Educação Física: Movimento e Saúde 2

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Conceitos fundamentais de educação física, atividade física, aquecimento, alongamento e os impactos do sedentarismo na saúde.

52 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Fisiologia Publicado
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Atividade física
Qualquer movimento corporal produzido pela musculatura esquelética que resulte em gasto de energia acima dos níveis de repouso.
Exercício físico
Subcategoria da atividade física planejada, estruturada, repetitiva e proposital, visando melhorar ou manter a aptidão física.
Sedentarismo
Estilo de vida caracterizado pela ausência ou redução drástica de atividades físicas, com gasto energético próximo aos níveis basais.
Aptidão física
Capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e sem fadiga excessiva, associada à saúde cardiovascular, força e flexibilidade.
Aquecimento geral
Fase inicial do treino com atividades globais que aumentam gradualmente a temperatura corporal, frequência cardíaca e fluxo sanguíneo.
Aquecimento específico
Movimentos preparatórios direcionados às articulações e grupos musculares principais que serão exigidos na sessão de treino.
Alongamento estático
Técnica que envolve levar o músculo até o limite de sua amplitude e mantê-lo parado por um período determinado de tempo.
Alongamento dinâmico
Exercícios que utilizam movimentos controlados e repetitivos para aumentar a amplitude articular e preparar o tecido muscular.
Flexibilidade
Capacidade articular de realizar movimentos dentro da amplitude máxima sem sofrer lesões musculoesqueléticas.
Comportamento sedentário
Qualquer comportamento em vigília caracterizado por gasto energético baixo na posição sentada, reclinada ou deitada.
Benefício do aquecimento na viscosidade muscular
Diminui a viscosidade dos tecidos musculares e conjuntivos, permitindo contrações e deslizamentos de fibras mais suaves e rápidos.
Benefício do aquecimento na velocidade neural
O aumento da temperatura corporal acelera a condução dos impulsos nervosos e melhora o tempo de reação motora.
Benefício cardiovascular do aquecimento
Promove vasodilatação periférica progressiva, ajustando gradativamente a pressão arterial e a oferta de oxigênio ao miocárdio.
Produção de líquido sinovial no aquecimento
Estimula a secreção do líquido sinovial nas articulações, reduzindo o atrito ósseo e prevenindo o desgaste da cartilagem.
Alongamento balístico
Forma de alongamento rápido que utiliza impulsos e oscilações bruscas, apresentando maior risco de estiramento articular e muscular.
Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP)
Método avançado de alongamento que combina contração isométrica e relaxamento para maximizar ganhos de amplitude articular.
Risco de lesão no alongamento estático antes de força
O alongamento estático prolongado reduz temporariamente a rigidez tendínea e a capacidade do músculo de produzir força explosiva.
Benefício do alongamento para a postura
Auxilia no alinhamento da coluna e reduz encurtamentos musculares crônicos causados pela postura sentada prolongada.
Alívio de tensão muscular pelo alongamento
Reduz o tônus muscular residual e relaxa fibras sob espasmo leve, aliviando dores tensionais como as da região cervical.
Sensibilidade à insulina e atividade física
Estimula a translocação dos transportadores GLUT4 nos músculos sem depender de insulina, diminuindo a glicemia no sangue.
Hipertensão arterial e sedentarismo
O sedentarismo aumenta a rigidez vascular arterial e hiperativa o sistema nervoso simpático, elevando a pressão sanguínea.
Aterosclerose decorrente do sedentarismo
A inatividade facilita o acúmulo de placas de colesterol LDL e substâncias inflamatórias na parede interna das artérias coronárias.
Diabetes Mellitus Tipo 2 e sedentarismo
A falta de contração muscular contínua agrava a resistência celular à insulina, predispondo à falência pancreática e hiperglicemia.
Sarcopenia por desuso
Perda acelerada de massa, força e função da musculatura esquelética decorrente da falta continuada de estímulos mecânicos.
Osteopenia e sedentarismo
A ausência de impacto e tração muscular diminui a atividade dos osteoblastos, resultando em menor densidade mineral óssea.
Endorfinas e exercício físico
