Revisão: Matemática, Português e Física

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Revisão de conceitos fundamentais de matemática, língua portuguesa e física para estudantes.

53 cartões Português Nível: Ensino fundamental e médio Geometria Publicado
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Cartões · 53

Teorema de Tales
Um feixe de retas paralelas intersectado por duas retas transversais determina segmentos proporcionais entre si.
Fórmula básica do Teorema de Tales
Se as retas r, s e t são paralelas cortadas por transversais u e v, então AB/BC = DE/EF.
Teorema da Bissetriz Interna
A bissetriz interna de um triângulo divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos lados adjacentes: c/b = x/y.
Teorema da Bissetriz Externa
A bissetriz externa divide o prolongamento do lado oposto em segmentos proporcionais aos outros dois lados do triângulo.
Semelhança de polígonos
Dois polígonos são semelhantes quando possuem ângulos correspondentes congruentes e lados correspondentes proporcionais.
Razão de semelhança (k)
Quociente constante entre as medidas de lados homólogos correspondentes em figuras semelhantes.
Relação entre perímetros de figuras semelhantes
A razão entre os perímetros de duas figuras semelhantes é igual à razão de semelhança k (2p1 / 2p2 = k).
Relação entre áreas de figuras semelhantes
A razão entre as áreas de duas figuras geométricas semelhantes é igual ao quadrado da razão de semelhança (A1 / A2 = k²).
Relação entre volumes de sólidos semelhantes
A razão entre os volumes de dois sólidos geométricos semelhantes é igual ao cubo da razão de semelhança (V1 / V2 = k³).
Caso de semelhança de triângulos: AA (Ângulo-Ângulo)
Dois triângulos são semelhantes se possuem dois ângulos internos respectivamente congruentes.
Caso de semelhança de triângulos: LAL (Lado-Ângulo-Lado)
Dois triângulos são semelhantes se possuem dois lados proporcionais e o ângulo compreendido entre eles congruente.
Caso de semelhança de triângulos: LLL (Lado-Lado-Lado)
Dois triângulos são semelhantes se todos os três lados homólogos forem proporcionais.
Base média do triângulo
Segmento que une os pontos médios de dois lados de um triângulo; é paralelo ao terceiro lado e mede metade dele.
Base média do trapézio
Segmento que une os pontos médios dos lados não paralelos; sua medida é a média aritmética das bases: (B + b) / 2.
Variação linguística
Fenômeno natural pelo qual a língua se transforma e se diversifica de acordo com fatores geográficos, sociais, históricos e contextuais.
Variação diatópica (ou regional)
Variação que ocorre em razão do espaço geográfico, como sotaques e regionalismos lexicais (ex.: macaxeira, aipim e mandioca).
Variação diastrática (ou social)
Variação associada aos grupos sociais, determinada por fatores como classe, idade, gênero, escolaridade ou profissão (ex.: gírias e jargões).
Variação diacrônica (ou histórica)
Mudança ocorrida na língua ao longo do tempo, como arcaísmos e alterações ortográficas (ex.: 'vossa mercê' evoluindo para 'você').
Variação diafásica (ou situacional)
Adaptação da linguagem de acordo com o contexto comunicativo, alternando entre registro formal (culto) e informal (coloquial).
Preconceito linguístico
Juízo de valor negativo emitido contra falantes que usam variedades linguísticas diferentes da norma-padrão de prestígio.
Norma culta (ou padrão)
Modelo linguístico de referência social, baseado nas regras gramaticais formais, comum em textos oficiais e acadêmicos.
Linguagem coloquial (ou informal)
Registro espontâneo e cotidiano da língua, menos apegado ao rigor das normas gramaticais estritas.
Jargão profissional
Vocabulário técnico ou específico compartilhado por pessoas que exercem a mesma profissão ou atividade.
Gíria
Vocabulário informal e efêmero criado por determinados grupos sociais para promover identidade e comunicação interna rápida.
Dialeto
Variedade linguística própria de uma comunidade ou região, com traços fonéticos, lexicais e gramaticais específicos.
