Sintomas da Dengue

Compartilhado por um usuário do Flashcards.gg · gerado com IA · Denunciar este conjunto

Estudo detalhado sobre os sintomas e sinais clínicos da dengue para estudantes e profissionais da saúde.

52 cartões Português Patologia e doenças Publicado
Toque no cartão para virar

Cartões · 52

Febre alta súbita
Temperatura acima de 38,5 °C de início abrupto, durando entre 2 e 7 dias, frequentemente acompanhada de calafrios.
Dor retro-orbital
Dor intensa atrás dos olhos que costuma piorar significativamente com a movimentação ocular.
Cefaleia
Dor de cabeça intensa e persistente, localizada predominantemente na região frontal.
Mialgia
Dores musculares difusas e intensas por todo o corpo, que conferem à infecção o nome popular de febre quebra-ossos.
Artralgia
Dores articulares moderadas a intensas, comumente bilaterais, acometendo joelhos, tornozelos e punhos.
Prostração intensa
Fadiga extrema e fraqueza desproporcional que incapacita o paciente para as atividades habituais.
Exantema maculopapular
Erupções avermelhadas que surgem no tronco e membros entre o 3º e 6º dia, muitas vezes poupando palmas e plantas.
Prurido cutâneo
Coceira generalizada que surge concomitantemente ou logo após o desaparecimento das manchas avermelhadas.
Náuseas e vômitos
Enjoos frequentes que dificultam a ingestão oral adequada de líquidos e medicamentos.
Anorexia
Perda acentuada do apetite associada a alterações no paladar, frequentemente com gosto amargo na boca.
Diarreia
Evacuações amolecidas ou líquidas, geralmente leves a moderadas, decorrentes do quadro infeccioso sistêmico.
Dor abdominal intensa e contínua
Sinal de alarme caracterizado por dor abdominal persistente, não aliviada por analgésicos comuns.
Vômitos persistentes
Sinal de alarme com episódios repetidos de vômito que impedem a hidratação oral e agravam a desidratação.
Hipotensão postural
Sinal de alarme com queda da pressão arterial e tontura ao se levantar, indicando hipovolemia.
Lipotimia e síncope
Sensação de desmaio iminente ou perda transitória da consciência devido à má perfusão cerebral.
Hepatomegalia dolorosa
Sinal de alarme onde o fígado aumenta de tamanho e torna-se sensível à palpação abaixo do rebordo costal.
Acúmulo de líquidos
Sinal de alarme por extravasamento plasmático, gerando ascite, derrame pleural ou derrame pericárdico.
Sangramento de mucosas
Sinal de alarme manifestado por hemorragias na gengiva, nariz ou trato gastrointestinal.
Epistaxe
Sangramento pelas narinas decorrente de trombocitopenia e aumento da fragilidade capilar.
Gengivorragia
Sangramento espontâneo ou induzido por escovação leve na mucosa gengival.
Petéquias
Pequenos pontos vermelhos puntiformes sob a pele causados por micro-hemorragias capilares.
Equimoses
Manchas arroxeadas na pele causadas por infiltração de sangue no tecido subcutâneo sem trauma aparente.
Metrorragia
Aumento anormal do fluxo menstrual ou sangramento uterino fora do período habitual.
Hematêmese
Vômito com sangue vivo ou escuro tipo borra de café, indicando sangramento gástrico grave.
Melena
Fezes pretas, pegajosas e fétidas decorrentes de hemorragia digestiva alta.
Hematúria
Presença visível ou microscópica de sangue na urina causada por lesão vascular e plaquetopenia.
Letargia e sonolência
Sinal de alarme neurológico caracterizado por dificuldade para despertar e lentidão cognitiva por choque iminente.
Irritabilidade
Sinal de alarme comum em crianças pequenas, manifestando-se por choro inconsolável e agitação.
Extremidades frias e pegajosas
Sinal de choque grave decorrente de vasoconstrição periférica compensatória à perda de volume plasmático.
Enchimento capilar lentificado
Retorno da cor na ponta dos dedos superior a 2 segundos após compressão, sinal clássico de choque hipovolêmico.
Pulso rápido e fino
Taquicardia com pulso periférico filiforme e de difícil palpação devido ao baixo débito cardíaco.
Pressão de pulso convergente
Diferença entre a pressão arterial sistólica e diastólica menor ou igual a 20 mmHg no choque por dengue.
Oligúria
Diminuição acentuada do volume urinário nas 24 horas por redução da perfusão renal.
Anúria
Ausência quase total de urina, indicando falência renal aguda secundária ao choque circulatório grave.
Desconforto respiratório
Respiração rápida e superficial decorrente de acidose metabólica grave ou compressão pulmonar por ascite e derrame.
Taquipneia
Frequência respiratória acelerada para compensar a hipóxia ou desequilíbrios metabólicos na fase crítica.
Sensação de boca seca
Sintoma de desidratação decorrente da febre, vômitos e perda de fluidos vasculares.
Sede excessiva
Sensação intensa de sede estimulada pela redução do volume circulante efetivo.
Rubor facial
Vermelhidão transitória na face e pescoço nas primeiras 48 horas de febre da dengue clássica.
Conjuntivite não purulenta
Olhos avermelhados e congestos sem produção de secreção espessa durante o início do quadro.
Fotofobia
Hipersensibilidade e dor à exposição luminosa, frequentemente associada à cefaleia e dor retro-orbital.
Linfoadenopatia
Aumento dos gânglios linfáticos cervicais ou generalizados em resposta à replicação viral.
Palidez cutânea
Coloração esbranquiçada da pele indicando má perfusão periférica grave ou hemorragia maciça.
Cianose de extremidades
Coloração azulada ou arroxeada nos lábios e leitos ungueais decorrente de hipóxia tecidual no choque.
Confusão mental
Desorientação têmporo-espacial resultante de hipoperfusão cerebral grave ou encefalopatia por dengue.
Convulsões
Crises convulsivas secundárias a distúrbios eletrolíticos, hipóxia cerebral grave ou encefalite pelo vírus.
Astenia pós-dengue
Cansaço residual crônico e sensação de fraqueza que podem persistir por semanas após a recuperação.
Depressão do humor pós-viral
Desânimo, labilidade emocional e alterações do sono frequentemente relatados na convalescença.
Descamação cutânea
Descamação fina da pele nas áreas previamente afetadas pelo exantema ao término da infecção.
Hipotermia
Queda abrupta da temperatura corporal abaixo de 35,5 °C na transição para a fase crítica de choque.
Edema de membros inferiores
Inchaço nas pernas e pés decorrente de reabsorção de líquidos ou extravasamento capilar na convalescença.
Dor lombar
Dor intensa na região inferior das costas frequente na fase febril aguda pela intensa mialgia.

Conjuntos relacionados

Mais em Patologia e doenças →