A contração muscular sustentada promove a liberação de endorfina e serotonina no cérebro, reduzindo dor, ansiedade e depressão.
Controle do perfil lipídico pelo exercício
Atividades regulares aumentam os níveis plasmáticos de colesterol HDL e diminuem a concentração de triglicerídeos circulantes.
Metabolismo basal e massa muscular
O ganho de tecido muscular magro eleva o consumo calórico diário em repouso, auxiliando na manutenção saudável do peso corporal.
Frequência cardíaca de repouso e adaptação aeróbica
O coração adaptado pelo treino bombeia mais sangue por batimento (volume sistólico), resultando em menor frequência em repouso.
Trombose venosa profunda e postura sentada
Permanecer sentado por períodos prolongados reduz a ação da bomba muscular da panturrilha, favorecendo a estase e coágulos venosos.
Fuso neuromuscular
Proprioceptor sensível ao estiramento e à velocidade de distensão muscular, acionando o reflexo miotático para evitar rupturas.
Órgão Tendinoso de Golgi (OTG)
Proprioceptor localizado na junção miotendínea sensível à tensão muscular excessiva, provocando o reflexo de relaxamento protetor.
Desaquecimento (volta à calma)
Transição suave do esforço intenso para o repouso que auxilia na remoção de metabólitos e previne hipotensão pós-exercício.
Estiramento muscular
Lesão caracterizada pelo rompimento parcial ou total de fibras musculares quando esticadas além do limite anatômico suportado.
Retorno venoso e contração muscular
A contração contínua dos músculos periféricos comprime as veias, empurrando eficientemente o sangue de volta em direção ao coração.
Gasto energético basal (GEB)
Quantidade mínima de energia em calorias necessária para manter funções vitais do corpo acordado e totalmente em repouso.
Capacidade cardiorrespiratória (VO2 máximo)
Volume máximo de oxigênio que o organismo capta, transporta e utiliza por minuto durante esforço físico extenuante.
Angiogênese induzida por exercício
Criação de novos capilares sanguíneos nos tecidos musculares treinados, melhorando a perfusão tecidual e troca de oxigênio.
Síndrome metabólica
Conjunto de fatores de risco associados ao sedentarismo, incluindo obesidade abdominal, dislipidemia, hipertensão e glicose alta.
Esteatose hepática não alcoólica
Acúmulo de gordura nas células do fígado frequente em pessoas sedentárias e com alta resistência insulínica sistêmica.
Neurogênese e BDNF
O exercício físico estimula a liberação de BDNF no hipocampo, promovendo sobrevivência neuronal e fortalecimento da memória.
Fator anti-inflamatório do exercício
Músculos em contração liberam miocinas anti-inflamatórias (como IL-6 reguladora), atenuando a inflamação sistêmica de baixo grau.
Hipertrofia muscular
Aumento transversal da área e do volume das fibras musculares em resposta ao estresse mecânico e recuperação adequados.
Endotélio vascular e óxido nítrico
A fricção do fluxo de sangue durante o exercício estimula o endotélio a produzir óxido nítrico, potente vasodilatador endógeno.
Encurtamento da cadeia muscular posterior
Rigidez frequente em sedentários que passam muito tempo sentados, provocando dor lombar crônica e restrição no quadril.
Fadiga precoce no indivíduo não condicionado
Ocorre devido à menor densidade de mitocôndrias musculares, levando ao acúmulo precoce de íons de hidrogênio e metabólitos.
Recomendação mínima da OMS para adultos
Pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada por semana, associados a exercícios de fortalecimento em 2 dias.
Diferença entre tônus muscular e flexibilidade
Tônus é o estado de contração basal involuntária do músculo, enquanto flexibilidade é o alcance máximo da amplitude da articulação.
Benefício do exercício na qualidade do sono
Favorece a regulação circadiana e amplia o tempo em sono de ondas lentas, promovendo regeneração tecidual mais profunda.
Riscos musculoesqueléticos do aquecimento inadequado
Eleva as chances de rupturas tendíneas, estiramentos musculares agudos e entorses devido à rigidez inicial dos tecidos moles.
Declínio cognitivo associado ao sedentarismo
A falta de estímulo vascular cerebral crônico acelera perdas cognitivas e eleva o risco relativo de demências na terceira idade.
Impacto do sedentarismo no sistema imunológico
A inatividade crônica enfraquece a recirculação de leucócitos e aumenta a suscetibilidade a infecções bacterianas e virais.

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