo innamorato! E Camilo saiu dali convicto de que a vida voltara a correr límpida.
- Machado de Assis, conto "A Cartomante", 1884.
- Quando acordou, a barata continuava lá, gigantesca, deitada de costas sobre o chão frio.
- Clarice Lispector, conto derivado de "A Paixão Segundo G.H.", 1964.
- A borboleta branca voava sem saber que era o último dia do verão.
- Rubem Braga, crônica "A Borboleta Amarela", 1955.
- A pipa subia alto, rompendo a linha da rotina como se ganhasse o próprio céu da infância.
- Fernando Sabino, conto "O Menino no Espelho", 1982.
- Era uma galinha de domingo. Ainda viva, porque não passava de nove horas da manhã.
- Clarice Lispector, conto "Uma Galinha", 1960.
- O coração tem razões que a própria razão desconhece inteiramente.
- Blaise Pascal, ensaio/pensamento em "Pensamentos", 1670.
- Não quero a faca nem o queijo; quero a fome.
- Adélia Prado, poema "Fome", 1976.
- Mulher é bicho esquisito: todo mês sangra e não morre.
- Adélia Prado, poema "Com Licença Poética", 1976.
- Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
- Carlos Drummond de Andrade, poema "Poema de Sete Faces", 1930.
- Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução.
- Carlos Drummond de Andrade, poema "Poema de Sete Faces", 1930.
- A onda andava / em segredo com o vento / contando histórias de navios afundados.
- Cecília Meireles, poema "Ou Isto ou Aquilo", 1964.
- Ou se tem chuva e não se tem sol, ou se tem sol e não se tem chuva!
- Cecília Meireles, poema "Ou Isto ou Aquilo", 1964.