Certos da Enfermagem

Compartilhado por um usuário do Flashcards.gg · gerado com IA · Denunciar este conjunto

Estudo sobre os certos da enfermagem e verificação de procedimentos práticos para profissionais de saúde.

50 cartões Português Nível: Ensino superior Enfermagem Publicado
Toque no cartão para virar

Cartões · 50

Paciente certo: conferência de identificadores
Perguntar o nome completo e data de nascimento ao paciente ou acompanhante, e cruzar com os dados da pulseira e do prontuário.
Paciente certo: pacientes inconscientes ou sedados
Conferir o número de prontuário e o nome completo impressos na pulseira diretamente contra a prescrição médica antes de qualquer ação.
Paciente certo: homônimos no setor
Sinalizar prontuários e leitos com alerta visual de homonímia e checar um terceiro identificador, como o nome da mãe ou registro geral.
Medicamento certo: leitura do rótulo
Ler o rótulo da medicação três vezes: ao retirar do estoque, ao preparar a dose e imediatamente antes de administrar ao paciente.
Medicamento certo: conferência com a prescrição
Comparar o princípio ativo, a forma farmacêutica e a concentração descritos no frasco com a prescrição médica vigente.
Medicamento certo: medicamentos LASA
Aplicar dupla checagem em fármacos com grafia ou som semelhantes (Look-Alike, Sound-Alike) para evitar trocas acidentais.
Medicamento certo: legibilidade da prescrição
Nunca administrar medicamento baseado em ordens verbais não emergenciais ou prescrições ilegíveis; contatar o prescritor.
Dose certa: cálculo e conversão
Calcular detalhadamente a dosagem prescrita e solicitar cálculo independente a outro profissional em caso de dúvidas ou medicações de alto risco.
Dose certa: seringas e dispositivos adequados
Utilizar seringas com graduação compatível com o volume exato a ser administrado (ex.: seringas de 1 mL para doses fracionadas).
Dose certa: ajuste por peso ou área de superfície
Confirmar se a dosagem calculada condiz com o peso atual e a idade do paciente, sobretudo em pediatria e nefrologia.
Via certa: checagem anatômica e técnica
Conferir se a via prescrita corresponde à formulação do frasco (ex.: soluções apenas EV não podem ser administradas IM).
Via certa: conexões de sondas e cateteres
Rastrear o equipo da medicação desde a bomba de infusão até a ponta inserida no paciente, garantindo conexão no sítio correto.
Via certa: compatibilidade de acessos
Verificar se o acesso venoso possui refluxo e permeabilidade adequados antes de injetar drogas vesicantes ou irritantes.
Hora certa: aprazamento e intervalo
Administrar dentro da janela tolerada pela instituição (geralmente ± 30 a 60 minutos do horário fixado pela enfermagem).
Hora certa: antibióticos e tempo-dependentes
Garantir rigor absoluto no horário de início e manutenção para evitar subdosagem ou perda do nível sérico terapêutico.
Hora certa: infusão contínua
Checar a taxa de infusão (mL/h) na bomba infusora e registrar o horário programado de troca de bolsas e soluções.
Tempo/Velocidade certa: controle de gotejamento
Programar a bomba infusora ou regular o gotejador manual conforme a taxa prescrita e a velocidade recomendada pelo fabricante.
Tempo/Velocidade certa: infusão em bólus
Injetar o fármaco no tempo mínimo exigido pelo protocolo clínico (ex.: bólus lento em 2 a 5 minutos) para evitar toxicidade aguda.
Validade certa: conferência do frasco
Examinar a data de validade impressa na embalagem original antes de quebrar a ampola ou aspirar o frasco-ampola.
Validade certa: soluções multidoses abertas
Identificar o frasco com data, horário de abertura e prazo de estabilidade pós-abertura segundo o protocolo institucional.
Validade certa: integridade da embalagem
Inspecionar se a embalagem primária está íntegra, sem vazamentos, sem alterações de cor, turvação ou precipitados.
Abordagem/Orientações certas: comunicação com o paciente
Explicar ao paciente o nome da medicação, sua finalidade, via de administração e possíveis sensações ou efeitos colaterais comuns.
Abordagem/Orientações certas: esclarecimento de recusa
Ouvir dúvidas do paciente; se este questionar a dose ou o remédio, interromper a administração e reconfirmar com a prescrição.
Direito de recusa: conduta do profissional
Respeitar a negativa do paciente lúcido, explicar os riscos da não adesão, notificar o médico responsável e registrar a recusa.
Registro certo: checagem pós-administração