Idioleto
Maneira única e individual com que cada falante utiliza sua língua materna.
Princípio da propagação retilínea da luz
Em meios homogêneos, transparentes e isotrópicos, os raios de luz propagam-se em linha reta.
Princípio da independência dos raios de luz
A trajetória de um feixe de luz não é alterada quando ele cruza ou intercepta outro feixe luminoso.
Princípio da reversibilidade dos raios luminosos
O caminho seguido pela luz não se altera quando o sentido de propagação é invertido.
Fonte primária de luz (corpo luminoso)
Corpo que emite luz própria gerada por energia própria (ex.: Sol, chama de vela, lâmpada acesa).
Fonte secundária de luz (corpo iluminado)
Corpo que não produz luz própria, apenas reflete a luz recebida de outra fonte (ex.: Lua, livro, mesa).
Meio transparente
Meio que permite a propagação nítida e regular da luz em trajetórias previsíveis (ex.: ar, vácuo, vidro plano liso).
Meio translúcido
Meio que propaga a luz de forma desordenada e dispersa, impedindo a visualização nítida de imagens (ex.: vidro fosco, papel vegetal).
Meio opaco
Meio que absorve ou reflete a luz incidente, não permitindo sua passagem (ex.: madeira, chapa metálica, parede de alvenaria).
Sombra e penumbra
Sombra é a região totalmente desprovida de luz atrás do obstáculo; penumbra é a região parcialmente iluminada por fontes extensas.
Câmara escura de orifício
Caixa com pequeno furo que projeta imagem invertida no fundo oposto; obedece à relação de semelhança i/o = p'/p.
Reflexão regular (ou especular)
Reflexão da luz em superfícies lisas e polidas, onde raios paralelos incidentes permanecem paralelos após refletir.
Reflexão difusa
Reflexão em superfícies rugosas que espalha os raios de luz em múltiplas direções, permitindo enxergar os objetos.
1ª Lei da Reflexão
O raio incidente, a reta normal à superfície no ponto de incidência e o raio refletido estão no mesmo plano (são coplanares).
2ª Lei da Reflexão
O ângulo de reflexão (r) é sempre numericamente igual ao ângulo de incidência (i): i = r.
Características da imagem em espelho plano
A imagem é virtual, direita, com o mesmo tamanho do objeto, e enantiomorfa (simétrica lateralmente em relação ao espelho).
Número de imagens em espelhos planos associados
Fórmula: N = (360° / α) - 1, onde α é o ângulo formado entre as faces refletoras dos dois espelhos planos.
Translação de espelho plano
Se um espelho plano translada uma distância d, a imagem formada translada uma distância equivalente a 2d.
Foco principal de espelho esférico de Gauss
Ponto situado no ponto médio entre o centro de curvatura e o vértice do espelho: f = R / 2.
Equação de Gauss (espelhos e lentes)
1/f = 1/p + 1/p', relacionando a distância focal (f), a posição do objeto (p) e a posição da imagem (p').
Aumento linear transversal (A)
Razão entre o tamanho da imagem e o do objeto: A = i / o = -p' / p.
Espelho côncavo com objeto além do centro de curvatura
Gera imagem real, invertida e menor do que o objeto, posicionada entre o foco e o centro de curvatura.
Espelho côncavo com objeto entre o foco e o vértice
Gera imagem virtual, direita e maior do que o objeto, localizada atrás da superfície refletora do espelho.
Formação de imagem em espelho convexo
Para qualquer posição do objeto real diante dele, a imagem é sempre virtual, direita e menor.
Índice de refração absoluto (n)
Razão entre a velocidade da luz no vácuo (c) e a velocidade da luz no meio material considerado (v): n = c / v.
Lei de Snell-Descartes (Refração)
Estabelece que n1 · sen(θ1) = n2 · sen(θ2), onde θ1 e θ2 são os ângulos em relação à normal.
Reflexão total da luz
Ocorre quando a luz se propaga do meio mais refringente para o menos refringente com ângulo de incidência maior que o ângulo limite.
Fórmula do ângulo limite (L)
sen(L) = n_menor / n_maior, determinando o ângulo crítico acima do qual ocorre reflexão interna total.

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