Sistemas Respiratório e Digestório

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Este conjunto aborda a anatomia e a fisiologia dos sistemas respiratório e digestório, sendo ideal para estudantes da área da saúde.

50 cartões Português Nível: Ensino superior Fisiologia Publicado
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Cavidade nasal
Espaço interno do nariz que filtra partículas através dos pelos e muco, além de aquecer e umidificar o ar inalado.
Faringe (sistema respiratório)
Canal muscular compartilhado que conduz o ar da cavidade nasal até a laringe.
Laringe
Estrutura cartilaginosa que conecta a faringe à traqueia, abriga as cordas vocais para fonação e atua na proteção das vias aéreas.
Epiglote
Estrutura cartilaginosa em forma de folha que fecha a entrada da laringe durante a deglutição, impedindo a broncoaspiração de alimentos.
Traqueia
Tubo com anéis cartilaginosos em forma de C que conduz o ar da laringe aos brônquios e auxilia na expulsão de impurezas pelo muco e cílios.
Brônquios principais
Ramificações da traqueia que direcionam o fluxo de ar para dentro do pulmão direito e do pulmão esquerdo.
Bronquíolos
Vias aéreas estreitas e desprovidas de cartilagem que regulam a distribuição do ar para os alvéolos por meio de contração muscular.
Alvéolos pulmonares
Pequenos sacos microscópicos altamente vascularizados onde ocorrem as trocas gasosas entre o ar e o sangue.
Hematose
Processo de difusão passiva em que o oxigênio passa dos alvéolos para o sangue e o gás carbônico passa do sangue para os alvéolos.
Surfactante pulmonar
Substância lipoproteica secretada pelos pneumócitos tipo II que reduz a tensão superficial nos alvéolos, impedindo seu colapso na expiração.
Pleura
Membrana serosa de camada dupla que reveste os pulmões e a cavidade torácica, reduzindo o atrito durante a ventilação.
Diafragma
Músculo estriado que separa o tórax do abdômen e cuja contração expande a cavidade torácica, permitindo a inspiração.
Músculos intercostais
Músculos situados entre as costelas que auxiliam na expansão e retração da caixa torácica durante os ciclos respiratórios.
Inspiração
Entrada ativa de ar nos pulmões causada pela contração do diafragma e músculos intercostais, gerando pressão intrapulmonar negativa.
Expiração
Saída passiva de ar dos pulmões decorrente do relaxamento muscular e da retração elástica do parênquima pulmonar.
Hemoglobina
Proteína globular presente nas hemácias responsável pelo transporte da maior parte do oxigênio molecular dos pulmões aos tecidos.
Boca (sistema digestório)
Abertura inicial do trato digestório onde ocorre a apreensão, mastigação mecânica e o início da digestão química do amido.
Dentes
Estruturas calcificadas rígidas fixadas nos maxilares responsáveis por cortar, rasgar e triturar os alimentos.
Língua
Órgão muscular móvel que posiciona os alimentos para a mastigação, detecta sabores pelas papilas gustativas e impulsiona o bolo alimentar na deglutição.
Glândulas salivares
Glândulas exócrinas (parótidas, submandibulares e sublinguais) que produzem saliva para lubrificação e início da digestão química.
Ptialina (amilase salivar)
Enzima presente na saliva que catalisa a hidrólise inicial do amido e glicogênio em maltose e dextrinas.
Bolo alimentar
Massa homogênea e lubrificada resultante da mistura dos alimentos mastigados com a saliva, pronta para ser deglutida.
Faringe (sistema digestório)
Conduto músculo-membranoso que direciona o bolo alimentar da boca para o esôfago durante a fase involuntária da deglutição.
Esôfago
Tubo muscular reto que conduz o bolo alimentar da faringe até o estômago por meio de ondas de contração peristáltica.
Peristaltismo
Movimentos involuntários e ritmados da musculatura lisa que empurram o conteúdo luminal ao longo de todo o trato digestório.
Cárdia
Esfíncter funcional localizado na junção esofagogástrica que impede o refluxo do conteúdo ácido estomacal para o esôfago.
Estômago
Órgão oco em forma de bolsa que armazena, mistura e digere proteínas através do suco gástrico, transformando o bolo em quimo.
Ácido clorídrico (HCl)
Secreção das células parietais estomacais que reduz o pH, desnaturando proteínas, ativando pepsinogênio e eliminando patógenos.
Pepsina
Enzima proteolítica ativada pelo HCl gástrico que cliva ligações peptídicas, quebrando proteínas em fragmentos menores.
Quimo
Mistura semilíquida e ácida formada pela digestão do bolo alimentar no estômago antes de sua passagem ao intestino delgado.
Piloro
Esfíncter muscular na extremidade distal do estômago que controla a liberação fracionada do quimo para o duodeno.
Duodeno
Primeira porção do intestino delgado onde o quimo é neutralizado e recebe secreções digestivas do pâncreas e da bile.
Fígado (digestão)
Glândula anexa que sintetiza a bile e processa metabolicamente os nutrientes absorvidos transportados pela veia porta.
Vesícula biliar
Pequeno órgão sacular que armazena e concentra a bile produzida pelo fígado até sua liberação no duodeno.
Bile
Fluido aquoso alcalino rico em sais biliares que atua como detergente biológico, emulsificando lipídios para facilitar a ação lipolítica.
Pâncreas exócrino
Glândula que secreta bicarbonato para neutralizar a acidez do quimo e produz enzimas como tripsina, lipase e amilase pancreática.
Tripsina e Quimiotripsina
Proteases pancreáticas que quebram polipeptídeos em peptídeos menores na luz do intestino delgado.
Lipase pancreática
Enzima digestiva que hidrolisa triglicerídeos emulsificados em ácidos graxos livres e monoglicerídeos.
Jejuno
Porção média do intestino delgado especializada na digestão enzimática terminal e na intensa absorção de nutrientes.
Íleo
Segmento final do intestino delgado responsável pela absorção de vitamina B12, sais biliares e nutrientes residuais.
Vilosidades intestinais
Projeções digitiformes da mucosa do intestino delgado que aumentam exponencialmente a área de superfície de absorção.
Microvilosidades
Dobras microscópicas na membrana apical dos enterócitos que ampliam a superfície absortiva e contêm enzimas de membrana.
Quilo
Fluido esbranquiçado rico em linfa e lipídios emulsificados resultante da digestão intestinal completa.
Ceco
Bolsa inicial do intestino grosso conectada ao íleo que recebe o material indigestível e abriga o apêndice cecal.
Apêndice vermiforme
Pequena bolsa tubular ligada ao ceco com função imunitária secundária e reservatório de bactérias intestinais benéficas.
Cólon
Segmento principal do intestino grosso dividido em ascendente, transverso, descendente e sigmoide, focado em absorção e compactação.
Absorção de água e eletrólitos
Processo primário do intestino grosso que desidrata o conteúdo intestinal para a formação de fezes sólidas e consistentes.
Microbiota intestinal
Comunidade de microrganismos comensais no cólon que fermentam fibras insolúveis, sintetizam vitamina K e inibem patógenos.
Reto
Porção terminal do intestino grosso que armazena temporariamente a massa fecal até que o reflexo de evacuação seja deflagrado.
Ânus
Orifício final do trato digestório com esfíncteres interno e externo que controlam a excreção de fezes do corpo.

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