Checar imediatamente após administrar a dose no prontuário, anotando data, horário, via e assinatura/rubrica com COREN.
Registro certo: justificativa de não administração
Circular o horário previsto quando a dose for suspensa ou recusada e redigir a justificativa detalhada na evolução.
Registro certo: reações e intercorrências
Descrever com exatidão sinais clínicos, condutas imediatas adotadas e comunicações à equipe médica em caso de evento adverso.
Ação/Indicação certa: confirmação clínica
Avaliar se o medicamento prescrito é coerente com o diagnóstico, estado hemodinâmico e plano de tratamento do paciente.
Ação/Indicação certa: parâmetros pré-administração
Checar sinais vitais pertinentes antes de aplicar fármacos específicos (ex.: PA antes de anti-hipertensivos, FC antes de digoxina).
Ação/Indicação certa: glicemia capilar e insulina
Aferir a glicemia capilar antes da administração de insulina e conferir a escala de dosagem proporcional ao resultado.
Resposta certa: monitorização pós-administração
Reavaliar o paciente após o período de latência esperado para constatar a melhora do quadro (ex.: alívio da dor após analgésicos).
Resposta certa: detecção de efeitos adversos
Monitorar sinais de hipersensibilidade ou toxicidade imediata (ex.: rash cutâneo, broncoespasmo, hipotensão súbita).
Forma farmacêutica certa: integridade de comprimidos
Confirmar se o comprimido pode ser triturado ou se possui revestimento entérico/liberação prolongada antes de macerá-lo.
Compatibilidade certa: infusão em Y
Consultar a tabela de compatibilidade farmacológica antes de infundir dois ou mais medicamentos no mesmo lúmen venoso.
Diluição certa: escolha do diluente
Checar na bula ou protocolo da farmácia se o soluto exige soro fisiológico, soro glicosado ou água estéril para reconstituição.
Diluição certa: volume final da solução
Homogeneizar a concentração final com o volume exato prescrito para prevenir flebite ou sobrecarga hídrica no paciente.
Dupla checagem: medicamentos de alta vigilância (MAV)
Dois profissionais de enfermagem realizam cálculos e checam o rótulo de modo independente antes da infusão de eletrólitos e heparina.
Prevenção de alergia: histórico prévio
Inspecionar a pulseira de alergia e questionar ativamente o histórico alérgico do paciente antes de administrar novos compostos.
Descarte certo: resíduos de medicamentos
Descartar sobras de antibióticos e quimioterápicos em coletores químicos rígidos e pérfuro-cortantes na caixa amarela apropriada.
Assepsia certa: manipulação de conexões
Friccionar álcool a 70% com gaze estéril nos injetores laterais e conectores por pelo menos 15 segundos antes de conectar seringas.
Higienização das mãos: cinco momentos
Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool 70% antes do preparo e imediatamente antes e após tocar o paciente e seus acessos.
Armazenamento certo: cadeia de frio e termolábeis
Verificar se as insulinas e vacinas foram mantidas na faixa de temperatura adequada (2°C a 8°C) antes de utilizá-las.
Armazenamento certo: fotossensibilidade
Proteger medicamentos fotossensíveis com equipos e capas protetoras opacas durante todo o preparo e período de infusão.
Equipamento certo: calibração e teste de bombas
Testar alarmes e confirmar que a bomba de infusão esteja calibrada com o equipo de marca e modelo correspondentes.
Ambiente certo: preparo sem interrupções
Preparar medicamentos em área limpa, iluminada e adotar colete ou sinalizador para evitar interrupções que causam erros.
Identificação da seringa preparada: rotulagem
Rotular imediatamente a seringa após aspiração com nome do paciente, leito, princípio ativo, dose, diluente, data e hora.
Lavagem de acesso certo (flush): manutenção
Realizar flush com soro fisiológico antes e após cada medicação em bólus para assegurar a absorção total e desobstruir o cateter.
Interação medicamentosa: espaçamento de doses
Conferir o intervalo necessário entre medicações enterais e alimentação para evitar quelacão e perda de biodisponibilidade.
Supervisão da deglutição: administração oral
Aguardar ao lado do paciente até que o mesmo degluta completamente os comprimidos, nunca deixando a medicação na mesa de cabeceira.
Notificação certa: quase-erros (near miss)
Registrar no sistema de qualidade qualquer erro interceptado antes de atingir o paciente para fins de melhoria contínua dos processos.

Conjuntos relacionados

Mais em Enfermagem →